sábado, 9 de abril de 2011

DOMINGO V DA QUARESMA

Naquele tempo, as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: «Senhor, o teu amigo está doente». Ouvindo isto, Jesus disse: «Essa doença não é mortal, mas é para a glória de Deus, para que por ela seja glorificado o Filho do homem». Jesus era amigo de Marta, de sua irmã e de Lázaro. Entretanto, depois de ouvir dizer que ele estava doente, ficou ainda dois dias no local onde Se encontrava. Depois disse aos discípulos: «Vamos de novo para a Judeia». Ao chegar lá, Jesus encontrou o amigo sepultado havia quatro dias. Quando ouviu dizer que Jesus estava a chegar, Marta saiu ao seu encontro, enquanto Maria ficou sentada em casa. Marta disse a Jesus: «Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. Mas sei que, mesmo agora, tudo o que pedires a Deus, Deus To concederá». Disse-lhe Jesus: «Teu irmão ressuscitará». Marta respondeu: «Eu sei que há-de ressuscitar na ressurreição do último dia». Disse-lhe Jesus: «Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em Mim, ainda que tenha morrido, viverá; e todo aquele que vive e acredita em Mim, nunca morrerá. Acreditas nisto?». Disse-Lhe Marta: «Acredito, Senhor, que Tu és o Messias, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo». Jesus comoveu-Se profundamente e perturbou-Se. Depois perguntou: «Onde o pusestes?». Responderam-Lhe: «Vem ver, Senhor». E Jesus chorou. Diziam então os judeus: «Vede como era seu amigo». Mas alguns deles observaram: «Então Ele, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito que este homem não morresse?». Entretanto, Jesus, intimamente comovido, chegou ao túmulo. Era uma gruta, com uma pedra posta à entrada. Disse Jesus: «Tirai a pedra». Respondeu Marta, irmã do morto: «Já cheira mal, Senhor, pois morreu há quatro dias». Disse Jesus: «Eu não te disse que, se acreditasses, verias a glória de Deus?». Tiraram então a pedra. Jesus, levantando os olhos ao Céu, disse: «Pai, dou-Te graças por Me teres ouvido. Eu bem sei que sempre Me ouves, mas falei assim por causa da multidão que nos cerca, para acreditarem que Tu Me enviaste». Dito isto, bradou com voz forte: «Lázaro, sai para fora». O morto saiu, de mãos e pés enfaixados com ligaduras e o rosto envolvido num sudário. Disse-lhes Jesus: «Desligai-o e deixai-o ir». Então muitos judeus, que tinham ido visitar Maria, ao verem o que Jesus fizera, acreditaram n’Ele.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

XVII CARMINHADA - Paços de Gaiolo 16ABR'11





ASPECTOS A TER EM ATENÇÃO:
* As Carminhadas são abertas a todos os jovens;
* Acolhimento às 9h00, junto ao restaurante “Vista Alegre” (cruzamento que dá acesso à Barragem de
Carrapatelo);
* A Carminhada é de média distância, e termina após a Eucaristia;
* Eucaristia às 16h00;
* O almoço será partilhado, devendo cada participante trazer de casa.
* Procura levar calçado confortável e já usado; roupa conveniente (um impermeável, guarda-chuva…);
* Haverá um carro-vassoura para transporte de mochilas e dos mais cansados, mas a maior honra
dos condutores é chegar sem passageiros;
* Carminha ligeiro de equipagem: Nem tudo é necessário para carminhar!
* Quem já participou noutras Carminhadas e tem a faixa “Levamos o Carmo (jovem) no Coração”,
deve levá-la.
CONFIRMAÇÃO
A confirmação de participação na Carminhada deverá ser efectuada até ao dia 10 de Abril para:
carmojovem@gmail.com



