O vento
Um dos símbolos mais comuns do Espírito é o vento, o sopro de vida. Tanto se refere ao vento que sopra nos grandes espaços como à respiração das pessoas e dos animais. Espírito é o ar que nos faz viver. Sem este sopro de vida não se pode viver.
O Espírito Santo é como o vento: é uma realidade que envolve o mundo e o homem, umas vezes com suavidade outras com força. Não se sabe de onde vem. Sabe-se apenas que sem o vento as não nuvens não se moveriam, não haveria chuva e a terra morreria de sede, sem vida. É imprevisível e incontrolável. O que marca a nossa vida de fé. Não sabemos controlar o Espírito. É Ele que, como o vento, empurra as velas da barca da nossa vida. Não somos nós a ditar-lhe as nossas condições.
Este vento não se vê. Mas sente-se. O mesmo se passa com o Espírito Santo. Não O vemos mas sentimos os seus efeitos de bondade em nós.
O símbolo do sopro de vida recorda que toda a vida vem de Deus. Jesus, na cruz, morre “entregando o Espírito” (Jo 19,30). O Espírito que animava Jesus vai ser oferecido aos seus discípulos. E é de facto o Espírito que nos dá uma vida de qualidade. Uma vida apoiada n’Ele que é capaz de vencer todas as mortes que se atravessam à nossa frente.
Viver no Espírito Santo significa amar a vida que d’Ele nos vem e ser capaz de testemunhar com a própria vida a alegria que vem de um Deus que ama a vida.terça-feira, 26 de maio de 2009
Espírito Santo (III)
O vento
Um dos símbolos mais comuns do Espírito é o vento, o sopro de vida. Tanto se refere ao vento que sopra nos grandes espaços como à respiração das pessoas e dos animais. Espírito é o ar que nos faz viver. Sem este sopro de vida não se pode viver.
O Espírito Santo é como o vento: é uma realidade que envolve o mundo e o homem, umas vezes com suavidade outras com força. Não se sabe de onde vem. Sabe-se apenas que sem o vento as não nuvens não se moveriam, não haveria chuva e a terra morreria de sede, sem vida. É imprevisível e incontrolável. O que marca a nossa vida de fé. Não sabemos controlar o Espírito. É Ele que, como o vento, empurra as velas da barca da nossa vida. Não somos nós a ditar-lhe as nossas condições.
Este vento não se vê. Mas sente-se. O mesmo se passa com o Espírito Santo. Não O vemos mas sentimos os seus efeitos de bondade em nós.
O símbolo do sopro de vida recorda que toda a vida vem de Deus. Jesus, na cruz, morre “entregando o Espírito” (Jo 19,30). O Espírito que animava Jesus vai ser oferecido aos seus discípulos. E é de facto o Espírito que nos dá uma vida de qualidade. Uma vida apoiada n’Ele que é capaz de vencer todas as mortes que se atravessam à nossa frente.
Viver no Espírito Santo significa amar a vida que d’Ele nos vem e ser capaz de testemunhar com a própria vida a alegria que vem de um Deus que ama a vida.segunda-feira, 25 de maio de 2009
Espírito Santo (II)
Quem é? O que faz?
Apesar da nossa muita ignorância, a verdade é que o Espírito Santo está muito presente em toda a Bíblia. Desde o início, no livro do Génesis o espírito de Deus movia-se sobre a superfície das águas (Gen 1,2) até à última oração do último livro (Apocalipse): O Espírito e a Esposa dizem: «Vem! (Ap 22,17).
Mas muitas referências ao Espírito de Deus são indirectas. Usam símbolos para mostrar a acção de Deus a acontecer na vida do seu povo. Mas para captar a riqueza comunicativa destes símbolos temos que conhecer e entender o seu significado.
Santa Maria Madalena de Pazzi
Vinde, Espírito Santo.
Vós sois o Espírito da verdade.
Sois o prémio dos Santos,
o consolo das almas,
a luz nas trevas,
a riqueza dos pobres,
o tesouro dos que amam,
a abundância dos famintos,
o consolo dos peregrinos:
Enfim, Vós sois Aquele que contém em si todos os tesoiros.
Vinde, Vós que descestes ao seio de Maria.
Vinde, Vós que sois alimento de todo o pensamento casto,
a fonte de toda a bondade,
a plenitude de todo o bem.
