sábado, 25 de setembro de 2010
DOMINGO XXVI DO TEMPO COMUM
domingo, 19 de setembro de 2010
Dinis, bem-vindo à família da Igreja!
Hoje o Dinis (rebento da Glória e do Élsio) "entrou no rio da Fé".
Foi o seu baptizado na Igreja do Carmo de Viana.
Parabéns, Dinis!
Bem-vindo à grande família da Igreja!
"Como não agradecer ao Senhor, que hoje chama estas crianças a tornarem-se suas filhas em Cristo? Circundemo-las com a nossa oração e o nosso afecto (…) Acolhamo-las com grande alegria na Comunidade cristã, que a partir de hoje é realmente a sua família. Com elas, é-me grato dirigir a mais cordial saudação aos pais, padrinhos e madrinhas que apresentam estes meninos diante do altar. Agradeçamos ao Senhor o dom da sua vida e ainda mais a dádiva do seu renascimento espiritual. (…)
Faço votos por que estas crianças cresçam na fé que hoje recebem, de forma a poderem depressa participar activamente na vida da Igreja.
A vós, queridos pais, que viveis este importante momento com intensa emoção, peço que renoveis os empenhos da vocação baptismal. Desta forma, estareis mais preparados para enfrentar a tarefa de primeiros educadores na fé dos vossos filhos. Estas crianças deverão encontrar em vós, bem como nos padrinhos e nas madrinhas, um apoio e uma orientação no caminho da fidelidade a Cristo e ao Evangelho. Sede para eles exemplos de fé sólida, de oração profunda e de empenho activo na vida eclesial.
Maria, Mãe de Deus e da Igreja, acompanhe os primeiros passos dos recém-baptizados. Que Ela os proteja sempre juntamente com os seus pais, padrinhos e madrinhas. Ajude cada um deles a crescer no amor a Deus e na alegria de servir o Evangelho, para desta forma dar pleno sentido à própria vida."
João Paulo II,
Homilia da Santa Missa e Administração do Baptismo,
9 de Janeiro de 2000
sábado, 18 de setembro de 2010
DOMINGO XXV DO TEMPO COMUM
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quem é fiel nas coisas pequenas também é fiel nas grandes; e quem é injusto nas coisas pequenas também é injusto nas grandes. Se não fostes fiéis no que se refere ao vil dinheiro, quem vos confiará o verdadeiro bem? E se não fostes fiéis no bem alheio, quem vos entregará o que é vosso? Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque, ou não gosta de um deles e estima o outro, ou se dedica a um e despreza o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro». [Lc 16, 10-13]
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
DOMINGO XXIV DO TEMPO COMUM
sábado, 4 de setembro de 2010
DOMINGO XXIII DO TEMPO COMUM
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
DOMINGO XXII DO TEMPO COMUM
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Guilherme de Faria
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Queridos amigos carmelitas do Acampaki júnior
Queridos amigos carmelitas do Acampaki júnior,
Jesus, esteja presente em vossos corações!
1. Recebi notícias da vossa fé. Recebi belas palavras de amizade, palavras que nascem de corações jovens carmelitas. Jovens carmelitas, que carminham a meu lado, orientados por quem «sabemos que nos ama»! Obrigada pelo vosso carminho que se cruza no meu carminho espiritual.
…(e notícias da Raquel? Ela não escreve? Não responde às cartas que enviamos? Nós colocamos nos envelopes as nossas moradas…uh!)
2. Pois bem amigos, aqui vos envio notícias da minha fé…
Eu, Raquel, ando como o bom Deus quer. Quem me vê no Carmelo, quem conhece um pouco da minha história na história do Carmo, diz que, num hoje, ando ainda mais feliz! É verdade. Ando ainda mais feliz no Carmelo de Santa Teresa em Coimbra, a descobrir o que é a vocação de uma carmelita. (quantos horizontes ainda por descobrir!)
Carminho entregue nas mãos de Deus. Comparo o Carmelo a uma grande colmeia. Todas as abelhas trabalham pela unificação da Sua morada. Assim é no Carmelo. Somos células vivas, prisioneiras no Amor de Deus. (eis como me vejo, como vejo cada uma das minhas irmãs na comunidade onde me encontro.)
No Carmelo, o que mais voa é o tempo. Quando me encontro envolvida num determinado ofício, eis que a voz de Deus (o sino) me convida a entrar «mais adentro». Aprendi com São João da Cruz que: «no silêncio e na esperança está a minha paz!». E quando sou eu a tocar o sino a voz de Deus ecoa um pouco rouca… mesmo assim, o tempo no Carmelo é único. Não troco esta minha morada por nada!
