Mostrar mensagens com a etiqueta São João da Cruz. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta São João da Cruz. Mostrar todas as mensagens

sábado, 5 de dezembro de 2015

JOHNCACHING + VIGÍLIA DE S. JOÃO DA CRUZ


No próximo dia 13 de Dezembro, véspera de S. João da Cruz, viveremos uma tarde/noite espectacular e original, no nosso Convento de Avessadas. O encontro está marcado para as 15h00. A seguir embarcaremos numa aventura que não quererás perder: o JOHNCACHING!!! Surpresa... E depois do lanche partilhado vamos preparar uma bela Vigília de S. João da Cruz para todos aqueles que se quiserem juntar a nós, no Claustro e na Igreja do Convento. A Vigília terá início às 18h30. Terminaremos o dia em festa e convívio com um jantar partilhado. Não te esqueças de trazer muita alegria e a comida para partilhar. Cá te esperamos!




quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Frei João da Cruz, Ontem e Hoje...



Hoje, a Ordem dos Carmelitas Descalços lembra o seu fundador e pai espiritual, e a Igreja Católica, um dos maiores mestres de contemplação e teologia mística.

Talvez a mais bela e completa descrição física e espiritual do Santo Fundador tenha sido feita por Frei Eliseu dos Mártires que com ele conviveu em Baeza. Descreve-o como “homem de estatura mediana, de rosto sério e venerável. Um pouco moreno e de boa fisionomia. Seu trato era muito agradável e sua conversa bastante espiritual era muito proveitosa para os que o ouviam. Todos os que o procuravam saíam espiritualizados e atraídos à virtude. Foi amigo do recolhimento e falava pouco. Quando repreendia como superior, que o foi muitas vezes, agia com doce severidade, exortando com amor paternal…”

Santa Teresa de Jesus considerava-o “uma das almas mais puras que Deus tem na sua Igreja. Nosso Senhor lhe infundiu grandes riquezas da sabedoria celestial. Mesmo pequeno, ele é grande aos olhos de Deus. Não há frade que não fale bem dele, porque a sua vida tem sido uma grande penitência”.

Frei João da Cruz foi Beatificado em 1675, Canonizado em 1726 e declarado Doutor da Igreja em 1926. Entre as suas principais obras clássicas estão "A subida do Monte Carmelo", “Noite Escura", "Cântico Espiritual" e "Chama de Amor Viva".


São João da +


CAMINHAR SEMPRE


«Neste caminho
é preciso caminhar sempre para chegar,
ou seja ir sempre suprimindo quereres,
e não os sustentar.
E, se não se chega a suprimi-los a todos,
não se acaba de chegar.
Porque assim como a madeira
se não transforma em fogo
por um só grau de calor
que falte na sua disposição,
assim a alma não se transformará em Deus
tendo uma imperfeição,
nem que seja ainda menos que apetite voluntário;
porque a alma não tem mais que uma vontade,
e se a embaraça e emprega em algo,
não fica livre, só e pura,
como se requer para a divina transformação.»
(Subida 1, 11,6)
in "As mais belas páginas de S. João da Cruz" p. 75, 76


Solenidade de São João da Cruz



terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Quem foi São João da Cruz?

S. João da Cruz

(1542 - 1591)





Juan de Yepes nasceu em Fontiveros, província de Ávila, Espanha, em 1542 (pensa-se no dia 24 de Junho). È o terceiro filho de um amor proibido. Seu pai Gonzalo de Yepes, oriundo de uma família abastada de comerciantes de tecidos, fora deserdado por teimar casar com Catalina Alvarez, tecelã e órfã de pais e de bens. A vida deste casal não foi fácil desde o primeiro momento, viviam muito humildes e com dificuldades, sendo que após o nascimento de Juan, o seu pai fica muito doente e acabou por falecer. Catalina vê-se sozinha para criar Francisco, Luís e o mais novo. Inicia o que vai ser uma vida de peregrinação e sofrimento procurando em várias terras ajuda e reconhecimento da parte da família de seu marido, o que não encontra. Entre viagens, sacrifícios, fome e pobreza, Luís acaba por falecer ainda criança.


