Mostrar mensagens com a etiqueta S. Paulo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta S. Paulo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Encontro com S. Paulo em Moinhos da Gândara

No passado dia 20 de Março, o grupo de jovens “SOMOS UM” de Ribas – Moinhos da Gândara, Figueira da Foz realizou mais um dos seus habituais encontros. Este grupo formado nos finais de 2008 tem vindo a realizar encontros semanais e animando as eucaristias dominicais da Capela de Nossa Senhora da Saúde. Neste dia desta vez, tivemos um Encontro com S. Paulo uma vez que nos estamos em pleno ano “Paulino”. Connosco esteve o Pe. Vasco Nuno do Convento de Avessadas, Marco de Canaveses e o Ricardo Luís. Neste encontro tivemos a oportunidade de conhecer algo mais sobre este tão famoso “Homem” da igreja católica. Foi um encontro muito agradável e onde todos participaram cantando, rezando e escutando.
Ricardo Pinto Grupo de Jovens “SOMOS UM” da Capela de Nossa Senhora da Saúde Moinhos da Gândara - Figueira da Foz

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Encontros com S. Paulo - D. António Couto

Ontem, dia 30 de Outubro, eu e o Ricardo Luís dirigimo-nos a Guimarães a fim de ouvirmos D. António Couto falar sobre S. Paulo. Na verdade, já sabia o que ia encontrar (pelo menos em parte). D. António Couto é um homem sábio e ao mesmo tempo humilde; para além disso é um grande pedagogo. D. António mostrou-nos como S. Paulo teve um encontro fulminante com Cristo, no qual foi absolutamente agarrado. Este encontro rasga a vida de Paulo em duas. A que passou (que é para esquecer) e a que vem, orientada para Cristo. A sua vida passa a ser como uma seta que aponta para a meta (Cristo). Paulo, na verdade, não é autónomo é cristónomo (depende de Cristo).Para além disto importa realçar que Paulo foi, de facto, um inovador. Na verdade, na apresentação das suas cartas nunca se esquece dos seus colaboradores, antes os estima e os valoriza. Isto mostra-nos que o cristianismo não é uma aventura a sós, mas uma aventura comunitária. Temos, pois, de ter muita gente activa na Igreja, porque ser cristão é viver em rede. Por último, gostaria de destacar a importância que assume a graça nas cartas de Paulo. Na verdade, ela envolve todas as cartas. A graça é a forma de Deus se debruçar sobre nós com carinho maternal, com um olhar cheio de ternura como uma mãe que embala o bebé e o olha. O sucesso de Paulo deve-se, em grande parte, à sua metodologia maternal. Hoje, segundo D. António Couto, precisamos de uma Igreja afectiva, maternal e personalizada. E termino com as primeiras palavras deste encontro. O desafio é que nos encontremos com S. Paulo e por ele com Jesus Cristo.
Jorge Fernando