terça-feira, 28 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
DOMINGO XIII DO TEMPO COMUM
Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim. Quem não toma a sua cruz para Me seguir, não é digno de Mim. Quem encontrar a sua vida há-de perdê-la; e quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la. Quem vos recebe, a Mim recebe; e quem Me recebe, recebe Aquele que Me enviou. Quem recebe um profeta por ele ser profeta, receberá a recompensa de profeta; e quem recebe um justo por ele ser justo, receberá a recompensa de justo. E se alguém der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes pequeninos, por ele ser meu discípulo, em verdade vos digo: Não perderá a sua recompensa». [Mt 10, 37-42]
sábado, 18 de junho de 2011
DOMINGO SANTÍSSIMA TRINDADE
Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele. Quem acredita n’Ele não é condenado, mas quem não acredita n'Ele já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho Unigénito de Deus». [Jo 3, 16-18]
sexta-feira, 17 de junho de 2011
A nossa Capela

Olá.
Esta é a tua Capela. A Capelas das Gotinhas.
Ou, no seu nome verdadeiro: a Capela Stilla Maris.
Cá em Viana continuamos a cuidar dela
para que tu continues a gostar dela.
Porque não esquecemos o privilégio que o Frei João pediu
e o grato compromisso que abraçámos.
Estão ali:
Jesus, a Bíblia, Teresinha, o Tommy
(que sempre imaginei que fosse de pelo preto!),
um urso que não entra no cardápio dos meus conhecimentos
e flores.
Estão também duas faixas.
Uma envolve um dos vasos com flores.
E a outra está à volta do pescoço de Jesus
que a Stilla Maris tem ao colo.
Enfim, poderia ser diferente mas é assim.
É simples.
É o nosso lugar preferido de peregrinação.
Mas há-de ficar bonita, mais bonita.
Quentinha e silenciosa como um ninho.
Com passinhos pequeninos a caminhar para ela.
De quando em vez ali vamos para lembrar o Carmicoque
e tantos meninos!
E rezar, rezar simplesmente. Como Teresinha: pensar em Jesus,
dizer-Lhe que gostamos dele como Amigo.
Ou ficar calados, caladinhos.
E pedir à Mãe das Gotinhas, a Stilla Maris,
que cuide de nós como do seu Jesus:
Ave Maria, cheia de graça…
domingo, 12 de junho de 2011
I Carmicoque
NOTAS FINAIS DO I CARMICOQUE
A História constrói-se de momentos, de factos, de pessoas, de emoções e revoluções. Assim sendo, o dia 4 de Junho de 2011 ficou na História do Carmo.
O I Carmicoque marcou de forma extraordinária o coração de todos os que trazem o Carmo no coração e Santa Teresa e São João da Cruz no pensamento e no coração.
Começar com muita determinação foi o tema escolhido e com essa inspiração preparamos o I Carmicoque.
Com muita partilha, com muita entreajuda, com muita boa vontade, com muitos emails trocados e muita falta de tempo, lá nos conseguimos organizar. Descobrimos, entretanto, uma coisa maravilhosa: às vezes, é possível, tornar a nossa agenda elástica e fazer triliões de coisas ao mesmo tempo, bem feitas (está claro!) porque o nosso coração está apertadinho e quentinho pela amizade que nos une (ainda que eu seja uma gotinha muito recente, já me sinto em casa) e o aconchego de Nossa Senhora do Carmo. Queríamos preparar um dia único. Um dia que marcasse para sempre. Um dia que deixasse vontade de repetir. Um dia que aquecesse também o coração de todos os pais e mães que participam no Carmo Jovem.
O I Carmicoque foi um encontro de papás e de mamãs, de meninos e meninas que, pela primeira vez puderam participar juntos nas actividades do Carmo Jovem, neste caso numa Carminhada.
O dia nasceu com um sol amarelo do mais amarelo que possam imaginar. Uma leve brisa passava entre os arcos dos claustros do convento do Carmo e aligeirava o calor. Ali seria um dos centros de operações das actividades daquele dia.
Às 9h chegou a equipa organizadora: Maria João, Joana Costa e Ana Caramez, que trazia consigo as suas duas pulguinhas, a Ana Carolina e Matilde. Logo a seguir chegava o Élsio e a Glória, mais o simpático Dinis. Aos poucos e poucos, os claustros encheram-se de uma alegria contagiante, de passarinhos a voar e a cantar e a lalar. Os habitantes do convento e as suas vetustas pedras foram acordados pelos gritos e risinhos, pelas correrias e birras de um grupo de crianças que não sabia bem ao que vinha mas sabia que ia ser fixe.