Vinde, e transformai tudo o que em nós é obstáculo
para sermos plenamente transformados em Vós.
[Oração de S. Maria Madalena de Pazzi - In Música Calada em Oração]
http://www.carmelitas.pt/site/santos/santos_ver.php?cod_santo=27
Espírito Santo (I)
Acampaki Júnior - Deão (Viana do Castelo) - 30JUL a 2 AGO
Olá!
O mais certo é não nos conhecermos.
Não sei quem és, se rapaz ou rapariga.
Não sei a tua altura, a cor do teu cabelo
ou dos teus olhos. Mas pelos vistos antas por aqui.
E se andas pela Rede e caíste aqui,
fica sabendo que andamos a preparar coisas a pensar em ti.
(Sobretudo se tens entre 12 e 14 anos!)
O Acampáki é uma iniciativa muito feliz dos Jovens Carmelitas.
É muito querida por eles
e muito acarinhada por nós, Carmelitas, irmãos mais velhos.
A iniciativa é tão interessante
que há quem não durma o ano inteiro a pensar no assunto.
(Claro que há aqui um bocadinho de exagero,
mas só um bocadinho!)
Posso assegurar-te que há gente
que leva mais de um ano a pensar em ti.
Uns irás conhecê-los, outros não. Mas não tem mal.
Aqui, deste lado, está quem te queira bem
ainda que não nos conheçamos.
Foi por isso que pensamos no Acampáki Júnior,
porque tu mereces
e porque crescer na amizade é o melhor caminho
para conhecer Jesus. Conhecê-l’O e amá-l’O.
Não nos propomos outra coisa.
Nem sabemos muito mais.
Sabemos que somos amigos de Jesus,
que pretendemos ser amigos fortes de Jesus
e que a tua amizade nos pode ajudar
a sermos mais e melhor amigos de Jesus.
E que a nossa amizade te pode ajudar a ti
a crescer na amizade com Jesus.
Bem, não quero cansar-te e por isso
não vou escrever mais.
Vai aparecendo por aí para ver as coisas novas.
E se estiveres interessadointeressada
fala com os teus pais, com o teu pároco,
Com os teus catequistas.
Seria muito interessante que nos conhecêssemos.
O teu amigo,
Frei João. Carmelita!
domingo, 24 de maio de 2009
Notas Finais... Clarminhada, 22Mai'09
Em tempo oportuno as coisas foram-se preparando, buscou-se o pão e a manteiga, quem escrutinasse o trajecto, não esquecesse as velas, do passa-palavra, das lanternas, carro de apoio, faixas, recordações, guiões, cartazes, slides para o blog e um sem número de coisas mais que sempre faltam…
A Vigília da Luz, preparatória da clarminhada, começou com um pontual atraso de trinta minutos. Presidiu o Pe Vasco Nuno, que nos foi convidando a reacender a luz da fé na Luz de Jesus.
Ao terminar a Vigília todos puderam dizer que acenderam a sua vela na Luz de Cristo, porque só Ele é a Luz; porque de noite ou de dia Ele é a Luz;
porque jamais alguém pode dar a Luz como Ele; porque Ele nunca falha; porque… A seguir à Vigília havia uma prova de chá.
Os bolos vieram de Viana e da Figueira da Foz, da Gafanha e de Rosém, de Oiã e Avessadas. O chá foi obra da mãe Orquídea. Enquanto o degustávamos havia juras de pés rijos e vontades inquebrantáveis.
Também havia muitos abraços: afinal já não nos víamos desde a Peregrifáti, no início do mês… E por fim, feitas as contas, depois duma fotografia de grupo junto à estátua de São João da Cruz, lá partimos os 69 clarminheiros [Vindos de Alhadas (Figueira da Foz); Aveiro; Avessadas (Marco de Canaveses); Braga; Caíde de Rei (Lousada); Coimbra; Esgueira (Aveiro); Gafanha da Encarnação (Ílhavo); Gafanha da Nazaré (Ílhavo); Moinhos da Gândara (Figueira da Foz); Rosém (Marco de Canaveses); Viana do Castelo]!
