segunda-feira, 18 de junho de 2012

Acamp4kiJúnior'12 - Inscreve-te!

 


OLÁ!
Como tens passado?!
Alguns, há muito que não nos encontramos, não é verdade?
Outros, vamos encontrando aqui e ali, numa ou noutra caRminhada, numa ou noutra terra J
É verdade!
Sabes?! A Ana Caramez já começou a reunir tropas para pôr a andar os Acampakis! A Costa já anda a preparar as cordas, as lâmpadas, as quinquilharias todas em caixas para qualquer dia irmos a Deão montar o Acampaki com o Frei João, o Zé, o Tiago, o Pedro e a João.
Hum… parece que já estamos a ver o Frei a mandar alguém à água!
A Céu e a Salomé já estão de volta das ementas. Este ano não vai haver ervilhas J Nem babetes!!!!! J
Vai haver, isso sim, muita animação, piscina, música, …. Surpresas que não se podem contar…e, principalmente um grande encontro com FORTES AMIGOS DE DEUS!
E outra coisa que vai haver!!! Já reparaste?! Pois é: MAIS UM DIA! Tanto pediram, tanto pediram! A Gotinha pensa nos seus!
Mais um dia de fortalecimento dos laços de AMIZADE à maneira de Santa Teresa. “aqui é de outra maneira” (foi ela que disse no seu livro das Moradas). E tu já sabes qual é essa maneira!
Contamos contigo! Envia-nos a tua inscrição para marcarmos a tua aldeia!
Abraço forte de fortes amigos de Deus!

Gotinha


domingo, 17 de junho de 2012

Uma hora pequenina!

Olá jovens amigos carmelitas!
A todos os estudantes que amanhã iniciam os exames nacionais, desejamos muita calma e serenidade, muito discernimento na hora de dar força à esferográfica!
Depois dessa etapa cumprida, é tempo de fazer a inscrição no AcampaKi Júnior e no Acampaki!!!
Estamos à vossa espera!!!

sábado, 16 de junho de 2012

DOMINGO XI DO TEMPO COMUM


Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «O reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. Dorme e levanta-se, noite e dia, enquanto a semente germina e cresce, sem ele saber como. A terra produz por si, primeiro a planta, depois a espiga, por fim o trigo maduro na espiga. E quando o trigo o permite, logo se mete a foice, porque já chegou o tempo da colheita». Jesus dizia ainda: «A que havemos de comparar o reino de Deus? Em que parábola o havemos de apresentar? É como um grão de mostarda, que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes que há sobre a terra; mas, depois de semeado, começa a crescer e torna-se a maior de todas as plantas da horta, estendendo de tal forma os seus ramos que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra». Jesus pregava-lhes a palavra de Deus com muitas parábolas como estas, conforme eram capazes de entender. E não lhes falava senão em parábolas; mas, em particular, tudo explicava aos seus discípulos. [Mc 4, 26-34]

sexta-feira, 15 de junho de 2012

A próxima Jornada Mundial da Juventude vai realizar-se no próximo ano, no Rio de Janeiro. Entre os padroeiros das Jornadas e seus intercessoras estarão duas santas jovens Carmelitas: Santa Teresinha do Menino Jesus, carmelita descalça francesa e Santa Teresa de Jesus dos Andes, carmelita descalça chilena. O Bem-aventurado João Paulo II, inspirador das Jornadas, é outro dos 13 padroeiros.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Saudação do Vigário Geral da Ordem Aos jovens carminhantes pela noite de Alhadas e Moinhos