De vários locais – Aveiro, Avessadas, Caíde, Gafanha, Ílhavo, Mangualde, Viana – chegaram simpáticos casais com os seus rebentos e com uma grande curiosidade sobre o que iria acontecer. Podiam ter optado por um bom dia de praia ou mesmo pelo sossego do lar, mas aceitaram este desafio, vieram e ainda bem! Sem todos vocês, o dia não teria sido tão especial. Por isso, desde já vos digo: obrigado Papás, obrigado Mamãs.
Após as apresentações, os pequenos príncipes e princesas foram agraciados com a faixa do movimento Carmo Jovem. Mas não era uma faixa qualquer, não! Era uma faixa feita à medida dos pequenos infantes mas com o mesmo significado das faixas que os seus pais orgulhosamente usam nas Carminhadas. Uma faixa azul, de um azul celeste glorioso como estava o dia 4 de Junho.
A segunda maravilha ocorreu com a chegada de alguém muito especial ao Movimento. Um alguém que foi identificado com a Santa Teresinha. Mas não sendo a Santa, foi com certeza uma presença abençoada por Deus. Foi recebida assim, por uma das meninas mais reguilas: – Tu és Santa Teresa? Não, não era, mas ajuda a identificar quem era e a razão de tanta surpresa, sobressalto e alegria para a maioria. Sim, que bela e tão bem guardada surpresa!
Este ano foi assim! Para o próximo outra surpresa especial nos visitará, tenho a certeza.
De seguida, os convivas apreciaram um simpático teatrinho: uma joaninha muito vermelhinha com belas pintas negras narrou alguns passos da história de S. Teresinha do Menino Jesus. Os pupilos conheceram ainda o pai Luís e a mãe Célia, as quatro irmãs, o patusco Tommy e ouviram falar da forma calorosa com que Teresinha recebeu Jesus na sua vida. Tocante, sinceramente!
Dos claustros, o grupo foi convidado a participar na Eucaristia do Carmicoque na capela que recebeu nessa mesma cerimónia, o nome de Stilla Maris. A partir de agora, os papás e as mamãs, todos os meninos e meninas, têm um lugar especial no Convento do Carmo. Ali encontrarão sempre uns amigos especiais: Jesus, Santa Teresinha e Nossa Senhora do Carmo. E também podem contar com outros, saídos dos livros coloridos, num ambiente que pretende ser um misto de Céu e de mundo encantado, lugar próprio para crianças.
A celebração evidentemente que não foi igual às outras, pois claro que não! A capela foi rigorosamente preparada para os receber, com um cenário acolhedor e ternurento. Digamos que foi preparado tal como uma mãe prepara um quarto para um filho recém-nascido. Porque queríamos que os nossos príncipes e princesas se sentissem aconchegados na Casa de Deus. Porque queríamos que soubessem que participar na Missa é bom. Porque queríamos que conhecessem Jesus e soubessem que também foi menino de colo e que Nossa Senhora os embala como embalou o seu Menino. Porque queríamos que, de futuro, aprendam com Jesus e com Nossa Senhora como o que de melhor se pode aprender com um Mestre.
Mas fechem os olhos e imaginem …
Na medida do possível, as crianças e os pais ouviram as palavras do Frei João. Digo na medida do possível porque, de vez em quando, um pequenote dava asas à imaginação e barafustava.
A cerimónia foi animada pela música do Tozé e a voz melodiosa da Elsa. São uma família de Aveiro que já se inscreveu para o II Carmicoque, o que muito nos alegra por causa da sua simpatia e paciente alegria que emprestam à celebração! Muito obrigado!
Mais uma vez todos ficámos envoltos num manto de esperança e de ternura, de Amor e de Fé, de Amizade e Partilha. E algumas lágrimas, sim também houve… mas lágrimas de coração apertadinho de emoção.
Seguiu-se o almoço, faustoso e reconfortante, com boa conversa e convívio. Mas algo mais extraordinário viria a seguir: a Carminhada ao Jardim de Viana.
Em filinha, liderados pelo Cajado e pela Cruz, carminhámos até ao jardim público da cidade e montamos a tenda numa relvinha verdinha, porque estava na hora de fazer o registo da peça de teatro.