Começa a Missa. Preside o Frei João, concelebra o P. Vasco Nuno e todos nós. Há apenas oito cadeiras para os seniores e um chão confortável para todos. A Missa começa cantando que já se ouvem os nossos passos e depois pára: havia que ouvir aquele coro de passarinhos que ensaiara um belo concerto para nós. E ouvimos. Que belo! Que bom é Deus que nos dá caminhos e passarinhos, estrelas e santuários, frescura e verdura, pedrinhas, água fresca e chá, oração, guias (que belos guias!), amigos sem igual, carro de apoio (não conhecemos melhor nem damos o telemóvel dele, podem estar certos!), noite e luz, boa disposição, poder de convocatória e de resposta, pão e vinho, oração e louvor. Que bom e que belo é Deus! Na Missa tudo é surpresa. Tinham-me perguntado se seria uma Missa normal e respondi que sim, porque não havia anormais entre nós. Mas não o seria de todo, pois haveria de ser uma Missa ao contrário: ali todos nos conhecíamos, todos nos ajudáramos, todos estávamos sujos, suados e cansados, com vontade de rezar, pedir perdão e agradecer, ouvir, pedir, comer e partir. Duas coisas ficaram da curta — enfim, uma curta! — homilia do Presidente: 1) Nem todos sabem, se é que alguém saberia, por que tantos nos encontrávamos ali. Porque sofremos tanto, enfrentando a noite, o susto e o medo, o imprevisto e o desconforto. Sim, se nos pedissem para nos justificarmos não se sabe bem o que diríamos se algo disséssemos. É muito difícil dizer porque preferimos a odisseia dos caminhos à odisseia dos sofás! É muito difícil até justificarmo-nos a nós mesmos. No entanto, estávamos ali, sob o olhar atento do Pai. Sim, Ele tudo vê e tudo conhece com verdade e profundidade. Ele recolhe cada gota de suor, casa respingo de dor muscular, cada surpresa e medo que nos assalta, a generosidade e os anseios de superação, a vontade, o desejo, a graça, e depois, tudo nos devolve em valor acrescentado; 2) A nossa clarminhada foi concretizada na véspera da celebração litúrgica da Solenidade da Ascensão. Cumpríramos simbolicamente o mandamento do Senhor: Ide por todo o mundo. Que melhor maneira de celebrar a Ascensão: O Senhor deixa de caminhar entre nós, e manda que os seus amigos caminhem até ao fim do mundo! E ali estávamos nós, não no fim do mundo mas no fim da clarminhada, dizendo-Lhe com os pés doridos e o corpo suado que lhe oferecíamos tudo o que temos e somos para que no mundo se ouça a sua Voz, se conheça a sua Boa Nova, se anuncie a sua Salvação. Terminada a Missa, terminou a festa. Havia ainda uma bela lembrança, tão bela quanto simples: ainda ninguém materializara a Gotinha, o nosso símbolo, e hei-la ali, castanha, bem recortada e bordada. Parabéns pela ideia e pela oferta! Chegou por fim o tempo dos abraços e beijos rápidos, que não impediram o rápido e sereno fim de festa. Às sete horas e cinco minutos trinta e seis pés correm ágeis, como filhos de gazela, pela gare dos Caminhos de Ferro de Aveiro. Ninguém diria que não tinham dormido, que os corpos estavam doridos da clarminhada de 20 quilómetros e que tinham rezado a Missa, apesar do desconforto e das dores.
Por fim ouviu-se um priuuuuuuuuuuuuuuu! E lá foram. Às nove e meia choviam no telélé do escriba mensagens de bom regresso, mas ele dormia profundamente e a velas despregadas numa cela conventual à beira-ria plantada. O regresso a casa foi calmo. A missão estava cumprida. Levemente vai reborbulhando em mim um desejo: abandonamos as carminhadas e passamos a fazer só clarminhadas? Que dizem? Quem levanta a mão?
Eu levanto!
sábado, 23 de maio de 2009
Domingo da Ascensão do Senhor
sexta-feira, 22 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Processo de Beatificação da Irmã Lúcia
Aprendiz de viajante
Al Berto (1948-1997)
Foto: Rarindra Prakarsa
terça-feira, 19 de maio de 2009
Vaticano lança portal para se ligar aos jovens

sábado, 16 de maio de 2009
Semana da Vida
VI Domingo da Páscoa
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João [Jo 15, 9-17]
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:«Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa. É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos.Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai. Não fostes vós que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça. E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá.O que vos mando é que vos ameis uns aos outros».