Queridos amigos do Carmo Jovem: 
Tinha-vos prometido que vos acompanharia no início da vossa VI Clarminhada, mas uma alteração de última hora no programa da Visita aos Carmelitas de Portugal impede-me de concretizar a minha intenção.
Amanhã, terei que visitar as nossas irmãs Carmelitas Descalças do Estoril, pelo que me será impossível partilhar convosco esta jornada tão importante. 
Peço-vos que me perdoeis e que tenhais a certeza de que o meu coração estará ao lado dos vossos desde o início da noite, durante a clarminhada e ao amanhecer, enquanto celebrais a Eucaristia.
 Unir-me-ei a todos que ficaremos longe de vós fisicamente. Porém, durante a vossa clarminhada com eles vos perguntaremos: “O que vedes na noite? Dizei-nos, sentinelas!»
Pelo caminho desta noite sois sentinelas de todos os que vos acompanhamos desde a cidade. Sois chamados a descobrir os grandes segredos que se escondem, não só no vosso interior, mas também no nosso, no de cada homem e mulher deste mundo. A noite é espaço e tempo adequado para os descobri, de tal modo que possais revelá-lo àqueles que não podem seguir os vossos passos.
De noite, Abraão e Jacob falaram e lutaram com o Deus vivo. De noite, o povo de Israel cruzou o Mar Vermelho enquanto o exército do Faraó era sepultado nas águas. De noite, por fim, Cristo, sol invicto, derrotou as trevas da morte e conquistou-nos a vida, quando amanheceu, ao terceiro dia, Vivo e Ressuscitado, companheiro nos caminhos da noite dos homens.
O que vedes na noite? Dizei-nos, sentinelas! Queremos saber, queremos conhecer, queremos abrir-nos ao Mistério que se revela na noite e que para vós se fará pão e vinho partilhado, que é o Corpo e Sangue do Senhor, com a chegada da luz, ao amanhecer.
Peço à Santíssima Virgem Maria, a Senhora do Carmo, que acompanhe e guie os vossos passos. Enquanto caminhardes, eu estarei em Fátima. Aí vos recordarei diante de Nossa Senhora, para que Ela vos suavize o caminho para a Luz, até ao seu Filho, Cristo nosso irmão.
Que Ele vos abençoe e acompanhe sempre. O vosso:

fr. Emilio José Martínez González, ocd
Vicario General

  

