. O pin, a gotinha do Carmo Jovem fica bem em todas as idades!
Maria Puga Araújo, filha do jovem casal,
Carlos Araújo (Caló) e Sameiro Puga com 1 ano e 2 meses..
. O pin, a gotinha do Carmo Jovem fica bem em todas as idades!
Maria Puga Araújo, filha do jovem casal,
Carlos Araújo (Caló) e Sameiro Puga com 1 ano e 2 meses..

.
Senhor
O ano é 1964 e o cenário é a escola St. Nicholas, no bairro nova-iorquino do Bronx. O vibrante e carismático padre Flynn (Philip Seymour Hoffman), tem tentado acabar com os rígidos costumes da escola, que há muito são guardados e seguidos ferozmente pela irmã Aloysius Beauvier (Meryl Streep), a directora com mãos de aço que acredita no poder do medo e da disciplina. Os ventos das mudanças políticas sopram pela comunidade e, de facto, a escola acaba de aceitar seu primeiro aluno negro, Donald Miller. Mas quando a irmã James (Amy Adams), uma freira inocente e esperançosa conta à irmã Aloysius sobre a sua suspeita, induzida pela culpa, de que o padre Flynn dá atenção exagerada a Donald, a irmã Aloysius vê-se motivada a empreender uma cruzada para descobrir a verdade e banir o padre da escola. Agora, sem nenhuma prova ou evidência, excepto a sua certeza moral, a irmã Aloysius trava uma batalha de determinação com o padre Flynn, uma batalha que ameaça dividir a Igreja e a escola com consequências devastadoras.
Se tens DÚVIDA, aparece!
SÁB’27 FEVEREIRO - Viana do Castelo
.
abre-nos, Deus, a porta
através das águas
para a grande viagem no deserto:
o combate com a morte no campo da vida,
a travessia dos limites, a nebulosa dos olhos
não se ensurdeça o nosso coração
porque a luta noctuma com o teu Nome
nos deixou no corpo marcas
dá-nos a graça de atravessar o riacho da vida
mesmo coxeando;
que caminhemos com a ligeireza
e a elegância do animal
que busca o esplendor do verdadeiro
nas coisas provisórias
e que desse combate com as imagens
nos aproximemos do horizonte da tua casa
donde vejamos as sementes do amor cobrindo a eira,
Deus que ligas o céu e a terra no teu Filho Jesus
e no Espírito
José Augusto Mourão In O Nome e a Forma, ed. Pedra Angular Fotografia: Patrizio del Duca/Grand Tour/Corbis
retirado de SNPC
. Esta nossa chamada vida, não é mais do que um círculo que fazemos de pó a pó: do pó que fomos ao pó que havemos de ser. Uns fazem o círculo maior, outros menor, outros mais pequeno, outros mínimo: De utero translatus ad tumulum: Mas ou o caminho seja largo, ou breve, ou brevíssimo; como é círculo de pó a pó sempre e em qualquer parte da vida somos pó. Quem vai circularmente de um ponto para o mesmo ponto, quanto mais se aparta dele, tanto mais se chega para ele: e quem, quanto mais se aparta, mais se chega, não se aparta. O pó que foi nosso princípio, esse mesmo e não outro é o nosso fim, e porque caminhamos circularmente deste pó para este pó, quanto mais parece que nos apartamos dele, tanto mais nos chegamos para ele: o passo que nos aparta, esse mesmo nos chega; o dia que faz a vida, esse mesmo a desfaz; e como esta roda que anda e desanda juntamente, sempre nos vai moendo, sempre somos pó.
.
.
«Nunca quis outro caminho senão o da cruz.», eis o título da XIII carminhada, em que eu mais uma vez participei com o Carmo Jovem, com muito gosto e muita felicidade.
[Joana Costa - Viana do Castelo]
http://joana-costa.blogspot.com
.
Estávamos no dia 13 de Fevereiro, era a data ideal para a 13ª Carminhada.
Ao chegar a Cantanhede fomos todos recebidos pelo já esperado frio e pelo calor de outros carminhantes. Estava tudo pronto para começar uma nova carminhada, desta vez na companhia de Frei Francisco Palau.
Foi entre saudações, risos e sorrisos que demos início à nossa carminhada com uma oração, que emoldurava na perfeição aquela maravilhosa paisagem (na qual a transparência das águas do lago se conjugava com o verde das plantas que o envolviam).
Enquanto carminhavamos, observávamos os pormenores do ambiente que nos rodeava. Alegria, surpresa e admiração. Estava assim na altura de fazer a segunda paragem deste nosso percurso.
Encontrávamo-nos no “Templo da mãe Natureza”, o nosso chão era terra enfeitada por folhas e ramos deixados cair acidentalmente pelas nossas paredes (as árvores), tomamos como tecto algo que nos sugere reflexão, paz e sossego (o céu). O objectivo era não só fazer silêncio no nosso exterior mas também “fazer silêncio no nosso interior” de modo a ouvir a brisa do vento que embalava carinhosamente os ramos das árvores sob as nossas cabeças.
Após este momento de silêncio recomeçamos o nosso percurso tentando contemplar toda a paisagem que nos rodeava sem esquecer as brincadeiras habituais. Já com as pernas a dar sinais de abrandamento avistamos a nossa terceira paragem, a Capela das Almas.
Foi envolta desta capela caiada, que formamos duas filas (rodas em forma de abraço) e meditamos um pouco sobre aqueles que já deixaram de carminhar neste mundo, recordando momentos, expressões ou acções que valorizem a ou as pessoas em causa. E a nós também. Já a fome nos visitava quando voltamos ao nosso carminho, sempre alegres e bem-dispostos. Foi então que encontramos a tão esperada igreja que teimava em acolher-nos na sua sombra. Foi nos pátios na Igreja de São José que fizemos a nossa terceira oração, reflectindo um pouco sobre o “Carminho da Cruz” e tudo aquilo que este significa para nós, Jovens Carmelitas. Foi também neste local que o nosso querido e sempre bem-disposto Frei João informou que à nossa espera estaria uma refeição que englobava três leitões. Esta informação deixou os mais esfomeados bastante sobressaltados.
Deu-se assim início ao tão esperado almoço. Estava na hora de recarregar as energias e, com toda a comida preparada pelos anfitriões — A Comunidade de São José de Tarelhos, Cantanhede —, esta tarefa não seria difícil de concretizar principalmente por parte dos mais comilões. A carminhar com as energias recarregadas, dirigimo-nos ao Moinho do Ti Fernando Claro onde, fomos convidados pelo Frei João não a simplesmente ouvir mas sim a escutar o som da mó a moer os grãos de milho. Após a oração foi dada a oportunidade aos curiosos de ver a mó mais de perto. Desta paragem no moinho ficou-nos marcado algo que o Frei João disse e que nos deixou a todos a meditar: “Os Homens que cultivam a terra e sabem fazer o melhor pão estão a desaparecer”. (Dos 15 moinhos que existiam na aldeia agora só há um!)
Obrigado Carmo Jovem.
[Maria Babo Martins e Francisco Babo Martins - Caíde de Rei ]