Para promover este grande evento internacional, quando falta menos de um ano para a sua realização, a comissão organizadora lançou o site www.carmelo.com.br/jmj2013 onde se pode obter notícias, informações e inscrições.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
II Jornada Mundial da Juventude OCD
Para promover este grande evento internacional, quando falta menos de um ano para a sua realização, a comissão organizadora lançou o site www.carmelo.com.br/jmj2013 onde se pode obter notícias, informações e inscrições.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
Reunião com o Vigário Geral OCD
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Dia da Família Carmelita
Programa:
10h00 – Acolhimento
- Hino do Encontro
- Momento orante
- Saudação do Padre Provincial
- Apresentação das comunidades e grupos
12h00 – Workshops:
- Olhar o Carmelo a partir de Santa Teresa,
- Teresa pela música,
- Teresa pelo cinema,
- Teresa pelo desenho e pelo jogo.
13h00 – Almoço partilhado
14h15 – Arte convivial
16h00 – Eucaristia
17h00 – Lanche
18h00 – Vésperas no Carmelo de Aveiro e visita à comunidade das Irmãs
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Visita Pastoral do Vigário Geral OCD
sábado, 24 de dezembro de 2011
Mensagem de Natal

Estimadas irmãs e irmãos carmelitas descalços, estamos às
portas da celebração do Nascimento de Jesus e ao contemplar
este mistério quero fazer-me presente a todos vós, leigos, irmãs e frades, desejando-vos um Santo Natal e um Feliz Ano Novo.
Como carmelitas descalços, filhos de Santa Teresa de Jesus e
S. João da Cruz, que significa para nós celebrar o Natal, desejar uns aos outros Bom Natal? O que é que o Deus Menino estará a pedir a cada um de nós carmelitas nesta etapa da minha caminhada espiritual e neste tempo que nos toca viver?
A meu ver convida-nos em primeiro lugar a «entrar mais adentro da espessura» do mistério da gruta de Belém, ou seja, convidanos a regressar às fontes da nossa salvação, ao encontro renovado e amigo com Cristo Jesus que me/nos quer salvar das situações de mediocridade, de comodismo, de consumismo, de superficialidade… vem para nos dizer que, como seus seguidores nesta Ordem de Sua Mãe, estamos chamados a uma vida de verdade e humildade, de coerência e profecia na simplicidade e unidade, estreitando os laços da fraternidade, cultivando a relação de irmãs com irmãos, de famílias com consagrados para que tudo o que fizermos no anúncio da Boa Nova de Jesus o façamos a partir do que somos e vivemos como família carismática e espiritual.
A comunhão vivida dentro das comunidades e entre os vários ramos da nossa Família háde
ser o distintivo que dirá que o Senhor está vivo e encarnado no meio de nós, pois o Carmelo é o lugar da comunhão com Deus e para ser comunhão verdadeira com Deus, há-de se espelhar em profundas relações de amizade e comunhão: «por isto conhecerão que sois meus discípulos» (Jo 13,35).
Estamos todos desafiados a reler as obras da nossa fundadora, o mesmo é dizer, a retomarmos o contacto com a sua forte experiência de Jesus humanado, a humanizar mais as nossas comunidades de consagrados ou de carmelitas seculares de forma a criarmos a comunidade sonhada por Jesus, onde Ele é o elo mais forte que alimenta a comunhão diária quando os irmãos se reúnem para a eucaristia e para as orações, para a correcção e reconciliação, para o testemunho e para a evangelização entusiasta nos mais variados campos de luta.
Quanto maior for a confusão e o desnorte nas diferentes esferas da vida social, maior háde
ser o nosso esforço de fidelidade a Jesus e ao seu Evangelho, pois só Ele é fonte de verdade e esperança para o mundo.
Santa Teresa de Jesus naqueles seus «tempos récios» ao sofrer com as divisões da Igreja, com o pouco vigor dos cristãos, com a perda de tantas pessoas nos «novos mundos então descobertos» por não conhecerem a Cristo, diz-nos que «toda a minha ânsia era que diante dos muitos inimigos de Jesus, os seus poucos amigos fossem bons.
Neste Natal, desejo que cada um de nós abrace os conselhos do Evangelho como a nossa mãe e fundadora: a pobreza, a castidade, a obediência, a humildade, a determinação, os grandes desejos de santidade… e assim, enquanto nós diminuímos, o Menino Jesus nascerá e crescerá cada vez mais nas nossas vidas, e assim será Natal.