Os príncipes e princesas, pequenos reis e rainhas deste dia especial, desenharam o que de mais marcante registaram na memória a propósito da história de Santa Teresinha. E que belos Picassos nós temos! Nas folhas brancas de papel nasceram magníficos desenhos para espanto de todos e para júbilo dos pais. Uma exposição se há-de fazer destes trabalhos! Os pequenos perceberam a história e fixaram-na, pelos menos os intervenientes principais.
Porque a chuva ameaçava, regressámos por onde viemos, sempre com a vigilância dos pais e a supervisão do Tio Frei João.
Fomos à Capela Stilla Maris, rezámos, consagramo-nos a Nossa Senhora do Carmo e agradecemos o dia magnífico que vivemos. E não saímos sem prometer repetir para o ano, no primeiro Sábado a seguir ao primeiro dia do mês de Junho. Está marcado. O Frei João presenteou-nos com a imposição do Escapulário do Carmo, explicando-nos o significado do mesmo e, claro, contribuindo com este acto para o borbulhar de mais umas lágrimas entre os presentes.
O dia já ia alto. Os petizes davam alguns sinais de cansaço e os pais também.
Seguiu-se o lanche e o regresso a casa. E despedidas calorosas com a promessa de regressar ao Carmo rapidamente. E ainda lá estávamos e já sentíamos saudades porque no Carmo é assim. Depois de chegar não se quer sair, depois de conhecer só se quer aprender mais. Digo-vos eu que sou recém-chegada.
Depois do I Carmicoque só se pensa no II Carmicoque.
(Ana Margarida Caramez, Viana do Castelo)
sábado, 11 de junho de 2011
DOMINGO DE PENTECOSTES
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos». [Jo 20, 19-23]
segunda-feira, 6 de junho de 2011
I CARMICOQUE - Viana do Castelo - 4 JUN'11
Carmicoques e Carmicocas, aqui ficam alguns momentos vividos. Virão mais recordações!
Foi um excelente dia passado junto de Nossa Senhora do Carmo, ora nos claustros, ora com teatro, ora na "Stil Maris", ora no Jardim Marginal.
Todos nos divertimos muito, fizemos novos amigos, tivemos surpresas, aprendemos algumas coisas novas sobre Teresinha e Jesus, e regressámos a casa com o CORAÇÃO CHEIO!
Muito obrigado a todos!
sábado, 4 de junho de 2011
DOMINGO VII DA PÁSCOA
Naquele tempo, os Onze discípulos partiram para a Galileia, em direcção ao monte que Jesus lhes indicara. Quando O viram, adoraram-n’O; mas alguns ainda duvidaram. Jesus aproximou-Se e disse-lhes: «Todo o poder Me foi dado no Céu e na terra. Ide e ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a cumprir tudo o que vos mandei. Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos». [Mt 28, 16-20]
fotografia: Lúcia Vieira
quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Notas Finais da V Perigri
PERIGRIÇACO
A Perigri este ano começou como tantas outras, de terra em terra, de porta em porta, de peregrino em peregrino. Aveiro, Avessadas, Braga, Caíde de Rei, Rosém, Viana do Castelo, Alhadas, Moinhos, Gafanha da Nazaré, e por aí fora! Alguns disseram Eu vou. Podes contar comigo. A maioria disse eu vou ver e depois digo-te alguma coisa. Se fosse a Fátima ainda ia. Não me convém. Enfim, desculpa lá. Que chatice, eu até gosto dos jovens.
Este ano é ao Buçaco. É muito interessante! É um sítio espectacular! E carmelita!
Sim, é um sítio espectacular, é um caminho único, é o caminho que os nossos frades trilharam rumo a uma nova fundação: o Deserto da Santa Cruz do Buçaco. Outros tempos, outra força de vontade, outra FÉ em que, na insegurança, a única segurança vinha do Alto. Já lá vão 383 anos, 29 de Junho de 1628, muita coincidência com a data escolhida, não é?