sábado, 2 de abril de 2011

CarmiQuadricharada - Solução

DOMINGO IV DA QUARESMA

Naquele tempo, Jesus encontrou no seu caminho um cego de nascença. Cuspiu em terra, fez com a saliva um pouco de lodo e ungiu os olhos do cego. Depois disse-lhe: «Vai lavar-te à piscina de Siloé»; Siloé quer dizer «Enviado». Ele foi, lavou-se e começou a ver. Entretanto, perguntavam os vizinhos e os que o viam a mendigar: «Não é este o que costumava estar sentado a pedir esmola?». Uns diziam: «É ele». Outros afirmavam: «Não é. É parecido com ele». Mas ele próprio dizia: «Sou eu». Levaram aos fariseus o que tinha sido cego. Era sábado esse dia em que Jesus fizera lodo e lhe tinha aberto os olhos. Por isso, os fariseus perguntaram ao homem como tinha recuperado a vista. Ele declarou-lhes: «Jesus pôs-me lodo nos olhos; depois fui lavar-me e agora vejo». Diziam alguns dos fariseus: «Esse homem não vem de Deus, porque não guarda o sábado». Outros observavam: «Como pode um pecador fazer tais milagres?». E havia desacordo entre eles. Perguntaram então novamente ao cego: «Tu que dizes d’Aquele que te deu a vista?». O homem respondeu: «É um profeta». Replicaram-lhe então eles: «Tu nasceste inteiramente em pecado e pretendes ensinar-nos?». E expulsaram-no. Jesus soube que o tinham expulsado e, encontrando-o, disse-lhe: «Tu acreditas no Filho do homem?». Ele respondeu-Lhe: «Quem é, Senhor, para que eu acredite n'Ele?». Disse-lhe Jesus: «Já O viste: é quem está a falar contigo». O homem prostrou-se diante de Jesus e exclamou: «Eu creio, Senhor». [Jo 9, 1.6-9.13-17.34-38]

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O Livro de Eli, sobre o qual concordamos em discordar

(O V Entrefitas do Carmo Jovem ocorreu em Moinhos da Gândara, Figueira da Foz, no dia 19 de Março de 2011.)


A noite começou normal, exceptuando o pequeno atraso da praxe, que não foi grande, e apenas serviu para aumentar o suspense em relação ao filme que iríamos ver. Feitas as apresentações, cumprimentos e toda a vasta gama de salamaleques, cada um tomou o lugar que lhe era devido, havendo quem levasse ainda um pufe, para potenciar o conforto. Ainda antes do começo do filme, o grupo de jovens Somos Um presenteou o Carmo Jovem com um quadro que é difícil descrever por escrito, pela simbologia carregada de cada elemento, mas que apresentava a gota característica dos jovens carmelitas, envolta pelos pés característicos do logótipo do grupo de jovens anfitrião.


O filme, carregado de acção, suspense, violência e uma mensagem convoluta, suscitou um bom e acalorado debate no final, em que várias faixas etárias/culturais explicitaram os seus pontos de vista. No início, nada iria indicar as opiniões que iriam ser tão antitéticas. De um lado, os elementos mais jovens do grupo, que tentaram “espremer” um significado bom e inocente de um filme que, segundo outros, de inocente nada tinha. Como cada hipótese foi fundamentada com os devidos argumentos, chegou-se a uma conclusão de que se poderia tirar uma mensagem de esperança, de que a Palavra de Deus poderia dar significado a uma vida num mundo horrível; que poderia ser tão poderosa que homens lutariam para a obter. No entanto, o facto de o filme englobar essa mensagem numa manta comercial de violência, e o facto de na história o objecto ser uma bíblia e não um conjunto de todos os livros de todas as religiões, levou a que alguns elementos do grupo vissem a mensagem como uma acusação à fé cristã. De novo, uma hipótese extremamente bem fundamentada, que seria quase impossível de reproduzir aqui sem que esta perdesse o impacto que teve na altura. Houve elementos que salientaram que o filme enquanto arte tem o direito a apresentar uma mensagem algo ambígua; sendo essa opinião rebatida por outros que acreditam que a arte como tal tem de ter beleza, bondade e verdade. Depois de uma breve discussão artístico-filosófica, nenhuma das partes tomou o partido da outra. Ambas compreenderam o que a outra explicitava, mas discordando, concordaram em discordar e procrastinaram uma discussão mais aprofundada para um futuro próximo.

