terça-feira, 28 de abril de 2009
Pintura e escultura da Igreja de Santo Condestável
segunda-feira, 27 de abril de 2009
SEMANA DAS VOCAÇÕES (IV)
A NOSSA RESPOSTA
Semana das Vocações (II)
domingo, 26 de abril de 2009
Oração da Semana das Vocações
Pai, Senhor do Universo e da História,
nós sabemos que as vocações são um dom do vosso amor,
fruto da vossa iniciativa,
chamamento que fazeis a cada um,
para viver uma existência plena de amor e liberdade.
Escutai hoje esta oração que vos pede especialmente
aqueles operários que se dediquem às grandes messes da humanidade inquieta,
que façam ouvir o Evangelho aos que não se sentem amados,
que andam perdidos e desorientados.
Mandai-nos apóstolos de coração puro, testemunhos santos.
Rostos claros de pessoas felizes porque escolhem o máximo,
arriscam tudo e recebem cem vezes mais.
Não Vos importa que nos faltem mestres de caridade e paciência?
Apóstolos que digam aos jovens que há uma beleza indestrutível
no mais fundo de si, misteriosa e luminosa, que nada nem ninguém pode ofuscar?
Operários que os ajudem a sintonizar a voz bela e verdadeira do Bom Pastor
que os chama porque os ama?
Que os vossos operários transmitam confiança e serenidade,
sejam sinais de esperança do Reino que virá.
Escutai com bondade, ó Pai, estes pedidos que Vos fazemos com fé,
cumprindo as indicações de Jesus, Vosso Filho e nosso Irmão. Amem
Semana das Vocações (I)
De 26 de Abril a 3 de Maio de 2009 decorre a 46º Semana de Oração pelas Vocações, tendo como base de reflexão a citação da carta que o apóstolo Paulo escreveu a Rimóteo: "Sei em quem pus a minha confiança" (2 Tm 1,12).
São Nuno de Santa Maria [1360 – 1431]
sábado, 25 de abril de 2009
Canonização de Nuno de Santa Maria
III Domingo da Páscoa
segunda-feira, 20 de abril de 2009
P. Saverio Cannistrà, novo Geral
O Movimento Carmo Jovem sauda Superior Geral: P. Saverio Cannistrà

domingo, 19 de abril de 2009
«Nunca me sinto só», diz o Papa
Bento XVI assegurou este Domingo que “nunca me sinto só”, uma resposta indirecta aos inúmeros comentários e artigos postos a circular na comunicação social sobre a alegada “solidão” do Papa.
No dia em que se completam 4 anos sobre a sua eleição como sucessor de João Paulo II, o actual Papa agradeceu “os sinais de afecto” que lhe foram manifestados, a propósito deste aniversário, mas também do seus 82 anos, feitos no passado dia 16.
“Dou graças ao Senhor pela harmonia tanto afecto. Como tive ocasião de afirmar recentemente, nunca me sinto só”, assegurou.
“Mais ainda nesta semana especial, que para a liturgia constitui um único dia, experimentei a comunhão que me rodeia e me sustenta: uma solidariedade espiritual, alimentada essencialmente de oração, que se manifesta em mil modos”, disse ainda Bento XVI.
O Papa observou que desde os colaboradores da Cúria Romana até às mais distantes paróquias, “nós católicos formamos e devemos sentir-nos uma única família, animada pelos mesmos sentimentos da primeira comunidade cristã”, uma unidade e comunhão que “tinha como verdadeiro centro e fundamento Cristo ressuscitado”.
“Ressuscitado, Jesus doou ao seus uma nova unidade, mais forte de antes, invencível, porque fundamentada não sobre recursos humanos, mas sobre a misericórdia divina, que os fez sentir todos amados e perdoados por Ele”, observou.
Bento XVI recordou que João Paulo II quis dedicar à Misericórdia divina este segundo Domingo de Páscoa, “a todos propondo Cristo ressuscitado como manancial de confiança e de esperança, acolhendo a mensagem espiritual transmitida pelo Senhor a Santa Fautina Kowalska”.
Em conclusão, o Papa deixou um pedido aos peregrinos: “Peço-vos que confieis novamente a Maria o meu serviço à Igreja”.
Neste encontro com os peregrinos em Castel Gandolfo, nos arredores de Roma, foram recordadas a celebração da Páscoa no Oriente, neste Domingo, e a Conferência de exame da Declaração de Durban de 2001, contra o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e a intolerância, que se inicia Segunda-feira em Genebra.
Quatro anos de pontificado de Bento XVI
II Domingo da Páscoa!
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João [Jo 20, 19-31] Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, colocou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes serão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa, e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!» Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.