Começamos em Aveiro, rumo ao Buçaco, com passagem em Oliveira do Bairro. O reconhecimento do caminho estava feito, a vontade crescia pela beleza do carminho e pela História da Ordem. Em Aveiro, o Sr Branco logo nos sossegou: a Corporação dos Bombeiros é gente acolhedora, eles com certeza que vos darão guarida. E tinha toda a razão, o Sr Comandante António Gomes abriu-nos a porta, ali poderíamos refrescar e dar descanso ao esqueleto, e fazer cócegas às bolhas. Assim que a Dona Carlinda soube da nossa passagem em Oiá, logo nos quis oferecer o jantar aos peregrinos, ela sabe como é importante o alimento do corpo a quem peregrina na vida. A notícia de que iria passar um frade do Carmo, o Frei João com a sua trupe de jovens, correu rápido, e mais gente quis oferecer lasanha e fruta.
No Mosteiro do Buçaco, o Sr. Engº António Jorge manifestou o seu contentamento de ter com ele os jovens carmelitas, abrindo-nos as portas com toda a hospitalidade. O Padre Pedro Ferreira logo nos disponibilizou as crónicas da Fundação do Buçaco, e que bem precioso para o nosso Guião de oração. Perfeito! Como em anos anteriores, a comunidade de Aveiro acolher-nos-ia no convento do Carmo, para aí pernoitarmos. Sairíamos no dia seguinte com “uma canastra de sardinhas e um cobertor”como os frades naquele tempo, seríamos peregrinos, e o Sr Jaime já nos dava uma mãozinha para a surpresa da recordação (um mimo!). O Frei, como sempre, cuidou do alimento do espírito, cada oração, cada pensamento, cada texto do dia. A Costinha, chefa dos acólitos, encarregou-se da farmácia, das faixas, da cruz, do cajado e dos preparativos da Eucaristia.
No carminho esperavam-nos as dificuldades da vida: uma grande vontade de pôr os pés e o coração ao carminho, mas…. e o trabalho desse fim-de-semana (desistiram cinco!); as festas das paróquias: Comunhões, Festa da Palavra, Festa do Pai Nosso (Desistiram uns seis!); as reuniões de catequistas (menos um!); os casamentos e os baptizados (e foram-se mais cinco!); as fichas de avaliação para corrigir (menos quatro ou cinco stores!); as despedidas de amigos muito especiais que se mudariam de terra e viagens ao estrangeiro (menos quatro). Preciso do fim-de-semana para descansar (menos outro). E vai um e foi outro e mais outro. Sabes, entretanto surgiram-me compromissos e nem dei conta que era nesse fim-de-semana (menos outro…e…e… e para a próxima se verá…
E agora? Perigri ao Buçaco é Perigriçaco. É dos carminhos mais especiais que qualquer jovem carmelita pode fazer. Seguir as pegadas dos seus antecessores, recordar a História, aliás, fazer História hoje com a História do passado, rezar junto de Nossa Senhora na Santa Cruz do Buçaco, contemplar e orar a beleza de uma das sete paisagens mais lindas de Portugal.
Bem, com tanta gente desgostosa de não poder ir, irmos um grupo pequenino, pequenino pequenininho, seria uma pena… e se a fizéssemos mais para frente, quando este e aquele tivessem a mesma oportunidade?! A consulta foi feita aos que ainda estavam alistados e a decisão era unânime, se não formos agora, vamos depois com mais força!
A promessa fica feita: vamos carminhar ao Deserto da Santa Cruz do Buçaco. Fica combinado!
Por isso, gentes de Oiã, Oliveira do Bairro e do Buçaco, aguardem connosco mais uns tempinhos, porque queremos estar com vocês, passar por vocês, rezar com vocês, queremos pisar e rezar nas vossas terras, rumo a Nossa Senhora do Carmo do Buçaco!
A todos vós: o nosso muito obrigado!
Até breve!
domingo, 29 de maio de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
DOMINGO VI DA PÁSCOA
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se Me amardes, guardareis os meus mandamentos. E Eu pedirei ao Pai, que vos dará outro Paráclito, para estar sempre convosco: Ele é o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê nem O conhece, mas que vós conheceis, porque habita convosco e está em vós. Não vos deixarei órfãos: voltarei para junto de vós. Daqui a pouco o mundo já não Me verá, mas vós ver-Me-eis, porque Eu vivo e vós vivereis. Nesse dia reconhecereis que Eu estou no Pai e que vós estais em Mim e Eu em vós. Se alguém aceita os meus mandamentos e os cumpre, esse realmente Me ama. E quem Me ama será amado por meu Pai e Eu amá-lo-ei e manifestar-Me-ei a ele». [Jo 14, 15-21]
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