terça-feira, 11 de agosto de 2009

Notas Finais I - Entrada no AAAcampáki

02 de Agosto: chegou o dia!!! Reunimo-nos para o AAAcampáki, o terceiro como mostra o número de tendas ou de Ás! Depois de termos o Amigo a acampar entre nós (Acampáki) e de termos alargado o espaço da nossa tenda (AAcampáki), chegou a altura de Lhe darmos um lugar no nosso coração (cf. 2 Cor 7,2). O tempo parecia sorrir e convidar: haveria mais piscina e a mata seria um bom refúgio, quer para orar quer para aprender! Parecia, dizia-se. Mas jamais voltámos a ter o tempo forte e quente do Acampáki original. E fomos chegando pouco a pouco à Quinta do Menino Jesus de Praga. É ali o nosso poiso. Entre a tardinha de Domingo e a manhã de Segunda lá estávamos: 24 jovens carmelitas! A maioria é repetente, mas também temos os caloiros, prontos a receber a praxe do primeiro Acampáki! Enquanto chegávamos uns ainda terminavam a sua festa (terminava o Acampáki Júnior), já os senadores acampákis iniciavam montagem das tendas... Esta é talvez uma das marcas do AAAcampáki: a maneira serena e calma como se começou a montagem do acampamento. Parecia que todos sabiam o seu lugar, independentemente de terem chegarado cedo ou não. As tendas voltaram a ser montadas no pomar, debaixo da sombra tranquila. S. João da Cruz recebeu mais uma vez os jovens de Caíde de Rei; S. Teresa de Jesus os de Braga; Isidoro Bakanja os de Viana do Castelo e de Coimbra (e como é querida esta aldeia ao Frei João e também ao Carmo Jovem!); S. Teresinha acolheu os jovens de Avessadas (que mereceram a distinção de constituir uma aldeia); a última, a dos Bem-aventurados Célia e Luís Martin recebeu os casais, que se juntariam a nós no fim-de-semana após uma semana de trabalho. Ainda não foi desta que os casais estiveram todo tempo connosco, mas esteve quase. Ainda assim fizeram de taxistas e mostraram-se presentes como primeiras ajudas. O jantar começou a hora incerta, mas nem isso era preocupante. Não se provaram iguarias, mas também não se deu muito trabalho à Nandinha. Estávamos ali à volta da mesa, como se não tivesse passado um ano. Faltavam alguns que as obrigações retardavam, mas nada parecia verdadeiramente surpreendente para os novatos: Aura, Bessa, Diana, Iolanda, Rafaela. Depois das iguarias vieram as primeiras regras e acertos que já não surpreendem ninguém. Tudo encaixa na perfeição. E ala para a pia dos pratos, que se faz tarde! A Apresentação foi feita no Santuário, sob o manto da noite alta. Primeiramente distribuíram-se os guiões e as faixas, e depois houve diálogo dois a dois, e de seguida em grande grupo recorrendo a uma dinâmica bem carmelita!!! Leu-se a Saudação do Responsável da Pastoral Juvenil da Ordem, onde todos ficaram a conhecer o Espírito Gato que há-de marcar os nossos dias!!! E quando já era dia 3 concluímos com a oração de Boas-vindas. Em seguida, pouco convictos, partimos para o desconforto das nossas tendas (suspirando pelos nossos colchões!), mas na alegria de nos sentirmos tão perto das estrelas, do mundo e do Amigo! Ainda ninguém sabe, mas ainda antes do silêncio cair como uma manta sobre o AAAcampáki levantar-se-á o Ronco, que, verdadeiramente só incomodará quem não adormece primeiro que ele. Aí está o Acampamento do Carmo Jovem. Vai ser um grande AAAcampáki!