Um abraço terno e amigo a todos os membros da família dos carmelitas descalços
Pe Joaquim Teixeira, provincial ocd
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Casais do Menino Jesus, OCDS
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Da gruta de Belém
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
ORAR COM OS MÍSTICOS
Hoje, dia 14 de Dezembro, Solenidade do nosso pai S. João da Cruz, a família do carmelo descalço em Portugal lança uma nova iniciativa intitulada «ORAR COM OS MÍSTICOS».
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
REGRA JOVEM DO CARMO
QUE S. ALBERTO DE JERUSALÉM OUTORGOU AOS CARMELITAS
Prólogo
[Saudação]
Nós, os Carmelitas, chamados pelo Espírito do Ressuscitado a servirmos a Igreja, saudamos em Maria, a Senhora do Carmo, todos os que no mundo actual querem viver a sua fé segundo o nosso carisma.
[O Seguimento do Ressuscitado]
Muitas vezes e de muitas maneiras, ao longo da sua história a Igreja estabeleceu como cada um dos seus filhos, qualquer que seja a sua forma de vida, deve viver no obséquio de Jesus Cristo. De acordo com o nosso projecto de vida em comum, nós, os Carmelitas, comprometemo-nos a viver esta fórmula de vida que vos apresentamos:
Estruturas de vida em comum
[1. O responsável e os conselhos evangélicos]
Estabelecemos que cada Comunidade tenha um responsável que deve ser eleito para esta missão com a aprovação dos membros que a integram. Na presença dele prometereis os conselhos evangélicos e mutuamente vos ajudareis a manter a promessa feita. São os conselhos evangélicos 3 atitudes ou formas de vida: a) Pobreza: viver sem estar apegado aos bens materiais e partilhá-los com os demais; b) Obediência: ter um espírito de serviço e de disponibilidade para com as necessidades da Comunidade. c) Castidade: amadurecer na afectividade e no amor.
[2. Lugares onde reunir]
Podereis fixar os vossos lugares de encontro onde julgardes mais adequado e conveniente segundo o vosso projecto de vida, e segundo o acordo dos membros da Comunidade.
[3. A cela dos irmãos]
Além das reuniões, e tendo em conta o trabalho que cada membro da Comunidade desempenha na sociedade, cada um de vós buscará tempo para a oração, para a reflexão sobre a vida e para a leitura espiritual, segundo o tema que a própria Comunidade tenha determinado periodicamente.
[4. Tempo de partilha]
Procurai que o vosso tempo livre seja um lugar de encontro com os restantes membros da Comunidade, partilhando assim o alimento e o lazer; tende sempre presente a Cristo entre vós.
[5. A fidelidade à cela]
Perante um qualquer acontecimento ou mudança que aconteça na vossa vida partilhai-o com a Comunidade para receberdes o seu conselho e o seu apoio, e assim vos mantereis fiéis à vossa vida espiritual.
[6. O serviço do Responsável]
Que a vossa Comunidade seja acolhedora e hospitaleira. Quando alguém vier visitar-vos seja o vosso Responsável aquele que, em nome da Comunidade, se ocupe do seu acolhimento. E em tudo mais que se houver de fazer, tenha-se em conta a sua opinião e dialogue-se em comum.
[7. A Palavra, plenitude da solidão]
Todos e cada um dos membros da Comunidade se comprometa pessoalmente a ler, meditar e interiorizar a Palavra de Deus, e, desde a Palavra a realizar convenientemente as tarefas do dia-a-dia.
[8. A celebração do louvor]
Seja a oração um distintivo da vossa Comunidade, de tal forma que, cada membro da Comunidade chegue a descobrir em comum o sentido da oração na vida cristã.
[9. Comunhão de bens e pobreza]
Nenhum irmão diga que algo é propriedade sua; antes tereis tudo em comum. Por isso, a Comunidade disporá de um fundo comum que sirva para responder as necessidades materiais que surjam e para colaborar com o apostolado da Igreja.
[10. Lugar da oração e da eucaristia]
Em cada reunião da Comunidade esta dedicará um tempo apropriado para a oração. E acordar-se-á, periodicamente, uma celebração comunitária da Eucaristia, sempre e quando as circunstâncias o permitam.
[11. Diálogo e correcção fraterna]
No dia do vosso encontro, ou num outro dia se for necessário, exercei o diálogo em função do crescimento humano e espiritual da Comunidade. Nestas ocasiões corrigi-vos mutuamente e com caridade as faltas e perdoai-vos os desaguisados que tenham podido surgir entre os irmãos.
Ascese corporal
[12-13. Jejum e abstinência]
Frente a um mundo que defende e promove os valores da insolidariedade, do consumismo, da injustiça e da violência, cada membro da Comunidade se absterá de seguir todas as atitudes que favoreçam tal. E na revisão de vida da Comunidade se insistirá na vivência deste compromisso.
