quarta-feira, 19 de maio de 2010

Mensagem do nosso pastor por uma noite

O Cónego Aníbal Pimentel Castelhano,
que foi o nosso pastor por uma noite,
na II Clarminhada em Coimbra, deixou uma mensagem a todos os jovens carmelitas.
O jovem cristão de hoje, tem de dar a mão ao outro jovem. Para isso tem que estar bem seguro a Deus para poder ter força. Pois quem conhece a Deus verdadeiramente, percebe que o seu Amor é relacional. É um Deus que não podemos guardar só para nós. Este é um Amor expansivo por natureza. Deus atinge-nos com ele, mas não pára em nós, passa a quem está em nosso redor.
Assim, quanto mais feliz é o nosso ambiente, mais felizes somos, uma vez que a verdadeira felicidade passa por nos darmos a quem está à nossa volta. Deste modo, à medida que O vamos descobrindo, vamos distribuindo, como quando temos uma novidade maravilhosa e corremos para contar à malta!
É uma felicidade que se expressa no olhar vivo, na alma, na vida cheia de sentido. Temos, como exemplo as nossas carmelitas, que vivem esta felicidade profundamente, tendo Deus a saltitar dentro delas.
É desta fonte que bebe o Carmo Jovem. Temos a missão de contaminar o mundo! Equilibrando-o no meio de tanta derrocada moral e relacional.
Vivemos num deserto, mas não estamos nesse deserto. Somos as flores que no meio do deserto, cativam e atraem, através da admiração a Deus. Temos a tendência a seguir o Bem, portanto temos de encontrar formas de O espalhar. Podemos fazê-lo através do testemunho da alegria, simpatia e empatia. É um bichinho que não larga.
Sejamos, em união com as nossas carmelitas, as flores do Carmelo neste mundo sedento de Verdade.
[Cónego Aníbal Pimentel Castelhano]

terça-feira, 18 de maio de 2010

Carminhar com o B16 dá-te asas!