Fotos - AAAcampáki - 2 a 9 de AGOSTO

domingo, 9 de agosto de 2009

XIX Domingo do Tempo Comum

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João [Jo 6, 41-51]

Naquele tempo, os judeus murmuravam de Jesus, por Ele ter dito:«Eu sou o pão que desceu do Céu».E diziam: «Não é Ele Jesus, o filho de José? Não conhecemos o seu pai e a sua mãe?Como é que Ele diz agora: ‘Eu desci do Céu’?» Jesus respondeu-lhes:«Não murmureis entre vós. Ninguém pode vir a Mim, se o Pai, que Me enviou, não o trouxer;e Eu ressuscitá-lo-ei no último dia. Está escrito no livro dos Profetas:‘Serão todos instruídos por Deus’. Todo aquele que ouve o Pai e recebe o seu ensino vem a Mim. Não porque alguém tenha visto o Pai;só Aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. Em verdade, em verdade vos digo: Quem acredita tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. No deserto, os vossos pais comeram o maná e morreram. Mas este pão é o que desce do Céu para que não morra quem dele comer. Eu sou o pão vivo que desceu do Céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que Eu hei-de dar é a minha carne,que Eu darei pela vida do mundo».

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Aconteceu o Acampaki Júnior

Na Quinta do Menino Jesus de Praga, num lugar perdido do monte de Deão um grupo de acampakids teve um grande encontro com o Amigo: foi o Acampaki Júnior. Muitos não sabiam muito bem ao que vinham, umas férias com piscina…imaginavam os preguiçosos. Outros, que tinham ouvido os relatos dos acampakis mais velhos, pensavam que era tudo baile, chouriço e brincadeira. Mas quando viram que tinham que lavar a louça, limpar as casas de banho, pôr mesa, acordar com uma buzina estridente e rezar no monte, ainda tentaram ligar para os pais a ver se podiam regressar, mas era tarde de mais. Ainda bem que era tarde, porque foram dias de muita alegria, partilha, diversão e amizade, bem ao estilo de Santa Teresa de Jesus.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Isidoro Bakanja

“Beato Isidoro Bakanja: Negro, puro e mártir” é o título de uma pequena biografia, de Frei João Costa, que relata, de uma forma simples, a vida de Isidoro Bakanja, jovem zairense, que nasceu nos finais do século XIX e morreu mártir no início do século XX. A vida de Isidoro foi, de facto, um fogo encantador e surpreendente. Este jovem pagão fez-se cristão numa Missão trapista, do Congo Belga. Desde o seu baptismo, este menino do silêncio deu um testemunho radical do que é viver sendo cristão. Foi mártir por amor a Cristo, em união a Maria, permanecendo fiel ao Escapulário que lhe havia sido imposto no dia em que entrou na Igreja. Não foi um pregador, mas a sua vida foi “um lugar para os outros”. Assim, ele tornou-se, no dizer de João Paulo II, um catequista pela caridade, fraternidade, diálogo e perdão.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Saudação aos gatos!