Em 1561, a família encontra-se em Medina del Campo, o irmão mais velho casa e Juan vai estudar para uma escola destinada a crianças pobres. É iniciado em diversos ofícios e presta serviços no Convento de Madalena, é um menino esperto e vivo, destaca-se pela sua habilidade, perspicácia e pelas suas boas inclinações.


Depois dos estudos ingressa no Convento do Carmo da cidade, e depois na Universidade de Salamanca onde estudam os jovens da Ordem. Ordenado sacerdote vem celebrar Missa Nova a Medida del Campo onde vive a mãe.


É nesta altura, que Frei João se encontra com Santa Teresa de Ávila (1567), ele andava insatisfeito com o modo de vida dos conventos Carmelitas, pensando até ingressar na Ordem dos Cartuxos (ordem de muita austeridade), ela ansiosa por ter alguém que a ajudasse na Reforma do Carmo, já a tinha iniciado com as freiras, mas queria estendê-la e sentia necessidade de a levar também aos padres.


É assim que no dia 28 de Novembro de 1568, juntamente com o Frei António de Jesus e Frei José de Cristo se inicia a fundação da nova família do Carmo Descalço, no desconhecido lugarejo de Duruelo. Nesta altura, toma o nome de Frei João da Cruz, pela muita veneração que sempre teve pela Cruz de Cristo.


Esta transição da Ordem Carmelita para a Ordem dos Carmelitas Descalços não foi bem aceite pelos seus irmãos e foi considerado um rebelde. Na noite de 2 de Dezembro de 1577, Frei João da Cruz e seu companheiro Frei Germano de São Matias são presos por um grupo de Padres Calçados e alguns leigos, que rebentam a porta da casa e os levam algemados ao Convento do Carmo de Ávila. Alguns dias mais tarde o seu companheiro é solto enquanto Frei João da Cruz é levado ao Convento de Toledo onde é jogado num cárcere e ali permanece por nove meses. Conseguirá fugir no dia 19 de Agosto de 1578, por não lhe terem permitido celebrar missa de Nossa Senhora!


Este tempo de prisão conseguiu prender apenas seu físico, mas não o seu espírito. Aqueles nove meses foram um período de intensa criatividade e espiritualidade. Ali, com a benevolência dum novo carcereiro, o Santo escreveu as mais belas poesias, o que lhe valeu o título de Patrono dos Poetas. É também notável a sua grande capacidade de amar e perdoar seus inimigos, mesmo aqueles que o prenderam.


Teve uma vida curta mas intensa como caminheiro, pregador, conciliador, e homem de paz. Morreu no dia 14 de Dezembro de 1591, no Convento de Ubeda. A doença que motivou sua morte foi “uma erisipela que começou no peito do pé direito, começou sendo um diminuto glânulo, transformando-se numa inflamação virulenta que rebentou em cinco chagas, em forma de cruz”.


As dores foram intensíssimas, mas já mais se queixou, quer lhe quando lhe cortavam a carne ou lhe serraram a perna. Em 1593 o seu corpo foi transladado para o Carmo de Segóvia que ele próprio imaginara, arquitectara e construíra. E ainda ali se conserva até hoje. (Cervantes na sua novela Dom Quixote alude à viagem do féretro do Santo desde Úbeda para Segóvia)


Em 1926 é proclamado Doutor Místico da Igreja.


Os Santos não morrem, continuam vivos nos seus seguidores e ensinamentos. Dão-nos uma lições de amor e de vida e os seus escritos são verdadeiros tesouros de sabedoria que urge beber e aprender.

Dia 14 de Dezembro - Festa de S. João da Cruz

ORAÇÃO DA ALMA ENAMORADA

Senhor Deus, Amado meu!

Se Te lembras dos meus pecados,

e por isso não fazes o que Te peço,

faça-se em mim, Deus meu, a Tua vontade,

pois que é o que eu mais quero

e manifesta em mim a tua bondade e misericórdia

e serás conhecido em mim.