O objectivo era ver o Papa e assistir à Eucaristia presidida por Sua Santidade. O início da Eucaristia era as 10:15h, do dia 14 de Maio, na Av. dos Aliados no Porto. O ponto de encontro era a Praça D. João I, em frente ao Rivoli, às 8:45h da manhã de sexta-feira. E assim foi que uns mais tarde outros mais cedo, lá nos juntamos os 7 jovens do Carmo Jovem vindos de: Marco de Canaveses, Caíde de Rei, Braga e Viana do Castelo. Éramos poucos, é certo, mas trazíamos “o Carmo Jovem todo no coração” para o entregar a Bento XVI, e não perdemos um momento para exibir a faixa que nos distingue de outros grupos de jovens, até nos “armamos” em emplastros para representar aqueles que como nós partilham de ideal de amor à moda dos carmelitas descalços.
Após nos juntarmos todos começámos a procurar um bom local para ver o Papa. Foi aqui que começou a aventura, rua acima rua abaixo, lá andámos nós a correr de um lado para o outro a procurar: “este não porque estamos muito longe”, “ este não porque não se vê o altar”, “aquele não porque estamos muito longe das grades para ver o Papa”. E lá fomos rua acima rua abaixo, e a hora cada vez mais perto e nós sem nos acomodarmos. Por fim, lá acabámos por nos acomodar ao fundo da Av. dos Aliados, junto à estátua do Jornaleiro. Parece que Deus já nos tinha reservado o lugar: dali conseguimos ver muito bem o Papa quando entrou na avenida; dali exibimos a nossa faixa para que o Papa a visse e nos abençoasse a todos, — certamente que o fez com o coração; ali também tivemos que fazer alguns malabarismos para conseguir algumas fotos do Papa.
Estávamos longe do altar para assistir à Eucaristia, mas Deus ainda tinha algumas surpresas para nós. Enquanto não as revelou, pensámos fingir que havia ali alguém grávido para que nos deixassem entrar na parte central da avenida, supostamente para ir às casas de banho que lá existiam. Por entre sugestões meio malucas para conseguir chegar à parte central, eis que abrem as grades depois de o Papa ter acabado de dar a volta à Avenida dos Aliados. E nós penetrámos mais além!
Uma vez no centro da avenida recomeçou a aventura: uns já exaustos dos encontrões da multidão sugeriam “vamos ficar por aqui”, mas a determinação da Verónica levou-nos até mais de meio da Avenida a um espaço vazio no meio da multidão, onde encontrámos uma pessoa querida do Carmo Jovem, o Frei Noé. Pelo caminho conseguimos arranjar alguns guiões da Eucaristia, já para não falar das bandeiras que já tínhamos arranjado para aclamar o Papa. Mais uma vez Deus tinha-nos reservado um cantinho. Instalados, aproveitamos para repor as energias antes do início da Eucaristia.
Cada um viveu o memorial da salvação ao seu jeito, certamente não deixando de rezar pelo Carmo Jovem. Foi um momento vivido com o coração, porque não é todos os dias que se tem a oportunidade de assistir a uma Eucaristia presidida pelo representante máximo da Igreja Católica. A chuva não foi capaz de nos deter, a nossa determinação foi suficiente para lhe fazer frente, todos trazem bons momentos no coração para relembrar.
No fim da Eucaristia, graças à persistência da Verónica conseguimos chegar ao presbitério e tocar em “Cristo Salvador”: claro que não foi no verdadeiro Cristo, mas sim naquilo que o representa na Eucaristia como “pedra viva do templo do Senhor”, o altar.
Acabadas as confusões da grande multidão, marcámos o nosso rumo para um local seco e quente para podermos almoçar e descansar. Pelo caminho deixámos alguns amigos que não nos acompanhariam para a Clarminhada. A tarde foi propícia à confraternização, algo que faz parte do carisma dos Carmelitas. Com a chegada do fim da tarde fomo-nos dirigindo para a estação de Campanhã, para aí apanharmos a nossa boleia na carrinha para Coimbra. Enquanto não chegava a boleia, recebemos a Sónia de Caíde de Rei, que nos vinha entregar a cruz, peça fundamental nas actividades do Carmo Jovem, que nos lembra que para seguir a Cristo cada um de nós tem que tomar a sua cruz e caminhar. A boleia chegou com mais membros do Carmo Jovem, deu-se lugar aos cumprimentos, despedimo-nos da Sónia e partimos rumo a Coimbra para Clarminhar noite dentro.
Pelo caminho dividimos as peripécias que nos aconteceram durante o dia, abriu-se lugar para a brincadeira e assim chegámos a Coimbra para a III Clarminhada. Mas o melhor e mais surpreendente ainda estava para vir. Como se verá noutra crónica.
[João Carlos I Rosém]