Olá!
Alegro-me muito que estejas no AAAcampáki a ler estas letras! Julgo que no ritmo das nossas vidas jovens do Carmo já entrou este gosto de nos encontrarmos a meio do Verão, para saborearmos a amizade que nos laça em Jesus. Sejamos bem-vindos, montemos as nossas tendas, façamos AAAcampáki. Quanto mais amigos, mais aaacampákis. Vivamos pois com força e sofreguidão este tempo de amizade, que nos há-de aquecer a esperança durante o Inverno! Saúdo particularmente os que ouviram dizer que o Acampáki era assim ou assim e assim e decidiram vir partilhar connosco o espírito acampáki neste AAAcampáki. O terceiro. Bem-vindo a quem vem pela primeira vez para a nossa tenda. (Quem veio ao primeiro talvez se tenha enganado. Quem veio ao segundo pode ter vindo provar que não se enganou no primeiro. Quem vem ao terceiro gostou!) Saúdo, claro, todos os outros com redobrada alegria: Mas como poderíamos nós sobreviver sem amigos, digo, sem Acampáki? Bem-vindos, pois, todos e todas! Este vai ser um Acampáki diferente. Estamos mais crescidos, a organização está diferente, nós estamos mais amigos, chegou gente nova e até já fizemos um Júnior. Existem novos sonhos: estamos a crescer e isso vê-se. Existem novos caminhos e beleza em segui-los; existem novos projectos e vontade em abraçá-los. Óptimo. Vamos em frente. Em todos os caminhos de bem o Amigo caminha connosco para, no fim da jornada, repousar connosco. Este ano, plantamos as nossas tendas em torno do lema: Dai-me um lugar no vosso coração. Bonita frase, mais uma vez. Mas apetece perguntar: Como andas de coração? Como anda o nosso coração: cheio ou vazio? A abarrotar ou desarrumado? Arejado ou com cheiro a mofo? Frio e áspero? Fofo e quente? Cansado e colesterado? Ágil e fresco? Quantos posters lá meteste? Quantos amigos lá tens? Quanta quincalharia lá guardas? Quantos concertos, DVD, perfumes, preocupações, sebentas, filmes, anéis, ténis, testes? Quanta coisa lá guardaste que, afinal, não faz falta e nem deveria lá estar? Quantos projectos abraçaste, se um basta? Quantos assuntos guardaste, se um é suficiente? Quantas palavras, sonhos, desafios, incertezas, telemóveis, mp3, e tantos outros gadgets e fios se enredam em ti e não te trazem serenidade nem sossego, antes ocupam o espaço e a disponibilidade que inviabilizam a atenção, o cuidado e o carinho devido ao Amigo? (Estás tão cheio de nada!) Não sentes que Ele te pede um lugar no coração? Será que Ele pode entrar? Será que O vamos deixar entrar? Será que ao entrar Ele se sentirá bem? Estou certo que sim, mas talvez pudesse sentir-se melhor. Proponho-te um exercício vamos cuidar de preparar o coração para o Amigo! Vamos cuidar de que ele possa entrar e descansar na tenda do nosso coração! Vamos dar-lhe um lugar, que Ele vem cansado do caminho e quer descansar junto dum coração amigo, recostar-se um pouco, descansar os olhos, reclinar a cabeça, refazer-se da refrega? (O teu coração é a toca em que ele quer ficar!) Porventura, reparaste já que Aquele que não coube nos Céus é quem nos pede morada? Aquele cuja glória excede os inlimites do Céu, aceita uma nesga da tua tenda? Que Aquele para quem o Céu foi criado te pede um lugar na tua tenda estreita e desarrumada? Vá lá: Por onde andas e em que pensas, se não pensas que a tua tenda é também para Ele? Vá. Vamos arrumar o AAAcampáki e arranjar-Lhe todos um lugar, porque Ele o quer no nosso coração! O espírito gato é isto mesmo. É a simpatia do olhar, o garbo de andar, o sossego de estar, a sabedoria do encolher para Ele entrar e ficar connosco. Vais ver que dormes e ronronas melhor aos pés Dele! Mesmo que durmas o teu coração vigia, e antes que os passos Dele cheguem tu te levantas, mias feliz, esticas os músculos da alma, agitas a cauda e vais rodear-Lhe as pernas. Depois, saltas-Lhe para o colo e deixas que te faça festas. (Boas festas!) Uma palavra para a Nandinha: Obrigado, gata, por teres vindo! Contigo somos uns aaacampákis um pouco melhores. Uma palavra para o Ricardo: Se não vieres não nos fazes falta, mas precisamos de ti onde estejas, porque onde estás precisas de estar. E por esse teu Acampáki também passa o Amigo. E aí estás bem, porque és feliz com Ele! Uma palavra para o Jorge: Obrigado, Coordenador; precisávamos dum assim e o Amigo lá sabe porquê. Uma palavra para ti, aaacampáki: O AAAcampáki é nosso, meu e teu e de todos. O AAAcampáki somos nós. Cuida deste monte onde crescem flores, passeiam gatos e gatas e o Amigo aprecia passear e repousar. Constrói, disfruta e deixa Deus entrar na tua própria casa! Aos gatos e às gatas do AAAcampáki: miau! A bênção. Frei João Costa Responsável da Pastoral Juvenil OCD

