sábado, 22 de maio de 2010

DOMINGO DE PENTECOSTES

Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos». [Jo 20, 19-23]

quinta-feira, 20 de maio de 2010

PARA MIM "PEREGRIFATI" É...

Para mim, “Peregrifati” é o nome que se dá à vontade do ser humano de partilhar com a Mãe do Céu a sua vida.
A minha primeira Peregrifati que fiz quis descobrir o sentimento de paz e harmonia interior que se sente quando se chega ao Santuário de Fátima.
A segunda Peregrifati que irei fazer é porque admiro a Mãe. A confiança sem reserva que coloca nas mãos de Deus, abdicando da sua vontade própria.
Reconheço que é um Modelo de vida a seguir, mas tenho muita dificuldade em abdicar da minha vontade. Talvez a Mãe me ajude nesta caminhada de aproximação da verdade e de Amor.
[CMM]

IV Peregrifati | 2 a 6 JUN | MIRA-FÁTIMA

Peregrinação a Fátima
Itinerário
02 JUN: Mira
03 JUN: Mira – Alhadas
04 JUN: Alhadas – Ilha
05 JUN: Ilha – Fátima
06 JUN: Fátima
Inscreve-te até 27 de Maio de 2010
carmojovem@gmail.com

José Tolentino Mendonça

"Eu sinto que a procura de Deus é a dimensão mais forte da minha existência. Em última análise é dessa procura - humilde, inacabada, sempre a ser refeita - que me alimento. Vivo na sua expectativa, deslumbro-me com a revelação surpreendente e polifónica da sua presença, sofro e interrogo o seu silêncio... Com a consciência profunda, porém, de que estes contornos mais intensos ou mais frágeis da minha procura não são os mais importantes. Importante é, nas horas da graça ou naquelas de densa escuridão, saber-se buscado, saber que é Deus quem nos procura..."
Excerto da entrevista a José Tolentino Mendonça, sacerdote, poeta... nas suas palavras cheias de luz e sabedoria humilde... emocionante...
Ao som de Ólafur Arnalds, se quiserem...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Beato Ciríaco Elias Chavara