domingo, 16 de maio de 2010

NOSSO PASTOR POR UMA NOITE

Padre Aníbal Pimentel Castelhano
O Padre Aníbal Pimentel Castelhano foi o pastor por uma noite do Carmo Jovem. Na noite de 14 de Maio estivemos em Coimbra na II Clarminhada.
Nascia a 9 de Dezembro de 1943, um dos quatro filhos de Aníbal Marques Castelhano e de Rosa da Costa Pimentel. Baptizado como Aníbal Pimentel Castelhano, diz que de Castelhano só tem o nome, já que é um português de gema, sendo natural de Seixo de Mira.
Ao longo da sua vida, tem vindo a apurar o gosto pela leitura, sendo de seu particular interesse, livros de índole religiosa, apreciando também livros relacionados com a Psicologia. Quanto ao futebol, assiste, aplaudindo todos os que correm nos relvados, não torcendo por nenhuma equipa particular. Parte do seu percurso escolar foi feito no Seminário e, até aos 18 anos, tudo não passou de um percurso escolar normal, sem decisões de grande peso. A sua maior influência foi, sem dúvida, a sua família, em especial, o seu pai. Este era uma pessoa muito ligada à Igreja, tendo plantado no seu filho a semente que o iria “puxar” para o sacerdócio. Para fortalecer esta ideia que surgia, parte do seu grupo de amigos frequentava o seminário, escolhendo também o caminho da consagração.
Foi assim, ao atingir a maioridade, que começou a equacionar o problema de Deus e a ponderar seriamente sobre qual seria o seu caminho. Iniciou, então, Teologia no Seminário Maior de Coimbra. Como jovem dinâmico e incessante na descoberta da sua vocação, procurou, na Teologia, resposta para as suas dúvidas. Confessa que, de início, foi uma grande desilusão, pois a Teologia não lhe fornecia soluções para as suas equações de vida, apenas teorias e filosofias sobre Deus, que não provavam por a+b, o que ele tentava descobrir. Contudo, este foi o ponto de arranque para que começasse a procurar por si, a “estudar Deus”.
Todo este processo demorou mais dois anos, tomando a sua decisão absoluta aos 20 anos. Foi ordenado a 11 de Agosto de 1968.
Em relação às razões que o levaram ao sacerdócio, revela que “Uma pessoa apaixonada perde a cabeça e o coração! Por isso, o compromisso com Ele é uma consequência lógica.”. Declara ainda que, à medida que se vai percebendo o profundo Amor de Deus, gera-se a seguinte preocupação: “se Deus é tão bom, havendo que abanar o mundo para que ele O conheça!”. Esta torna-se uma exigência de vida, há um desejo constante de transformação do mundo. É uma missão de “ser ponte entre os homens e Deus, pegar nos dois e aproximá-los”.
Continuando a sua viagem, veio de Leiria para Coimbra, ficando como Presidente da Cáritas, vivendo no Monte Formoso e estando desligado de qualquer paróquia. Frequentava, assiduamente, a eucaristia presidida pelo seu afilhado, Pe. João Lavrador, no Carmelo de Santa Teresa. Habituou-se ao Carmelo e o Carmelo a si, de modo que, como uma sequência de vida, tornou-se Capelão do Carmelo de Santa Teresa. Actualmente, além de Capelão, é Pró-Vigário Geral, Promotor da Justiça e Presidente da Obra do Frei Gil.
[Cristiane Macedo I Coimbra]

II CLARMINHADA 14|MAIO|10 - COIMBRA

Encontro com Bento XVI

Olá, jovens c@rmelitas!

Bom dia a todos. A III Clarminhada correu muito bem. E acabou muito bem. A foto documenta uma despedida. Sabem de quem? Alguém tem visto a Raquel? Por favor dêem pistas.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Encontro com Bento XVI

Encontro com Bento XVI + III Clarminhada – Programa

Vem! Vamos Carminhar com o Papa…

14 de Maio

Porto

08h45m - Encontro (Prça. D.João I – junto ao Rivoli);

10h15m - Celebração da Santa Missa (Av. dos Aliados);

13h00m - Almoço (aconselha-se a levar algo para comer e partilhar);

Tarde - Viagem de comboio para Coimbra, a carminho da III Clarminhada;

Coimbra

19h30m - Jantar;

21h00m - Concentração no Penedo da Saudade (junto ao Memorial da Irmã Lúcia);

Vigilia de Oração III Clarminhada;

... Clarminharemos...

Eucaristia no Carmelo de Santa Teresa

Levamos o Carmo (jovem... e o Papa Bento XVI) no coração!

Leva a faixa do Movimento Carmo Jovem

Confirma a tua presença para carmojovem@gmail.com

Para mais informações sobre a Visita Pastoral do Papa Bento XVI a Portugal, consulta os sítios:

http://www.bentoxviportugal.pt/

http://www.agencia.ecclesia.pt/

http://www.cp.pt/cp/displayPage.do?vgnextoid=67751c639f984010VgnVCM1000007b01a8c0RCRD&contentId=0cde73e435a38210VgnVCM100000be01a8c0RCRD (horários comboios especiais CP)

http://www.cp.pt/StaticFiles/CP/Imagens/PDF/Passageiros/noticias/2010/Porto_14Maio.pdf (horários comboios especiais CP - pdf)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Em comunhão com o Papa

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15 mil jovens acompanharam Bento XVI

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Vem caRminhar com Bento XVI

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Sexta-feira I 14 de Maio´10 I Porto

. Ponto de encontro

. Praça D. João I (junto ao Rivoli) às 8h45

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Leva a faixa do Movimento Carmo Jovem

. “Levamos o Carmo (jovem) no coração!”