Para fortificar o homem interior
[14. O combate espiritual]
Porque a vida do homem é um tempo de luta; e porque todos os que se decidem a seguir a Cristo vivem em contradição com os valores deste mundo, a Comunidade procurará revestir-se com a armadura de Deus para se manter unida e forte: a) vivei, pois, a vossa afectividade com maturidade; b) procurai ter pensamentos santos; c) revesti-vos com a couraça da justiça, por forma a que ameis o Senhor vosso Deus com todo o coração e com toda a mente e com todas as forças, e ao vosso próximo como a vós mesmos; d) sede fortes na fé a fim de vencerdes a tentação, pois sem fé é impossível agradar a Deus. Senti-vos transformados pelo Senhor, por forma a que só n’Ele ponhais a vossa esperança. e) Finalmente, a espada do Espírito, isto é, a Palavra de Deus, habite em toda a sua riqueza na vossa boca e nos vossos corações, e aquilo que devais fazer fazei tudo segundo a Palavra de Deus.
[15. O trabalho]
Que cada membro da Comunidade desempenhe um trabalho digno que o realize como pessoa e que o identifique como um ser útil para a sociedade e para a construção do Reino. Nisto tendes o ensino e o testemunho exemplar do Apóstolo Paulo, por cuja boca falava Cristo e que foi constituído e dado por Deus como pregador e mestre das gentes na fé e na verdade: se o seguirdes não vos enganareis. «Nós vivemos entre vós, diz o Apóstolo, trabalhando com canseira, dia e noite, para não sermos pesado a nenhum de vós. Não que não tivéssemos o direito a sermos alimentados, mas para vos darmos com a nossa maneira de actuar um exemplo para imitar. Quando estávamos entre vós repetíamos com insistência: se alguém não quer trabalhar também não coma. Porém, já ouvimos dizer que alguns de vós não trabalham e andam irrequietos de cá para lá. A esses advertimos, e os exortamos no Senhor Jesus Cristo a trabalhar, a deixar o ‘diz-que-disse’ e a ganhar o próprio pão. Este caminho é santo e bom: segui-o»
[16. O silêncio]
Por entre este mundo de pressas e de ruídos buscareis a solidão a fim de vos encontrardes convosco mesmos e com Deus. Evitai as críticas, as calúnias e as murmurações.
Serviço e autoridade na Comunidade madura
[17. O Prior, servo humilde]
O responsável da Comunidade tenha sempre presente na mente e na prática aquilo que diz o Evangelho: «aquele que entre vós quiser ser o maior, seja o vosso servo; e o que entre vós quiser ser o primeiro, seja o vosso escravo».
[18. A obediência ao Prior]
Vós os membros da Comunidade respeitareis a figura do responsável, considerando que foi colocado no meio de vós por vontade de Deus e para vosso serviço. Trabalhareis com ele co-responsavelmente no andamento da Comunidade.
Epílogo
[Fidelidade generosa e discernimento]
Esta adaptação de tão grande proveito da norma de vida do Carmo nós vo-la apresentamos na esperança de que, servindo-vos das adaptações que julgueis necessárias, vos decidais a seguir o nosso carisma. Que este projecto alcance os seus objectivos: irmanar-nos na família do Carmo e nos aproxime ao Pai através da mediação da Virgem, Nossa Mãe e Senhora.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Todos os Santos Carmelitas - Festa
sábado, 1 de outubro de 2011
Profissão Religiosa - 25 anos
Estimados irmãos e irmãs carmelitas, que a paz de Cristo esteja convosco!
Hoje, juntamente com o fr. Avelino Lopes e o fr. João Costa, completo 25 anos de profissão religiosa nesta Ordem de Maria. Pensei viver estedia na gratidão e no louvor silencioso ao Senhor que me quis chamar para O servir e amar na Sua Igreja; no entanto, se fui chamado a uma família e a uma comunidade de irmãos, não resisto a partilhar convosco os sentimentos que me dominam o coração neste momento.
O meu sentimento mais espontâneo é de profunda gratidão aJesus porque me chamou, pensou em mim, porque não desistiu de mim nem permitiu que me justificasse com a minha pobreza e fragilidade para Lhe recusar o convite; gratidão, também a todos vós, irmãos carmelitas, que tivestes a sensibilidade espiritual para identificar os sinais vocacionais na minha adolescência e juventude, que me acolhestes, me destes um tecto, me ensinastes a tratar de amizade convosco e com Jesus, me formastes nas ciências de Deus, me destes uma mesa para partilhar alimentos e oportunidades de missão para alegremente gastar as minhas energias ao serviço do Reino…
Sinto-me um privilegiado por ter vindo parar a esta família da Virgem Maria, fundada por Santa Teresa de Jesus e S. João da Cruz, com uma doutrina e espiritualidade que nutrem o meu espírito nas fontes mais genuínas da salvação: a eucaristia, a palavra, o perdão, a comunidade, a missão... e que faz bem aos homens e mulheres do nosso tempo.