Como todos sabem, discutir matérias que requeiram pensamento suscita alguma necessidade de ingerir nutrientes, vulgo larica. Felizmente, os anfitriões tinham preparado uma mesa com bolos, sumos para os que queriam, chá e café para os que não bebiam sumo, e água para quem estava do contra. Enquanto falavam e trocavam impressões entre si, foram distribuídas pequenas lembranças em forma de bíblia, com ditos individualizados, a cada elemento do grupo. No final, antes de se arrumar a sala, todos assinaram uma faixa que será entregue à Irmã Raquel Maria de São João da Cruz, do Carmelo de S. Teresa em Coimbra, que nesse esmo dia, pela manhã, ali iniciara o Noviciado de Carmelita Descalça. Desde frases originais, a citações, a simples assinaturas, todos acharam dentro de si algo para dedicar a essa nossa heroína/amiga.

Feitas as despedidas, todos apresentavam o mesmo sorriso de noite bem passada, aliada a alguma saudade e expectativa pelo Entrefitas seguinte, que peca de tardio no coração de todos.

Jorge Graça
Grupo Somos Um

segunda-feira, 28 de março de 2011

Para vós nasci - 496º Aniversário de Santa Teresa de Jesus

Hoje celebramos o 496º aniversário da nossa mãe Santa Teresa de Jesus. Mãe, amiga, companheira de carminho. Este ano, não faltou a uma única Carminhada, Entre-fitas, Noite Escura, Horeb... E está inscrita no Kerit :)


PARA VÓS NASCI
Vossa sou, para Vós nasci
Que quereis fazer de mim?

Já toda me entreguei e me ofereci
Já toda sou para Ti.

Vê-de aqui meu coração,
Eu o ponho em vossa mão,
Meu corpo e vida e alma
Meus desejos e afeição;
Eis-me aqui, meu terno Amor:
Que quereis fazer de mim?

Dai-me morte, dai-me vida,
Dai-me guerra ou paz crescida,
Dai-me alegria ou tristeza
Dai-me riqueza ou pobreza
Só a Ti, meu coração,
Que quereis fazer de mim?

S. Teresa (Poesia 2)

Breve História do Camo Jovem: Primeiro testemunho: Alexandra Pinto.Tempos vividos a 200%!

Todos temos datas. Datas que nos marcam. Datas que são marcos. Que marcam extremas e fronteiras. 4 de Setembro de 2009 diz-te alguma coisa? Talvez não. É o mais certo e não há aí mal algum. 19 de Março de 2011 é outra data. Que te diz? Também nada. Ok. Também não tem mal. Mas sempre te direi que são datas especiais para o Carmo Jovem.
A primeira corresponde ao início do Noviciado do Ricardo Luis; a segunda ao do Noviciado da Verónica Parente.
É. Já antes dizia que são datas marcantes. Ele é agora Frei Ricardo Luis de Santa Teresinha, no Carmo do Porto; ela a Irmã Raquel Maria de São João da Cruz, no Carmelo de Coimbra.
Faz-se história. Fica marcada a extrema.
A actual Coordenação do Carmo Jovem achou por bem pedir a todos coordenadores do Movimento o testemunho sobre aqueles velhos e gloriosos tempos vividos a 200%!
O primeiro testemunho é, naturalmente, o da Alexandra Pinto, primeira Coordenadora do Movimento. É de Avessadas e foi do Sh’ma, grupo do Carmo Jovem. Hoje é gestora, tem 32 anos e serviu o Carmo Jovem de 1995 a 1999!