3. No meio de todo este tempo, no tempo em que tudo Amo, em que tudo se faz amar, encontro outro tempo. Encontro um tempo para vos abraçar e acarinhar. Não sois vós, «filhos» da minha primeira herança? Este tempo também vos pertence. Neste tempo são horas de amar. São horas para amar! Penso em vós, acarinho-vos n´Ele.
Alguns de vós, nas cartas que me enviaram, faziam referencia à alegria que reinava por poderdes participar no Acampaki. Alegro-me com a vossa alegria. O quanto, a mim, me dava também ânimo organizar o Acampaki com os meus dois irmãos, Frei João e Frei Ricardo. (meses de reuniões, leitura, risos, choros, pc, contactos, estrada, compras… maravilhosas aventuras quando o amor é Amado!)
A nossa prioridade era acolher e integrar bem cada jovem que chegava até nós.
Bendito seja Deus!
Mas… tudo tem o seu tempo, no tempo de Deus! Num hoje, organizo de outra forma, entrego a minha vida nas mãos de Deus junto à Cruz acompanhada pelo silêncio da "Senhora da capa branca", Maria nossa mãe!
(E para quando o regresso ao Acampaki?)
4. O regresso ao Acampaki, será desde o Carmelo de Coimbra. Acamparei na "tenda do encontro" com cada um de vós a meu lado. Será um CarmeliKampi. Que vos parece?
5. Quanto a cada um de vós, é tempo de serdes verdadeiros jovens carmelitas. Que sejais nas vossas jovens vidas: «casa que Deus edifica» [1 Cor 3,9]. O Acampaki não termina ao sair do portão da Quinta do Menino Jesus de Praga, em Deão. Continua na vossa vida. Enchei de alegria os vossos corações e continuai a saltar, a gritar, a carminhar com o Carmo Jovem nas estradas da vida, "mochai" muito… mas, não esqueçais que Ele quer continuar a acampar em vós. Esquecereis vós o vosso melhor amigo? Não esqueçais deste também.
É tempo de acolherdes este tempo, o vosso tempo, no tempo de Deus! Esse tempo tem que ser bem consumido. Não tenhais medo de arriscar, de serdes radicais em Deus e por Deus. Fazei bom uso d´Ele. «Carminhai enquanto tendes luz» [Jo 12, 2-5]. Ainda aí estais? Ide… Carminhai.
6. E como não sei dizer melhor, aqui fica um espaço em branco para que possais escrever todos os elogios que mereceis. (uns por terem sido aventureiros e terem aceite o convite para participar. Outros por terem trabalhado arduamente na realização desta actividade)
7. Que o Deus da esperança, nos carminhos da vida, seja para sempre louvado.
É tudo, no tudo!
«Só Deus Basta!»
Carmelo de Coimbra, 24. VIII.' 10
Dia da Reforma do Carmelo Teresiano
Testemunho VII - 4campaki, onde se aprende e onde se ensina
Olá! Sou um dos muitos Acampakis, sou diferente de todos mas no fundo igual a todos. Este foi o meu primeiro Acampaki e logo à partida me apercebi de que embora fossemos todos diferentes acabávamos por nos completar justificando assim a escolha do espírito Okapi para o acampamento.
Este não é um acampamento normal, é um acampamento onde partilhamos experiências de vida, onde conhecemos montes de pessoas de vários sítios do país, onde se aprende e onde se ensina. No acampamento aprendemos a lavar a loiça, a varrer o chão, a lavar panelas e até a jogar à sueca. Ensinamos as pessoas a aceitarem-se como são e mostramos às pessoas que cada um é como é mas todos temos o nosso valor e é isso que nos torna únicos. É um acampamento muito rico em experiências, existia um local do acampamento apropriado para a partilha de experiências, esse local era a universidade (o local onde tínhamos as aulas com os professores vindos de vários sítios e que exerciam várias profissões). As pessoas são todas simpáticas e muito afáveis, sempre prontas a ajudar e sempre com uma palavra de apoio e motivação para nos dar.
Gostei muito do acampamento e quero repetir para o ano. Fui para o acampamento como um rapaz normal e vim de lá como um rapaz cheio de experiências para partilhar e com muita força para superar as adversidades do dia-a-dia e com muitos amigos para me apoiarem. Sem dúvida que eu podia não ter ido ao Acampaki e ter continuado a dormir na minha cama, mas eu não seria a mesma pessoa.
Bruno Araújo, Viana do Castelo
Aldeia de S. Rafael Kalinowski