Traços de uma Biografia de Beato Ciríaco Elias Chavara
Vigário-geral, Co-fundador da Ordem Carmelita de Maria Imaculada
“sin otra luz e guía sino la que en el corazón ardía”
Se, com ânsias e em amores inflamada, a “noche oscura” em Fr. Juan de la Cruz, foi expressão da vida mística da Fé, a perseverança, segurança e ventura de Beato Elias legou uma ditosa forma de orar e viver a Fé na Igreja Cristã do Oriente.
Beato Elias Chavara foi desde o ventre materno acolhido pelos seus pais piedosos, que o levaram solenemente a batizar, decorridos oito dias, conforme costume, a 18 de fevereiro de 1805 em Kainakary(Índia).
Na primeira década de vida formou o seu espírito na escola local em Kalari, bebendo o saber linguístico e científico ministrado pelo seu professor hindu. Desde cedo inspirado pela llama “sólo en su Dios arrimada” deu os primeiros passos no caminho do sacerdócio pela mão do pároco da Igreja de São José.
No ano de 1818, na tenra idade de 13 anos, o mesmo menino Ciríaco ingressou no seminário de Pallipuran, tendo como exemplar superior o reitor Tomás Palackal. O seu vínculo extremoso à vida sacerdotal deu-se em 29 de novembro de 1829, aos 24 anos, tendo subsequentemente celebrado a sua primeira missa na igreja de Chennankari.
A este homem do senhor, foi-lhe destinado o ministério pastoral, mas amiúde voltava ao seminário para perorar e também assumir as funções de reitor, na ausência de Tomás Palackal. Nesse tempo, juntou-se a este e a Tomás Porukara, que já gizavam a formação de uma congregação.
Em 1830 recebeu a digníssima missão de ir para Mannanam para lançar a primeira pedra, ato consomado no dia 11 de maio de 1831.
Ambos os idealizadores da fundação já em união com Deus, Ciríaco assumiu com empenho resoluto a liderança do estabelecimento da congregação. Porquanto, no dia 8 de dezembro de 1855, festa da Imaculada Conceição, celebrou a profissão religiosa juntamente com dez companheiros, consolidando definitivamente a Ordem Carmelita de Maria Imaculada.
Permaneceu, então, como prior-geral de todos os monastérios da Congregação no período compreendido entre 1856 e o seu passamento. Entrementes, colaborou igualmente na fundação do Instituto das Irmãs da Mãe do Carmelo, em 1866.
Chegados ao ano de 1861 padeceu a Igreja de Kerala um grande cisma, nesse momento Beato Elias experimentou imensas asperezas, mas agiu sem sonegar a sua fonte que mana e corre e deu espírito aos versos de Frei Juan de la Cruz – Mi alma se ha empleado/ y todo mi caudal en su servicio – na canção “adónde te escondiste”. De tal modo que com espírito vívido foi o porta-voz ativo da resistência às incursões cismáticas dos ritos indianos, mantendo a fidelidade à Igreja de S.Pedro e ao rito latino, afastando o bispo caldeu, de nome Tomás Rokos, que estava destituído de autoridade eclesiástica.
Por esta dedicação veladora dos ritos cristãos Ciríaco Elias Chavara foi nomeado a partir de 1861 Vigário-Geral da Igreja Sírio-Malabar pelo Arcebispo de Verapolly. Portanto, desde aquele tempo até hoje, é reconhecido pela comunidade católica e pelos mais altos dignatários da Igreja como defensor da Igreja de Cristo, pela sua incansável e árdua luta pelo respeito e fidelidade a Roma, especialmente a sua histórica liderança, tenacidade e eficácia no pleito religioso e infiltração cismática de Tomás Rokos.
O cisma, embora não tenha prevalecido, deixou lastro de inconvenientes divisões, que persistem até hoje na região. Dado que, após a morte do Beato Ciríaco, um bispo, de nome Mar Elias Mellus, recusando-se a obedecer às normas da Cúria de Roma, formou uma comunidade independente, denominada “melusinos”, cujos seguidores totalizam 5 mil nos dias de hoje.
Se a Igreja católica possui hoje raízes naquelas comunidades isso deve-se essencialmente à intervenção do Beato. Sem essa fervorasa entrega à Fé Cristã, o catolicismo estaria esmorecido ou até extinto na região.
Após contrair uma doença fulminante, Ciríaco Elias Chavara entregou santamente a sua alma a Deus, no ano de 1871(com 66 anos), na cidade de koonammavu, próximo de Kochi, em profunda e imaculada solidariedade com a sua Fé. A sua última morada terrena foi a Igreja do Bom Pastor de Kattayam.
O Papa João Paulo II beatificou-o no dia 8 de fevereiro de 1986, em Kottayan na Índia. Ficou a sua memória litúrgica a celebrar no dia 3 de janeiro.
A sua espiritualidade permance como indiana, sacerdotal, monacal, carmelita, eucarística, mariana, apostólica, mas kupiakós “homem do senhor” foi essencialmente, e, antes de tudo, um homem de oração.
[Marcelo Vieira I Viana do Castelo]
Noche oscura
Fr Juan de la Cruz
Qué bien sé yo la fonte que mana y corre aunque es de noche 1. Aquella eterna fonte está ascondida, que bien sé yo dó tiene su manida, aunque es de noche.
2. [En esta noche oscura de esta vida, qué bien sé yo por fe la fonte frida aunque es de noche.]
3. Su origen no lo sé, pues no le tiene, mas sé que todo origen della viene, aunque es de noche
4. Sé que no puede de ser cosa tan bella y que cielos y tierra beben della, anque es de noche
5. Bien sé que suelo en ella no se halla y que ninguno puede vadealla, aunque es de noche
6. Su claridad nunca es escurecida, y sé que toda luz de ella es venida, aunque es de noche
7. Sé ser tan caudalosos sus corrientes, que infiernos, cielos riegan, y las gentes, aunque es de noche.
8. El corriente que nace desta fuente bien sé que es tan capaz e omnipotente, aunque es de noche.
9. El corriente que de estas dos procede, sé que ninguna de ellas le precede, Aunque es de noche.
10. [Bien sé que tres en sola una agua viva residen, y una de otra se deriva, aunque es de noche.]
11. Aquesta eterna fonte está escondida en este vivo pan por darnos vida, Aunque es de noche.
12. Aquí se está llamando a las criaturas, y de esta agua se hartan, aunque a escuras, Porque es de noche.
13. Aquesta viva fuente que deseo, en este pan de vida yo la veo, Aunque es de noche

