sábado, 6 de fevereiro de 2010

XIII Carminhada | 13 Fev. 2010

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. «Quando tu me fitavas,
Teus olhos sua graça me infundiam;
E assim me sobreamavas
E nisso mereciam
Meus olhos adorar o que em ti viam.
Não queiras desprezar-me,
porque, se cor trigueira em mim achaste,
já podes ver-me agora,
pois, desde que me olhaste,
a graça e a formosura em mim deixaste.»
[São João da Cruz - Cântico Espiritual]
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

XIII Carminhada | 13 Fev. 2010

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CArMINHADAS
Levamos o Carmo Jovem no coração!
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ASPECTOS A TER EM ATENÇÃO:

 As carminhadas são abertas a todos os jovens;

 Ponto de encontro: 9h00, saída da Tocha (saída 10) da Auto-estrada 17.

 A carminhada termina após a Eucaristia;

 O almoço será partilhado, devendo cada participante levar de casa;

 Procura levar calçado confortável e já usado; roupa conveniente (um impermeável…);

 Haverá um carro vassoura (podem lá deixar ficar as mochilas com a comida), mas a maior honra dos condutores de carros vassoura é chegar ao fim vazios;

 Carminha ligeiro de equipagem;

 Nem tudo é necessário para carminhar;

 Quem participou já em outras Carminhadas já tem a faixa «Levamos o Carmo Jovem no coração». Devem levá-la.

CONFIRMAÇÃO

A confirmação de participação na Carminhada deverá

ser efectuada até ao dia 7 de Fevereiro para:

carmojovem@gmail.com

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

XIII Carminhada | 13 Fev. 2010

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Nunca é longo o Carminho

para chegar ao encontro do AMIGO!

Contamos contigo…

Confirmação: carmojovem@gmail.com

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Vida Consagrada, Solidária na esperança

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Decorre de 31 de Janeiro a 7 de Fevereiro, a Semana do Consagrado, com o seguinte lema:

Vida consagrada, solidária na esperança.

A vida consagrada revela-nos que só uma esperança activa se faz compromisso e vigilância. Sabemos em Quem acreditamos.

A alegria, o encanto, a beleza, a capacidade de entrega, o testemunho de felicidade, a audácia da missão, a valentia da generosidade e a heroicidade de vidas dadas no silêncio da contemplação ou na vanguarda da missão, desenham o rosto da consagração do nosso tempo.(...)

(...)Na raíz da vida consagrada estão os valores evangélicos da pobreza, da castidade e da obediência onde se funda o sentido do dom e da fidelidade de quem tudo dá porque dá a vida toda e para sempre.

A experiência da oração e a vida comunitária consolidam e fazem crescer estes valores assumidos e testemunhados e vão delineando o rosto de vidas felizes, dadas a Deus para servir os irmãos.

Compreende-se que esteja necessariamente associada a este testemunho de vida a urgência de uma pastoral vocacional dinâmica que faz dos consagrados(as) mediadores de vocação segundo o chamamento de Deus e no horizonte do carisma fundador de cada Instituto Religioso ou Secular.

[In Mensagem para a Semana do Consagrado, António Francisco dos Santos]

sábado, 30 de janeiro de 2010

IV Domingo do Tempo Comum

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Tu, Jovem carmelita,

sê nos carminhos do Carmo profeta do Amor,

contribuindo para o «advento» de um mundo mais humano! .

SÃO JOÃO DA CRUZ (1542 - 1591)

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[desenho de Samuel Cabete - Moinhos da Gândara]