 

Raízes Impossíveis
(histórias de raízes que voam!)
É difícil precisar o tempo em que as influências carmelitas se fazem sentir na minha vida... Mas sempre direi que no início da década de 90, a presença do Carmelo fez-se sentir junto de muitos jovens. Nós sentíamos a chama a arder depois de aceitarmos o convite para sermos Carmo!
Em torno das principais casas carmelitas (Aveiro, Porto, Viana, Braga e depois Avessadas) um grupo de jovens atento a cada mensagem, a cada história a aprender... começou a criar raízes!
Mas os jovens querem cada vez mais; e quiseram criar uma identidade: o Carmo Jovem.
Depois quiseram mais... quiseram crescer e partilhar.
Um encontro nacional, depois outro, uma estrutura, planeamento, envolvimento com a comunidade, cada vez mais jovens, cada vez mais carmelitas. E passados poucos anos as raízes eram já difíceis; não difíceis, não, impossíveis de arrancar!
Mas... o que fez com que cada um, cada jovem, cada um de nós se unisse de tal maneira ao Carmo?
Muitos de nós éramos passarinhos acabados de sair do ninho e desejosos de voos, queríamos aprender a voar... E o voo começou em cada ninho do Carmo orientados por irmãos e irmãs dispostos a partilhar ensinamentos dos seus Pais.
E assim foi. Vivíamos cada vez mais envolvidos nesta família do Carmo. Cada momento de reunião ou encontro ou actividade era como a estar em casa, no nosso ninho, no nosso lar.
Levar a mais a nossa aprendizagem era um desejo e todas as oportunidades aproveitadas para aumentar o envolvimento com a comunidade.
Aquando dos encontros nacionais cada um, cada passarinho (de cada ninho) via espelhado noutros a mesma identidade isso fazia aquecer o coração, a alma e a vontade de continuar... de fazer mais, de fazer melhor, de partilhar aquele espírito indescritível que se sente quando de todos os lados chegam jovens que sendo aparentemente desconhecidos, conhecemos tão bem... conhecem o mesmo que nós, esperam o mesmo que nós... este espírito fez-nos partilhar momentos de grande intensidade, de amizade, de amor.
Os jovens pássaros que se iam juntando eram recebidos nos ninhos com o carinho que se recebe mais um elemento na família. E a família foi crescendo.
Ano após ano fomos melhorando a nossa forma de estar, a forma como nos organizávamos... sempre sob orientação dos nossos irmãos carmelitas desenvolvemos a nossa identidade. Planeámos actividades e concretizámos momentos de verdadeira inspiração e partilha.
Que belos eram os encontros nacionais (anuais), ponto alto no ano de trabalho, ricos em momentos de manifestação da nossa fé!
Eu conheço um passarinho que quando convidado a entrar no ninho do Carmelo, e a deixar crescer as suas asas de jovem carmelita aceitou sem hesitar, mas como muitos não sabia o que podia esperar de tamanha família. A aprendizagem, o voo, leva-nos mais além, mas rezar juntos, o rezar de jovens passarinhos carmelitas, era, é e será o maior momento. Recordo momentos em que a presença Dele e a força dos nossos guias era tão forte que cada um de nós chorava de alegria, cantávamos e chorávamos de tão forte que era o sentimento.
As vigílias de oração realizadas em verdadeira harmonia, as subidas ao monte, juntos, em que o cajado que nos ajudava era a mão do nosso irmão e todos alimentados pela amor que S. João da Cruz, S. Teresa, S. Teresinha e outros, nos transmitiram e nos fazem sentir.
Se me pedissem hoje para dizer como começou ontem o voo... eu só poderia dizer que foi a melhor maneira de criar asas, foi a única forma de eu conseguir voar!
Eu voei!
Foram humildes os nossos primeiros voos... mas foram os primeiros voos de uma espécie de pássaros que se lançou à vida com asas de carmelitas. Éramos jovenzinhos! Hoje ainda precisamos delas para continuar a viver cada experiência, cada momento, cada lágrima, cada abraço, cada cântico...
Uns voaram para bem longe outros para mais perto... e a história continua... porque a gota do Carmo Jovem é uma gota dum rio longo e largo que começou a correr ainda no século passado!
Alexandra Sh’ma Pinto
Primeira Coordenadora do Movimento do Carmo Jovem

domingo, 27 de março de 2011

sábado, 26 de março de 2011

CarmiQuadricharada

Aqui vai mais uma charada!