Se esperas obras minhas

para me concederes o que Te peço,

realiza-as Tu em mim,

e as penas da minha vida que quiseres aceitar

e faça-se a Tua vontade.



Mas se não esperas as minhas obras,

que esperas então, clementíssimo, Senhor meu?

Porque demoras?

Se o que em Teu Filho te peço, é graça e misericórdia,

toma já a minha vida, pois a queres

e dá-me o bem que Te peço,

pois tu também o queres.



Quem se poderá libertar de tudo o que é baixo

se não o levantas Tu, a Ti, em pureza de amor, Deus meu?

Como se elevará a Ti o homem gerado e criado em baixezas?,

se Tu, Senhor, não o levantares com a mão com que o fizestes?

Não me tires, Deus meu, aquilo que me deste

em Teu Filho Jesus Cristo,

em Quem me concedestes todo o bem que desejo.

Por isso me alegro, pois eu sei que se esperar e confiar

Tu não tardarás.



Porque esperas, pois, se desde já podes amar a Deus

em teu coração?

Meus são os céus e minha é a terra;

Meus são os povos, os santos são meus e meus os pecadores;

Os anjos são meus e a Mãe de Deus,

e todas as coisas são minhas,

e o próprio Deus é meu e para mim,

porque Cristo é meu e todo para mim.



Que pedes, pois, e buscas, alma minha?

Tudo é teu e tudo para ti.

Não te rebaixes

nem repares nas migalhas que caem da mesa de teu Pai.

Sai de ti e gloria-te da tua glória.

Esconde-te em Deus e rejubila

e alcançarás o que pede o teu coração.

Que assim seja.



Em Ti, Senhor, depositei a minha esperança,

em Ti está o meu coração, por isso,

o Céu é meu e minha é a terra



Em Ti, Senhor, pus os meus projectos.

Em Ti guardei os meus êxitos.

Por isso, minhas são as gentes,

os justos são meus e meus os pecadores.



Em Ti, Senhor, sonhei o meu futuro.

Em Ti soube amar tudo.

Por isso, os anjos são meus e a Mãe de Deus,

e todas as coisas são minhas;



Em Ti, Senhor, dei tudo quanto possuía.

Em Ti renunciei a tudo onde não Te percebia.

Por isso, o próprio Deus é meu e para mim,

porque Cristo é meu e todo para mim.

Louvado, sejas, meu Senhor!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Oração dos jovens a S. João da Cruz


São João da Cruz: no mundo dos homens em que vivemos, poucos são os que estão dispostos a aceitar a mensagem de Cristo e do seu Evangelho.
São poucos os que se lembram de que a verdadeira felicidade está ali, como Tu ensinaste, no cimo do Monte, o Monte de Deus, aonde só se chega por caminhos divinos, sendo o mais rápido e o mais seguro aquele que Tu indicaste: a senda recta e perfeita do amor de Deus.
Bem sabes, Frei João, que a todos nos custa subir, que muitas coisas nos impedem de avançar e nos puxam para baixo.
Mas tu indicas-nos um arrimo, o báculo insubstituível, a Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Por isso, ao contemplar-te desde este nosso mundo, como o primeiro entre todos os filhos do Carmo, o irmão mais velho, constituído pai e mestre, o primeiro a pisar o cimo da Montanha Sagrada, a contemplar as belezas de Deus, a saborear as delícias da contemplação e do amor, a tua figura aparece-nos como a de uma águia real que com o seu rápido voo alcança as alturas mais puras.
Mas não esquecemos que foste um alpinista que lentamente, com esforço e trabalho, cantando e rezando, em silêncio e solidão, sem nunca deixar os irmãos, subiste passo a passo a Montanha que conduz ao Infinito.
Foste um homem como nós que ansiou pelo Infinito e atingiu aplenitude. Como nós sofreste o rigor das tempestades, foste vítima dos olhares rancorosos, sentiste as incompreensões, o peso da matéria, a tentação do desânimo...