Mensagem do nosso pastor por uma noite

O Cónego Aníbal Pimentel Castelhano,
que foi o nosso pastor por uma noite,
na II Clarminhada em Coimbra, deixou uma mensagem a todos os jovens carmelitas.
O jovem cristão de hoje, tem de dar a mão ao outro jovem. Para isso tem que estar bem seguro a Deus para poder ter força. Pois quem conhece a Deus verdadeiramente, percebe que o seu Amor é relacional. É um Deus que não podemos guardar só para nós. Este é um Amor expansivo por natureza. Deus atinge-nos com ele, mas não pára em nós, passa a quem está em nosso redor.
Assim, quanto mais feliz é o nosso ambiente, mais felizes somos, uma vez que a verdadeira felicidade passa por nos darmos a quem está à nossa volta. Deste modo, à medida que O vamos descobrindo, vamos distribuindo, como quando temos uma novidade maravilhosa e corremos para contar à malta!
É uma felicidade que se expressa no olhar vivo, na alma, na vida cheia de sentido. Temos, como exemplo as nossas carmelitas, que vivem esta felicidade profundamente, tendo Deus a saltitar dentro delas.
É desta fonte que bebe o Carmo Jovem. Temos a missão de contaminar o mundo! Equilibrando-o no meio de tanta derrocada moral e relacional.
Vivemos num deserto, mas não estamos nesse deserto. Somos as flores que no meio do deserto, cativam e atraem, através da admiração a Deus. Temos a tendência a seguir o Bem, portanto temos de encontrar formas de O espalhar. Podemos fazê-lo através do testemunho da alegria, simpatia e empatia. É um bichinho que não larga.
Sejamos, em união com as nossas carmelitas, as flores do Carmelo neste mundo sedento de Verdade.
[Cónego Aníbal Pimentel Castelhano]

terça-feira, 18 de maio de 2010

Carminhar com o B16 dá-te asas!

O objectivo era ver o Papa e assistir à Eucaristia presidida por Sua Santidade. O início da Eucaristia era as 10:15h, do dia 14 de Maio, na Av. dos Aliados no Porto. O ponto de encontro era a Praça D. João I, em frente ao Rivoli, às 8:45h da manhã de sexta-feira. E assim foi que uns mais tarde outros mais cedo, lá nos juntamos os 7 jovens do Carmo Jovem vindos de: Marco de Canaveses, Caíde de Rei, Braga e Viana do Castelo. Éramos poucos, é certo, mas trazíamos “o Carmo Jovem todo no coração” para o entregar a Bento XVI, e não perdemos um momento para exibir a faixa que nos distingue de outros grupos de jovens, até nos “armamos” em emplastros para representar aqueles que como nós partilham de ideal de amor à moda dos carmelitas descalços.
Após nos juntarmos todos começámos a procurar um bom local para ver o Papa. Foi aqui que começou a aventura, rua acima rua abaixo, lá andámos nós a correr de um lado para o outro a procurar: “este não porque estamos muito longe”, “ este não porque não se vê o altar”, “aquele não porque estamos muito longe das grades para ver o Papa”. E lá fomos rua acima rua abaixo, e a hora cada vez mais perto e nós sem nos acomodarmos. Por fim, lá acabámos por nos acomodar ao fundo da Av. dos Aliados, junto à estátua do Jornaleiro. Parece que Deus já nos tinha reservado o lugar: dali conseguimos ver muito bem o Papa quando entrou na avenida; dali exibimos a nossa faixa para que o Papa a visse e nos abençoasse a todos, — certamente que o fez com o coração; ali também tivemos que fazer alguns malabarismos para conseguir algumas fotos do Papa.
Estávamos longe do altar para assistir à Eucaristia, mas Deus ainda tinha algumas surpresas para nós. Enquanto não as revelou, pensámos fingir que havia ali alguém grávido para que nos deixassem entrar na parte central da avenida, supostamente para ir às casas de banho que lá existiam. Por entre sugestões meio malucas para conseguir chegar à parte central, eis que abrem as grades depois de o Papa ter acabado de dar a volta à Avenida dos Aliados. E nós penetrámos mais além!
Uma vez no centro da avenida recomeçou a aventura: uns já exaustos dos encontrões da multidão sugeriam “vamos ficar por aqui”, mas a determinação da Verónica levou-nos até mais de meio da Avenida a um espaço vazio no meio da multidão, onde encontrámos uma pessoa querida do Carmo Jovem, o Frei Noé. Pelo caminho conseguimos arranjar alguns guiões da Eucaristia, já para não falar das bandeiras que já tínhamos arranjado para aclamar o Papa. Mais uma vez Deus tinha-nos reservado um cantinho. Instalados, aproveitamos para repor as energias antes do início da Eucaristia.
Cada um viveu o memorial da salvação ao seu jeito, certamente não deixando de rezar pelo Carmo Jovem. Foi um momento vivido com o coração, porque não é todos os dias que se tem a oportunidade de assistir a uma Eucaristia presidida pelo representante máximo da Igreja Católica. A chuva não foi capaz de nos deter, a nossa determinação foi suficiente para lhe fazer frente, todos trazem bons momentos no coração para relembrar.
No fim da Eucaristia, graças à persistência da Verónica conseguimos chegar ao presbitério e tocar em “Cristo Salvador”: claro que não foi no verdadeiro Cristo, mas sim naquilo que o representa na Eucaristia como “pedra viva do templo do Senhor”, o altar.
Acabadas as confusões da grande multidão, marcámos o nosso rumo para um local seco e quente para podermos almoçar e descansar. Pelo caminho deixámos alguns amigos que não nos acompanhariam para a Clarminhada. A tarde foi propícia à confraternização, algo que faz parte do carisma dos Carmelitas. Com a chegada do fim da tarde fomo-nos dirigindo para a estação de Campanhã, para aí apanharmos a nossa boleia na carrinha para Coimbra. Enquanto não chegava a boleia, recebemos a Sónia de Caíde de Rei, que nos vinha entregar a cruz, peça fundamental nas actividades do Carmo Jovem, que nos lembra que para seguir a Cristo cada um de nós tem que tomar a sua cruz e caminhar. A boleia chegou com mais membros do Carmo Jovem, deu-se lugar aos cumprimentos, despedimo-nos da Sónia e partimos rumo a Coimbra para Clarminhar noite dentro.
Pelo caminho dividimos as peripécias que nos aconteceram durante o dia, abriu-se lugar para a brincadeira e assim chegámos a Coimbra para a III Clarminhada. Mas o melhor e mais surpreendente ainda estava para vir. Como se verá noutra crónica.
[João Carlos I Rosém]