Ao olhar de relance para estes velozes 25 anos, não vejo nada feito. Não tenho méritos para regatear. Apenas me sinto interpelado pela pergunta: «Joaquim, tu amas-Me?» E a resposta foi sendo dada de forma pobre, mas com grandes desejos, numa certeza de que fui sempre acompanhado por Ele e pelos irmãos. Nunca me faltou a graça para O amar com mais perfeição, ainda que nem sempre lhe correspondesse. Por isso, hoje, em dia da festa da minha Irmã Teresinha, na presença dos irmãos carmelitas do Funchal, onde me encontro para celebrar os 70 anos de sacerdócio do P. Cecílio e os 50 de profissão religiosado P. Dias, e na presença espiritual de todos vós, irmãos e irmãs carmelitas, quero renovar a minha profissão religiosa num desejo mais determinado e generoso de ser fiel ao Senhor nesta Ordem de Maria e em companhia dos irmãos. Faço-o unido particularmente a vós, João e Avelino, a quem o Senhor quis para Si desde a nossa juventude.
Também quero renovar o meu desejo de estreitar os laços duma maior comunhão com toda a família do Carmelo nas suas diferentes expressões: nas irmãs, nos leigos e nos frades. Somos uma grande família, onde a comunhão e a unidade, alicerçados nos valores teresianos do amor, da humildade, da verdade e do desprendimento nos dão as bases humanas e espirituais para que Deus faça a Sua obra em cada um de nós.
Às minhas irmãs carmelitas, como «Maria sentada aos pés deJesus, escutando-O», quero agradecer o testemunho da primazia de Deus sobre todas as coisas, a amizade e a presença incondicionais com os desafios que me lançam a ser um bom filho de Santa Teresa de Jesus, prolongando no mundo o amor a Deus e aos homens que elas cultivam no escondimento da clausura.
Aos carmelitas seculares, testemunhas do Deus vivo na família e no mundo, reconheço o esforço por traduzir nas suas circunstâncias devida a espiritualidade do Carmelo, que dá um novo vigor ao seu baptismo e ao compromisso na transformação das estruturas opressoras do pecado. Unidos, sentimo-nos mais forte, mais apoiados para testemunhar ao mundo a beleza duma vida centrada em Cristo.
Com todos vós, reconheço que o Senhor não cessa de me atrair para Si e, a partir Dele, para o anúncio dos seus projectos de salvação para todos os homens e mulheres de boa vontade. Como Teresinha, sinto a urgência de pregar o Nome de Jesus nas proximidades e nas terras mais longínquas. Só poderei alguma coisa Naquele que me dá força e na companhia de irmãos e irmãs como vós.
Convosco continuo a sonhar o sonho de Deus para mim e para todos nós, carmelitas descalços(as).
Um abraço fraterno.
Fr. Joaquim de Santa Teresa de Jesus, prov
sábado, 17 de setembro de 2011
S. ALBERTO DE JERUSALÉM (festa)
![]() |
| S. Alberto de Jerusálem, bispo e legislador da nossa Ordem |
terça-feira, 7 de julho de 2009
Reveste-nos com o teu Escapulário
Nossa Senhora do Carmo,
reveste-nos com o teu Escapulário,
cobre-nos com o teu doce e terno abraço.
Consagra-nos na profundidade do teu amor,
consagra-nos na beleza do teu olhar.
Acolhe-nos no teu coração
para que façamos
do nosso coração uma casa para te acolher.
Carminha connosco,
cuida da nossa frágil embarcação.
Não esqueças que és Mãe de cada jovem carmelita
deste jardim florido,
que levas gravado o nosso rosto
em teu coração.
Protege-nos para que não
sucumbamos nos mil perigos da vida
até que cheguemos um dia felizes
ao ansiado porto da glória celestial.
Atrai-nos, Virgem Maria,
carminharemos contigo.
Carminharemos para ti...
domingo, 5 de julho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Edith Stein homenageada na Alemanha
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Funeral do P. Pereira
O funeral do P. Pereira, nosso irmão e amigo, realiza-se hoje, dia 25 de Junho, Quinta feira, às 18h30, no Santuário do Menino Jesus, em Avessadas, Marco de Canaveses.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Faleceu o Pe. Pereira
domingo, 31 de maio de 2009
O convite das Carmelitas Descalças: «Vinde e Contemplai»
in Além-Mar
Para ouvir algumas das faixas do CD: aqui.