Palavras de Teresa

Sei bem que o mais difícil é começar!
E é nestes primeiros tempos que se dá o maior trabalho;
porque são eles quem trabalha,
ainda que seja o Senhor a dar-lhes os meios para isso.
Por este caminho, por onde foi Cristo, hão-de ir os que O seguem,
se não se querem perder;
e bem-aventurados trabalhos que ainda cá nesta vida tão grandemente se pagam.
Vou servir-me duma comparação:
Imaginai que quem começa a rezar
é como quem começa a plantar um jardim em terra ruim,
com muito más ervas,
e que nesse jardim se há-de deliciar o Senhor.
Sua Majestade arranca as más ervas e vai plantando as boas.
Façamos pois de conta que isto já está feito
quando alguém se determina a ter oração
e já dela começou a beneficiar.
Como bons jardineiros e com a ajuda de Deus,
devemos procurar que cresçam as boas plantas
e ter cuidado de as regar para que se não percam,
mas que venham a dar flores de grande perfume
a fim de recrear a este Senhor nosso
e Ele venha deliciar-Se muitas vezes a este jardim
e a gozar entre estas virtudes.
1-Virtudes

2-Fruto da oração
3-Cuidado
4-Senhor
5-Eu

Envia-nos a tua resposta para:

Boa sorte! 

DOMINGO III DA QUARESMA

Naquele tempo, chegou Jesus a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, junto da propriedade que Jacob tinha dado a seu filho José, onde estava o poço de Jacob. Jesus, cansado da caminhada, sentou-Se à beira do poço. Era por volta do meio-dia. Veio uma mulher da Samaria para tirar água. Disse-lhe Jesus: «Dá-Me de beber». Os discípulos tinham ido à cidade comprar alimentos. Respondeu-Lhe a samaritana: «Como é que Tu, sendo judeu, me pedes de beber, sendo eu samaritana?». De facto, os judeus não se dão com os samaritanos. Disse-lhe Jesus: «Se conhecesses o dom de Deus e quem é Aquele que te diz: ‘Dá-Me de beber’, tu é que Lhe pedirias e Ele te daria água viva». Respondeu-Lhe a mulher: «Senhor, Tu nem sequer tens um balde e o poço é fundo: donde Te vem a água viva? Serás Tu maior do que o nosso pai Jacob, que nos deu este poço, do qual ele mesmo bebeu, com os seus filhos e os seus rebanhos?». Disse-lhe Jesus: «Todo aquele que bebe desta água voltará a ter sede. Mas aquele que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede: a água que Eu lhe der tornar-se-á nele uma nascente que jorra para a vida eterna». «Senhor, – suplicou a mulher – dá-me dessa água, para que eu não sinta mais sede e não tenha de vir aqui buscá-la. Vejo que és profeta. Os nossos pais adoraram neste monte e vós dizeis que é em Jerusalém que se deve adorar». Disse-lhe Jesus: «Mulher, acredita em Mim: Vai chegar a hora em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus. Mas vai chegar a hora – e já chegou – em que os verdadeiros adoradores hão-de adorar o Pai em espírito e verdade, pois são esses os adoradores que o Pai deseja. Deus é espírito e os seus adoradores devem adorá-l’O em espírito e verdade». Disse-Lhe a mulher: «Eu sei que há-de vir o Messias, isto é, Aquele que chamam Cristo. Quando vier há-de anunciar-nos todas as coisas». Respondeu-lhe Jesus: «Sou Eu, que estou a falar contigo». Muitos samaritanos daquela cidade acreditaram em Jesus, por causa da palavra da mulher. Quando os samaritanos vieram ao encontro de Jesus, pediram-Lhe que ficasse com eles. E ficou lá dois dias. Ao ouvi-l’O, muitos acreditaram e diziam à mulher: «Já não é por causa das tuas palavras que acreditamos. Nós próprios ouvimos e sabemos que Ele é realmente o Salvador do mundo». [Jo 4, 5-15.19b-26.39a 40-42]

sexta-feira, 25 de março de 2011

CarmiTricharada - Solução


Horizontal: Servos do Amor; Amigos do Amigo; Caminho de Oração.
Vertical: Tesouro.