. Confirma a tua presença: carmojovem@gmail.com

terça-feira, 11 de maio de 2010

Sinal de Alegria...

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. «Venho como peregrino de Nossa Senhora de Fátima»

[Papa Bento XVI].

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O Papa não desiludirá a juventude portuguesa

O Papa Bento XVI não é um jovem português. Não veste springfield nem usa sapatos de vela; não navega no twitter nem faz surf na Ericeira; não é do CDUP nem vibra com o Benfica; não é vegetariano nem forcado nas touradas; não liga nada á política nem tem um trauma com a matemática; não canta fado como a Carminho nem é alternativo como os “Flor Caveira”; não resiste a uma mini nem tem automóvel antes de ganhar dinheiro; não abriu um bar na Foz do Porto nem organiza despedidas de solteiros; não abandona a Igreja depois do Crisma nem se oferece para ir a Fátima com os avós; não é fan dos “Gato Fedorento” nem perdeu a pachorra para os “Morangos”; não se mete no “Andanças” nem é fan do “Rock in rio”; não andou nas “Belas artes” nem passa a vida na Gulbenkian; não fez Erasmus em Itália nem sonha com um MBA em Tóquio; não viveu nenhuma “queima das fitas” nem fez uma viagem de finalistas a Cuba, não foi voluntário em S. Tomé nem foi passar nenhuma Páscoa a Taizé; não fez nenhum empréstimo para pagar a primeira prestação da casa nem atrasou o casamento por falta de emprego estável. O Papa Bento XVI não usa havaianas nem os jovens portugueses falam latim, embora ambos não prescindam das novas tecnologias e gostem de rezar com ipod. Que podem os jovens portugueses esperar do Papa não sendo ele um “papa jovem”? O Papa Bento XVI conhece as expectativas, ousadias e esperanças dos jovens portugueses? Que dirá o Papa aos jovens que querem construir a sua felicidade a partir de Cristo? Responderá o Papa ao desencanto da fé e á desilusão do mundo que tantos jovens experimentam? Que caminhos proporá Bento XVI aos que esperam por respostas mais discernidas e abrangentes para os dilemas das suas próprias existências? Que dirá o Papa aos jovens que, por alguma razão, quase sempre emocional, deixaram de confiar na Igreja e se afastaram da prática da fé? Que dirá o Papa a todos os que se fecharam ao dialogo e consideram a igreja católica uma instituição dispensável? No programa da visita do Papa Bento XVI a Portugal não existe um momento de encontro específico com a Juventude portuguesa. No entanto, milhares e milhares de jovens estarão presentes em todos os momentos e celebrações da sua visita. O programa www.eu-acredito.net, impulsionado por jovens ligados a Schoenstatt, às Equipas de Jovens de N. Senhora, aos Jesuítas (Cupav) e ao Patriarcado de Lisboa é revelador da expectativa e do empenho de uma ampla e variadíssima conjugação de jovens de inúmeras sensibilidades eclesiais que enriquecem e fazem a Igreja. E todos sabemos, de muitas outras iniciativas juvenis que acompanharão a visita do santo padre como passeios de bicicleta, debates e conferências, peregrinações a pé, até á grande vigília nocturna dos aliados no Porto coordenada pelos universitários do Creu-il, para além da presença nos encontros do santo padre com o mundo da cultura e compromisso social. Que dirá o Papa aos portugueses? Rever-se-ão os mais jovens nas suas palavras e propostas? O que dirá o Papa, obviamente, não sei. Mas sei que o que disser foi muito rezado, discernido e será proposto como um caminho positivo que nos fará ousar viver a verdade a partir da caridade. É exactamente neste caminho de esperança que o Papa e os jovens portugueses coincidem. O Papa, com a sua belíssima idade e grande sabedoria converge com a juventude portuguesa que anseia por um novo fascínio por Deus e pela Sua liberdade. O nosso querido Papa Bento XVI não é um homem desiludido com a vida e desenquadrado do nosso tempo. Não é um vendedor de sonhos fáceis mas um promotor de vidas agradavelmente exigentes que buscam no discernimento mais caminhos do que soluções. Não é um homem fechado ao diálogo, nem ao progresso. Não é um castrador de novos pensamentos ou visões mas um sábio construtor de mundos