Porém... No teu coração de carne, encerrado em teu peito amoroso, brilhava uma luz inacessível, um poema maravilhoso, uma Fonte inesgotável de pureza e ternura, um Cântico de inexplicável doçura, uma Chama ardente que iluminava as noites escuras da tua vida tornando-as mais claras que o meio dia.
Mantiveste a serenidade, superaste como bom atleta os obstáculos do caminho, orientaste com segurança o coração, purificaste o amor, e deixaste cativar-te por aquelas palavras do Senhor: «uma só coisa é necessária». E no cimo do Monte encontraste a Deus. Encontraste a paz e a felicidade.
Os que ainda vivemos nesta terra lutando pela vida, dirigimos-te hoje a nossa oração, pedindo que não deixes que os obstáculos e dificuldades nos vençam, que não nos falte a vontade de subir às alturas.
Assim, chegaremos à plenitude, viveremos a vida que não acaba, saborearemos a felicidade que vale a pena, descansaremos no Monte onde só mora a honra e a glória de Deus.
Santo Padre João da Cruz, semeia no nosso caminho os teus poemas de amor, faz florir na nossa vida as açucenas da tua paz, faz vibrar no nosso coração a doçura do mel das tuas palavras e ajuda-nos a sentir o que tu experimentaste: que o sorriso da Senhora da capa branca nos proteja e conduza.
Assim seja para nosso bem e glória da Santíssima Trindade.

[Música Calada em Oração, Edições Carmelo]

sábado, 6 de fevereiro de 2010

XIII Carminhada | 13 Fev. 2010

.
. «Quando tu me fitavas,
Teus olhos sua graça me infundiam;
E assim me sobreamavas
E nisso mereciam
Meus olhos adorar o que em ti viam.
Não queiras desprezar-me,
porque, se cor trigueira em mim achaste,
já podes ver-me agora,
pois, desde que me olhaste,
a graça e a formosura em mim deixaste.»
[São João da Cruz - Cântico Espiritual]
.

sábado, 30 de janeiro de 2010

SÃO JOÃO DA CRUZ (1542 - 1591)

.

[desenho de Samuel Cabete - Moinhos da Gândara]

.

Juan de Yepes nasceu em Fontiveros, uma província de Àvila, Espanha, em 1542 (pensa-se no dia 24 de Junho). È o terceiro filho de um amor “proibido”, seu pai Gonzalo de Yepes, oriundo de uma família abastada de comerciantes de tecidos, fora deserdado por teimar casar com Catalina Alvarez, tecelã e órfã de pais e de bens. A vida deste casal não foi fácil desde o primeiro momento, viviam muito humildes e com dificuldades, sendo que após o nascimento de Juan, o seu pai fica muito doente e acaba por falecer. Catalina vê-se sozinha para criar Francisco, Luís e o mais novo. Inicia o que vai ser uma vida de peregrinação e sofrimento procurando em várias terras ajuda e reconhecimento da parte da família de seu marido, o que não encontra. Entre viagens, sacrifico e pobreza, Luís acaba por falecer ainda criança.
Em 1561, a família encontra-se em Medina del Campo, o irmão mais velho casa e Juan vai estudar para uma escola destinada a crianças pobres. É iniciado em diversos ofícios e presta serviços no Convento de Madalena, é um menino esperto e vivo, destaca-se pela sua habilidade, perspicácia e pelas suas boas inclinações.
É nesta altura, que Frei João se encontra com Santa Teresa de Ávila (1567), ele andava insatisfeito com o modo de vida dos conventos Carmelitas, pensando até ingressar na Ordem dos Cartuxos (ordem de muita austeridade), ela ansiosa por ter alguém que a ajudasse na Reforma do Carmo, já a tinha iniciado com as freiras, mas queria estendê-la e sentia necessidade de a levar também aos padres.
É assim que juntamente com o Frei António de Jesus de Herédia se prossegue a reforma e é em Duruelo que surge o primeiro Convento dos Carmelitas Descalços. Nesta altura, toma o nome de São João da Cruz, talvez devido à veneração que sempre teve pela Cruz de Cristo.
Esta transição da Ordem Carmelita para a Ordem dos Carmelitas Descalços não foi bem aceite pelos seus irmãos e foi considerado um rebelde. Na noite de 2 de Dezembro de 1577, Frei João da Cruz e seu companheiro Frei Germano de São Matias, são presos por um grupo de Padres Calçados e alguns leigos, que rebentam a porta da casa e os levam algemados ao Convento do Carmo. Alguns dias mais tarde o seu companheiro é solto enquanto Frei João da Cruz é levado ao Convento de Toledo onde é jogado num cárcere e ali permanece por nove meses. Conseguindo fugir no dia 19 de Agosto de 1578.
Este tempo de prisão conseguiu prender apenas seu físico, mas não o seu espírito, foi o período mais rico da sua espiritualidade, em que o Santo escreveu as mais belas poesias, o que lhe valeu o título de Patrono dos Poetas Espanhóis. É também notável a sua grande capacidade de amar e perdoar seus inimigos, mesmo aqueles que o prenderam.
Morreu no dia 14 de Dezembro de 1591 no Convento de Ubeda. A doença que motivou sua morte foi “uma erisipela que começou no peito do pé direito, começou sendo um diminuto glânulo, transformando-se numa inflamação virulenta que rebentou em cinco chagas, em forma de cruz”.
O seu corpo, em 1593, é transladado para Segóvia, onde se conserva até hoje.
Em 1926 é proclamado Doutor Místico da Igreja.
Os Santos não morrem, continuam vivos hoje dando-nos uma lição de amor e de vida e os seus escritos são verdadeiros tesouros de sabedoria :
Noite Escura
Cântico Espiritual
Chama de Amor Viva, são dos mais importantes!
Aprendamos com ele:
“amar não é sentir grandes coisas, mas em despojar-se e sofrer pelo amado.”
(Frei João da Cruz) .
.
[Sofia Simões - Moinhos da Gândara]