domingo, 2 de agosto de 2009

Já começou... AAAcampaki

XVIII Domingo do Tempo Comum

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João [Jo 6, 24-35]
Naquele tempo,quando a multidão viu que nem Jesus nem os seus discípulos estavam à beira do lago, subiram todos para as barcas e foram para Cafarnaum, à procura de Jesus. Ao encontrá-l’O no outro lado do mar, disseram-Lhe:«Mestre, quando chegaste aqui?»Jesus respondeu-lhes:«Em verdade, em verdade vos digo:vós procurais-Me, não porque vistes milagres, mas porque comestes dos pães e ficastes saciados.Trabalhai, não tanto pela comida que se perde, mas pelo alimento que dura até à vida eterna e que o Filho do homem vos dará. A Ele é que o Pai, o próprio Deus, marcou com o seu selo».Disseram-Lhe então:«Que devemos nós fazer para praticar as obras de Deus?»Respondeu-lhes Jesus:«A obra de Deus consiste em acreditar n’Aquele que Ele enviou».Disseram-Lhe eles:«Que milagres fazes Tu, para que nós vejamos e acreditemos em Ti? Que obra realizas? No deserto os nossos pais comeram o maná,conforme está escrito:‘Deu-lhes a comer um pão que veio do céu’».Jesus respondeu-lhes:«Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão do Céu;meu Pai é que vos dá o verdadeiro pão do Céu.O pão de Deus é o que desce do Céupara dar a vida ao mundo».Disseram-Lhe eles:«Senhor, dá-nos sempre desse pão».Jesus respondeu-lhes:«Eu sou o pão da vida:quem vem a Mim nunca mais terá fome,quem acredita em Mim nunca mais terá sede».

domingo, 26 de julho de 2009

AAAcampáki - 2 a 9 Agosto 09 (VIII)

«Dai-me um lugar no vosso coração.»
[2 Cor 7,2]
2 a 9 Agosto - Deão, Viana do Castelo

XVII Domingo do Tempo Comum

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João [Jo 6, 1-15]
Naquele tempo, Jesus partiu para o outro lado do mar da Galileia, ou de Tiberíades. Seguia-O numerosa multidão, por ver os milagres que Ele realizava nos doentes. Jesus subiu a um monte e sentou-Se aí com os seus discípulos. Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. Erguendo os olhos e vendo que uma grande multidão vinha ao seu encontro, Jesus disse a Filipe:«Onde havemos de comprar pão para lhes dar de comer?» Dizia isto para o experimentar,pois Ele bem sabia o que ia fazer. Respondeu-Lhe Filipe:«Duzentos denários de pão não chegam para dar um bocadinho a cada um». Disse-Lhe um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro:«Está aqui um rapazito que tem cinco pães de cevada e dois peixes. Mas que é isso para tanta gente?» Jesus respondeu: «Mandai sentar essa gente». Havia muita erva naquele lugar e os homens sentaram-se em número de uns cinco mil. Então, Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, fazendo o mesmo com os peixes; e comeram quanto quiseram.Quando ficaram saciados,Jesus disse aos discípulos:«Recolhei os bocados que sobraram,para que nada se perca». Recolheram-nos e encheram doze cestos com os bocados dos cinco pães de cevada que sobraram aos que tinham comido.Quando viram o milagre que Jesus fizera, aqueles homens começaram a dizer: «Este é, na verdade, o Profeta que estava para vir ao mundo». Mas Jesus, sabendo que viriam buscá-l’O para O fazerem rei, retirou-Se novamente, sozinho, para o monte.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Lançamento do livro do Frei João em Caíde de Rei

Decorreu ontem, dia 22, pelas 21h no Auditório do Centro Social e Paroquial de Caíde de Rei, a apresentação do livro B. Isidoro Bakanja - negro, puro e mártir, da autoria do Frei João Costa, OCD. (...)

Mais em http://gjsementinhas.blogspot.com/

domingo, 19 de julho de 2009

Bento XVI convida jovens a aproveitarem férias para projectos sociais e missionários

«Que para vós, queridos jovens, seja uma oportunidade para realizar úteis experiências sociais e religiosas»

sábado, 18 de julho de 2009

XVI Domingo do Tempo Comum

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos [Mc 6, 30-34]

Naquele tempo, os Apóstolos voltaram para junto de Jesus e contaram-Lhe tudo o que tinham feito e ensinado. Então Jesus disse-lhes:«Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco». De facto, havia sempre tanta gente a chegar e a partir que eles nem tinham tempo de comer. Partiram, então, de barco para um lugar isolado, sem mais ninguém.Vendo-os afastar-se, muitos perceberam para onde iam; e, de todas as cidades, acorreram a pé para aquele lugar e chegaram lá primeiro que eles. Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-Se de toda aquela gente, que eram como ovelhas sem pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas.

AAAcampáki - 2 a 9 Agosto 09 (VII)