com raízes. Não é um profeta da desgraça mas um construtor de pontes e um denunciador das injustiças. É um homem que tem os pés na terra, que conhece como ninguém a grandeza e os dramas da juventude do nosso tempo, a falência das respostas fáceis, assim como as aspirações mais puras e profundas das gerações que querem dar um novo rumo ao futuro. O Papa não tem medo de viver no tempo da nossa post-modernidade líquida, global, fragmentária. Não espanta, portanto, que as aspirações do Papa coincidam com muitos dos sonhos dos jovens portugueses que encontram na matriz cristã da sua cultura as linhas por onde desejam traçar a sua própria identidade e o seu futuro. É justo esperar que, longe das etiquetas de “conservador” ou “progressista”, o santo padre confirme na inteligência da sua fé e na força seu magistério aquilo que, na perspectiva cristã é inegociável, da defesa da vida, da paz entre os povos, da sustentabilidade do planeta até á condenação do lucro fácil, dos relativismos éticos e sociais, das egolatrias e esquecimento dos mais frágeis. Haverá lugar para surpresas? Estou convencido que sim. O actual papa é um homem de profundas convicções alicerçadas na sua profundidade intelectual. Mas Bento XVI tem-se revelado um visionário esperançado que sabe ler positivamente os sinais do tempo presente oferecendo propostas, inclusive institucionais, sem romper com a coerência do evangelho. As suas palavras, dirigidas a todos mas acolhidas como “pão para a boca” pela juventude portuguesa poderão, quais “pedras no charco” agitar as nossas elites artísticas, universitárias e culturais, os nossos políticos e todos os agentes sociais. É neste enquadramento que se poderá, inclusive, sonhar e estruturar uma pastoral da juventude alicerçada na erudição dos conteúdos cristãos mantendo a sua vivacidade e frescura. Que podemos esperar? Acredito que o santo padre não dirá aos portugueses apenas o que já disse noutras ocasiões, a saber, que “o cristianismo não é um conjunto de proibições, uma religião de “nãos”; que “é justa a aspiração á liberdade e felicidade de cada jovem ainda que misturada de inquietude”; que “é importante perder os medos e dar tudo a Cristo porque Ele não tira nada a ninguém mas dá tudo”; que “é preciso recuperar a experiencia vibrante do diálogo com Deus, de lhe abrir o coração, de confiar, de criar laços eternos de amizade”; que “somos chamados á santidade” e que o podemos ser em todas as vocações laicais, religiosas e sacerdotais; que “a vida não se joga fora porque Deus tem um projecto para cada um”; que “discernir a verdade e centrar a vida em si mesmo é uma armadilha total”; que é fatal cairmos nos abismos da droga, do sexo descartável, da obsessão do dinheiro ou do prestígio; Que a família é o matrimónio são “património da humanidade”; que temos que aliar a fé á cultura e á justiça; que Deus tem sentido de humor, etc. O Papa não desiludirá a juventude portuguesa. Ele vem para suscitar sonhos em nós. Ele sabe que só o amor é digno de fé e conhece os caminhos da verdade que podem conduzir a juventude, na valentia das decisões definitivas á pratica da caridade. O Papa não entende o serviço da Igreja à juventude como uma experiencia emocional, generosa, desenraizada da erudição, da beleza e da inteligência, das exigências e da criatividade da fé. Seria tão bom que o Papa pedisse á juventude portuguesa e aos jovens cristãos em particular, a ousadia de ser capaz de falar ao coração da humanidade, suscitar esperanças, de ampliar os horizontes do conhecimento e do compromisso humano. A juventude portuguesa agradece ao Santo Padre por tamanha coincidência nas perspectivas e nos desejos. P. Carlos Carneiro, sj

sábado, 8 de maio de 2010

VI Domingo da Páscoa

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Jovem Carmelita…
. Alegremo-nos,
. a Santíssima Trindade habita em nós.
. Somos morada de Deus!
. Dêmos-Lhe todo o nosso amor!
. Que a Graça de Deus impele os nossos jovens corações!
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. Alegremo-nos
com Bento XVI em nossa casa!
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