quarta-feira, 23 de março de 2011

III KERIT -1-3 ABR'11 - AVESSADAS


Se desejas encontrar a paz e a consolação da tua alma e servir deveras a Deus, não te contentes com o que deixaste, porque, com isso em que de novo andas metido, talvez estejas tão atado ou mais do que antes. abandona tudo o que ainda te falta e volta-te para a única coisa que tudo traz consigo: a santa solidão, acompanhada da oração e da santa e divina leitura, e aí persevera no esquecimento de todas as coisas, se a obediência não te mandar, agradarás mais a Deus em saber-te guardar e aperfeiçoar a ti mesmo do que conquistá-las todas juntas. afinal, que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro se deixa perder a sua alma. 
S. João da Cruz

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domingo, 20 de março de 2011

Surpresas entre fitas e telas!

 
O V Entrefitras rodou ontem, Sábado, em Moinhos da Gândara ou Ribas, Figueira da Foz! E foi muito especial. O Somos Um estreou um novo logo! A Raquel estava na parede (Já?)! A tela veio para a Casa do Menino Jesus e de todos os Acampakis. Foi a Joana quem a trouxe. O Jorge prometeu contar o restante!

III KERIT -1-3 ABR'11 - AVESSADAS



Um dia, igual a tantos outros em que
me despachava a terminar mais uma tarefa do meu trabalho
para dar seguimento à seguinte da lista infindável das tarefas
deparei-me com um sinal

?!
Estranho... já o havia visto antes…
Humm? Aonde ?!!!
Sim!! No
Lá, estão sempre a inventar nomes estranhos como esse.
Curioso… Kerit
Sugeriu-me algo… retiro de silêncio
Hum?!
Serei capaz?
Começa sexta à noite…
Não, é melhor não
Na sexta tenho que sair do trabalho/Universidade a correr
Depois ir buscar o saco, a faixa e a bíblia a casa
Depois uma viagem a Avessadas… É melhor não.
“Fica-te a só com ele” - Santa Teresa
Bem que precisava,
Bem falta me faz parar um pouco e olhar para dentro…
E se fosse?
Um fim-de-semana…
Não, é melhor não
Tenho ainda trabalho pendente,
e se não consigo fazer tudo até sexta à noite?
Só se levar o PC comigo?
Mas para que vou levar o PC
Se a ideia é ver-me livre dele um dia
Para estar a sós com Ele?!
“Que deves fazer senão amá-Lo?” - Santa Teresa de Jesus
Sim, é verdade.
Não só de pão vive o Homem
Mas da Palavra de Deus que vou encontrar no Kerit!
Quero lá saber, só há um por ano!
Vou trabalhar a semana toda
Vou correr na sexta
Mas..
Vou Kerit no fim-de-semana!!!
Eu vou!


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sábado, 19 de março de 2011

Irmã Raquel Maria de S. João da Cruz

Muito cedo, hoje, dia de S. José, no Carmelo de Santa Teresa, em Coimbra, a Raquel vestia o Hábito e o nome de Irmã Raquel Maria de S. João da Cruz.
Alegramo-nos com ela e com a Ordem,
rezamos por ela e pela Ordem.
Agradecemos toda a sua dedicação à nossa Gotinha e pedimos a Nossa Senhora do Carmo que a cubra sempre com o seu Manto Maternal.
Irmã Raquel, levamos-te no coração!