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Solenidade do Santo Padre João da Cruz

. .
«uma das almas mais puras que Deus tem em sua Igreja. Nosso Senhor lhe infundiu grandes riquezas da sabedoria celestial. Mesmo pequeno ele é grande aos olhos de Deus. Não há frade que não fale bem dele, porque tem sido sua vida uma grande penitência»…
[Santa teresa de Jesus]

Uma oferenda e entrega a Deus…

:

Deu-Lhe tudo, tudo, absolutamente tudo, nada reservou para si. Todas as coisas, mesmo as de pouco valor, quando as oferecia, Deus permanecia! Naquela última hora, quando a realidade se impôs, porque tudo teve de deixar, Deus, continuava a permanecer na sua terna e silenciosa alma… A meia-noite o iluminava, a hora do ofertório final, «O pássaro solitário» consagrava a sua grande alma, enquanto em seus lábios pronunciava: «Nas Tuas mãos Senhor entrego o meu espírito». Uma alma enamorada que se calava, com a certeza que valeu a pena viver em atitude de oferenda total, uma entrega que o conduziu à vida eterna. Deus, veio ao seu encontro, para se unir a Ele em abraço eterno, cheio de Divino Amor... O Amor amado, sem medida, sem medos da separação, adormecia em plena felicidade! Trocava as riquezas frágeis da terra pelas riquezas eternas do céu… o gozo de abandonar as trevas, para entrar no palácio da luz que não tem fim! A alma voava ao encontro de Deus… a quem muito amara e durante toda a sua vida se entregara. Oh! Triunfo definitivo, não de nada, mas da posse de Tudo… Oh! doce e feliz viagem para a casa de Deus! : :

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Evocação da Morte de São João da Cruz

O Grupo de Jovens Stella Maris juntamente com o Grupo Coral Musica Calada, vem por este meio convidar para a Evocação da Morte de S. João da Cruz que realizar-se-á no próximo sábado, dia 12 de Dezembo, pelas 21h30 na Igreja Stella Maris dos Padres Carmelitas.
.
. Esta Evocação vem dar a conhecer os últimos momentos de vida deste Santo Carmelita.

São João da Cruz | Dia 6