domingo, 16 de maio de 2010

NOSSO PASTOR POR UMA NOITE

Padre Aníbal Pimentel Castelhano
O Padre Aníbal Pimentel Castelhano foi o pastor por uma noite do Carmo Jovem. Na noite de 14 de Maio estivemos em Coimbra na II Clarminhada.
Nascia a 9 de Dezembro de 1943, um dos quatro filhos de Aníbal Marques Castelhano e de Rosa da Costa Pimentel. Baptizado como Aníbal Pimentel Castelhano, diz que de Castelhano só tem o nome, já que é um português de gema, sendo natural de Seixo de Mira.
Ao longo da sua vida, tem vindo a apurar o gosto pela leitura, sendo de seu particular interesse, livros de índole religiosa, apreciando também livros relacionados com a Psicologia. Quanto ao futebol, assiste, aplaudindo todos os que correm nos relvados, não torcendo por nenhuma equipa particular. Parte do seu percurso escolar foi feito no Seminário e, até aos 18 anos, tudo não passou de um percurso escolar normal, sem decisões de grande peso. A sua maior influência foi, sem dúvida, a sua família, em especial, o seu pai. Este era uma pessoa muito ligada à Igreja, tendo plantado no seu filho a semente que o iria “puxar” para o sacerdócio. Para fortalecer esta ideia que surgia, parte do seu grupo de amigos frequentava o seminário, escolhendo também o caminho da consagração.
Foi assim, ao atingir a maioridade, que começou a equacionar o problema de Deus e a ponderar seriamente sobre qual seria o seu caminho. Iniciou, então, Teologia no Seminário Maior de Coimbra. Como jovem dinâmico e incessante na descoberta da sua vocação, procurou, na Teologia, resposta para as suas dúvidas. Confessa que, de início, foi uma grande desilusão, pois a Teologia não lhe fornecia soluções para as suas equações de vida, apenas teorias e filosofias sobre Deus, que não provavam por a+b, o que ele tentava descobrir. Contudo, este foi o ponto de arranque para que começasse a procurar por si, a “estudar Deus”.
Todo este processo demorou mais dois anos, tomando a sua decisão absoluta aos 20 anos. Foi ordenado a 11 de Agosto de 1968.
Em relação às razões que o levaram ao sacerdócio, revela que “Uma pessoa apaixonada perde a cabeça e o coração! Por isso, o compromisso com Ele é uma consequência lógica.”. Declara ainda que, à medida que se vai percebendo o profundo Amor de Deus, gera-se a seguinte preocupação: “se Deus é tão bom, havendo que abanar o mundo para que ele O conheça!”. Esta torna-se uma exigência de vida, há um desejo constante de transformação do mundo. É uma missão de “ser ponte entre os homens e Deus, pegar nos dois e aproximá-los”.
Continuando a sua viagem, veio de Leiria para Coimbra, ficando como Presidente da Cáritas, vivendo no Monte Formoso e estando desligado de qualquer paróquia. Frequentava, assiduamente, a eucaristia presidida pelo seu afilhado, Pe. João Lavrador, no Carmelo de Santa Teresa. Habituou-se ao Carmelo e o Carmelo a si, de modo que, como uma sequência de vida, tornou-se Capelão do Carmelo de Santa Teresa. Actualmente, além de Capelão, é Pró-Vigário Geral, Promotor da Justiça e Presidente da Obra do Frei Gil.
[Cristiane Macedo I Coimbra]

II CLARMINHADA 14|MAIO|10 - COIMBRA

Encontro com Bento XVI

Olá, jovens c@rmelitas!

Bom dia a todos. A III Clarminhada correu muito bem. E acabou muito bem. A foto documenta uma despedida. Sabem de quem? Alguém tem visto a Raquel? Por favor dêem pistas.