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Juan de Yepes nasceu em Fontiveros, uma província de Àvila, Espanha, em 1542 (pensa-se no dia 24 de Junho). È o terceiro filho de um amor “proibido”, seu pai Gonzalo de Yepes, oriundo de uma família abastada de comerciantes de tecidos, fora deserdado por teimar casar com Catalina Alvarez, tecelã e órfã de pais e de bens. A vida deste casal não foi fácil desde o primeiro momento, viviam muito humildes e com dificuldades, sendo que após o nascimento de Juan, o seu pai fica muito doente e acaba por falecer. Catalina vê-se sozinha para criar Francisco, Luís e o mais novo. Inicia o que vai ser uma vida de peregrinação e sofrimento procurando em várias terras ajuda e reconhecimento da parte da família de seu marido, o que não encontra. Entre viagens, sacrifico e pobreza, Luís acaba por falecer ainda criança.
Em 1561, a família encontra-se em Medina del Campo, o irmão mais velho casa e Juan vai estudar para uma escola destinada a crianças pobres. É iniciado em diversos ofícios e presta serviços no Convento de Madalena, é um menino esperto e vivo, destaca-se pela sua habilidade, perspicácia e pelas suas boas inclinações.
É nesta altura, que Frei João se encontra com Santa Teresa de Ávila (1567), ele andava insatisfeito com o modo de vida dos conventos Carmelitas, pensando até ingressar na Ordem dos Cartuxos (ordem de muita austeridade), ela ansiosa por ter alguém que a ajudasse na Reforma do Carmo, já a tinha iniciado com as freiras, mas queria estendê-la e sentia necessidade de a levar também aos padres.
É assim que juntamente com o Frei António de Jesus de Herédia se prossegue a reforma e é em Duruelo que surge o primeiro Convento dos Carmelitas Descalços. Nesta altura, toma o nome de São João da Cruz, talvez devido à veneração que sempre teve pela Cruz de Cristo.
Esta transição da Ordem Carmelita para a Ordem dos Carmelitas Descalços não foi bem aceite pelos seus irmãos e foi considerado um rebelde. Na noite de 2 de Dezembro de 1577, Frei João da Cruz e seu companheiro Frei Germano de São Matias, são presos por um grupo de Padres Calçados e alguns leigos, que rebentam a porta da casa e os levam algemados ao Convento do Carmo. Alguns dias mais tarde o seu companheiro é solto enquanto Frei João da Cruz é levado ao Convento de Toledo onde é jogado num cárcere e ali permanece por nove meses. Conseguindo fugir no dia 19 de Agosto de 1578.
Este tempo de prisão conseguiu prender apenas seu físico, mas não o seu espírito, foi o período mais rico da sua espiritualidade, em que o Santo escreveu as mais belas poesias, o que lhe valeu o título de Patrono dos Poetas Espanhóis. É também notável a sua grande capacidade de amar e perdoar seus inimigos, mesmo aqueles que o prenderam.
Morreu no dia 14 de Dezembro de 1591 no Convento de Ubeda. A doença que motivou sua morte foi “uma erisipela que começou no peito do pé direito, começou sendo um diminuto glânulo, transformando-se numa inflamação virulenta que rebentou em cinco chagas, em forma de cruz”.
O seu corpo, em 1593, é transladado para Segóvia, onde se conserva até hoje.
Em 1926 é proclamado Doutor Místico da Igreja.
Os Santos não morrem, continuam vivos hoje dando-nos uma lição de amor e de vida e os seus escritos são verdadeiros tesouros de sabedoria :
Noite Escura
Cântico Espiritual
Chama de Amor Viva, são dos mais importantes!
Aprendamos com ele:
“amar não é sentir grandes coisas, mas em despojar-se e sofrer pelo amado.”
(Frei João da Cruz) .
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[Sofia Simões - Moinhos da Gândara]

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

XIII Carminhada | 13 Fev. 2010

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Juntos Carminharemos…
A Cruz é o verdadeiro carminho!
Vem…
confirmação: carmojovem@gmail.com
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Madrid 2011

.A Juventude na Europa

.A vida é para ser vivida.

Nenhuma terra é demasiado longínqua...

Nenhum obstáculo é demasiado alto...

PARA O ENCONTRO COM CRISTO!

É SUFICIENTE

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«Naquela região havia uma tremenda seca como nunca se tinha visto. A erva tinha secado. As árvores mais frágeis já estavam todas mortas. Nem sequer uma gota de água chovia do céu. Os animais estavam a morrer aos milhares. Poucos tinham força para fugir desta aridez desértica.
. A secura era cada dia maior. Até as fortes e velhas árvores, que afundavam as suas raízes na profundidade da terra, perdiam as suas folhas. Todas as fontes e nascentes tinham secado. Rios e ribeiros não tinham uma gota de água.
. Apenas uma pequena flor permaneceu com vida, porque uma pequeníssima nascente lhe dava ainda um par de gotas de água.
. Mas a nascente estava a ficar desesperada:
. - Tudo é aridez e morte. E eu nada posso fazer. Que sentido têm as minhas gotas de água?
. Ali próximo estava uma velha e robusta árvore. Ouviu a lamentação e, antes de morrer, disse à nascente:
. - Ninguém espera de ti que faças com que o deserto floresça. A tua missão é a de manteres com vida essa pequena flor. Nada mais.»
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[autor desconhecido]
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Quantos de nós não agem como esta nascente? Quantas vezes não vivemos cada dia com um catálogo de lamentações a nosso lado? Procuramos grandes coisas para completar os dias e esquecemo-nos das pequenas coisas que somos capazes de ver, de fazer... Sufocámos o pensamento sempre com mais, mais e mais… Experimenta andar com uns binóculos, com uma lupa, tenta ver o mundo numa outra dimensão, olha para as pequenas coisas, pequenos gestos de amor, ternura, simplicidade, olha e admira... Estes olhares jamais são pequenos perante o olhar de Deus. Uma missão: ama ainda mais o amor que carece ser amado! É suficiente!
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sábado, 23 de janeiro de 2010

III Domingo do Tempo Comum

«Somos missionários,

sobretudo por aquilo que se é...

e não tanto por aquilo que se diz ou faz»

[Enc. Redemptoris Missio, 23]

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010