Notas Finais VI Clarminhada - Figueira da Foz 18MAI'12



Não são precisos nem tambores nem trombetas, nem foicinhas nem varapaus no ar. Apenas mãos que acendam fogueiras na noite. Que alguém suba aos altos montes, mesmo que chova. E sob a chuva ouse acender fogueiras. Ardam fogueiras inesperadas e improváveis nos altos montes e não será preciso que o pregoeiro erga a voz. Saberão então, os que vivem nas sombras do sono que nem as águas nem os gelos derrotarão as chamas.
Subam aos altos montes os velhos e os novos, as crianças com suas famílias, os enamorados com seus amores, os sacerdotes com suas estolas, os frades com seus hábitos. Os casados levem as suas alianças como aos anciãos levam seus cajados.
Que ninguém fique em casa, que ninguém fique com frio. Haveremos de fender a noite com a luz que vamos acender: uma fogueira passará de mão em mão até que todos os corações se acendam. E os da cidade dirão: que bela fogueira além se acendeu! Porque é que nem os ventos nem as tempestades a apagam? Porque se derramam as chuvas e não se apagam os pavios?
E se não vierem atraídos pelo chamamento haveremos de erguer bem mais alto a fogueira em nossas mãos, rasgaremos o peito e ali a protegeremos enquanto caminharmos ao encontro dos caídos no sono. Longa será a noite, mas a fogo não se apagará nem o sono vencerá. Iremos pelas coutadas, caminharemos por caminhos fora de uso, cruzaremos os casais vencidos, cantaremos o fogo vencedor.
Sim, à meia-noite acenderemos fogueiras que aqueçam, acenderemos uma luz que brilhe e guie, arderão chamas que purifiquem a moleza do sono e a indiferença dos corpos. Não dançaremos em volta, não perderemos tempo em seu redor. Tomaremos em nossas mãos os carvões e não descansaremos sem incendiar os que andam frios e desistentes.
Sim, será à meia-noite ou à meia-manhã. Virá o sol, virá a chuva, o granizo e o nevoeiro. Mas o fogo não se apagará porque hão-de vir mãos que o agarrem, corações que o guardem, pés descalços que o levem pelas manhãs frias.
Caminharemos sem tambores, sem pífaros nem trombetas, sem foicinhas ou varapaus. Só temos um fito que a fogueira não esmoreça nem se apague, e que aqui, acolá e além, num monte e noutro monte e no mais alto monte as fogueiras se acendam e anunciem à cidade que as sentinelas não dormem durante a noite!
Ardam fogueiras, queimem-se aromas e os nossos corações se alarguem, porque é noite e a Luz que não acabará.
Para memória futura, tudo fui vivido da seguinte forma:
A semana apresentou-se difícil, cheia, densa, gelada e amarga. O ano escolar já vai longo. O término das aulas e o aproximar das avaliações finais e dos exames nacionais provoca nos alunos mas também nos professores um certo nervosismo, uma inquietude que chega a ser atroz. Sofro deste síndrome profissional! Ao mesmo tempo, a vida nem sempre nos oferece o caminho mais direto e simples. Bem pelo contrário, os desafios são diários, as dúvidas e os medos amontoam-se na encruzilhada das escolhas e nem sempre as melhores decisões são fáceis de tomar.
Todavia, esta semana terminaria da melhor maneira, com a VI Clarminhada do Carmo Jovem, com o tema «Em nós mesmos, há grandes segredos que não entendemos.» (Santa Teresa de Jesus, IV Moradas 2,5).
Sinto diariamente, no meu coração, esta necessidade de me aproximar de Ti, Senhor, mas ao mesmo tempo, e com igual intensidade, custa-me tanto e é tão densa a noite! Desta vez, porém, resolvi entregar-me de todo o coração e aventurar-me por secretos caminhos, na noite escura, preenchida de quando em vez pela chuva miudinha.
Ainda há duas semanas peregrinei a Espanha, aos túmulos da Santa Madre e de S. João da Cruz, com a minha tribo completa. Desta vez tive necessidade de separar-me das minhas filhas para que os avós pudessem ser avós e eu pudesse ser melhor mãe e melhor esposa. Muito se aprende a clarminhar, e há muito percebi que é necessário separar para crescer, para aprender a ser melhor, para depois regressar ao ninho e receber aquele abraço apertadinho que aquece o coração. Ser mãe é assim: esta constante dualidade de cortar o cordão umbilical para deixar os filhos ganharem asas, mas mantê-los sempre muito próximos de nós para lhes entregar calor.
Filhas entregues, pernas a caminho. O encontro era às dezoito horas e trinta minutos na portaria do Convento do Carmo de Viana do Castelo. Preparadas as trouxas saímos rumo à Figueira da Foz. Eu, a João, o Zé, a Verónica, a Joana e o Frei João. No Porto recebemos mais um carminheiro, o meu Pedro e o mesmo aconteceu em Esmoriz com a entrada a bordo da nossa Janinha e do seu abençoado farnel. Aproveito aqui para agradecer ao Bruninho as suas horas de dedicação à cozinha e à nossa causa (que também é dele, acredito!). Jantamos por entre pingos de chuva, numa sala de jantar improvisada tendo o infinito céu como teto. As estrelas mais apressadas completavam o cenário, quais lustres de cristal num palácio setecentista. Depois de aconchegado o corpo, concluímos viajem até Alhadas. E em que alhadas nos meteriam a nós, questionava-me eu!? Imaginam o que deve ter sido clarminhar, no fim de um dia e de uma semana de trabalho duro, com frio e com chuva!? E ainda por cima à noite! De noite! Com a noite! Imaginem se conseguiriam, porque há coisas que não são inimagináveis só experienciáveis!!!
Éramos mais de setenta pessoas, vindos de Viana do Castelo, de Alhadas e de Moinhos da Gândara, de várias idades e de variadíssimos contextos. Éramos jovens carmelitas que unidos neste amor ao Carmo, preferíamos iniciar desta forma um fim-de-semana, abdicando do conforto do sofá e do quentinho de casa. Mais uma vez, repito, a vida é assim, este constante desafio de superar dificuldades, de enfrentar medos, de vencer barreiras e obstáculos. Às vezes, emperrámos numa pedrinha, outras vezes saltamos muralhas, mas vamos juntos porque acreditamos que é possível chegar mais longe.
Chegados a Alhadas recebeu-nos São Pedro, com um sorriso malandro. Sinal matreiro de quem não iria cerrar totalmente a porta das chuvas! Mandou-nos logo subir o monte. E fomos.
O acolhimento realizou-se no vetusto Dólmen das Carniçosas, um lugar sagrado desde os tempos pré-históricos, quando os nossos antepassados decidiram registar na paisagem, com grandes blocos graníticos (os megálitos), o local escolhido para o eterno descanso dos seus.
Era noite e com chuva. Noite no monte, noite longe de tudo. Noite no negro mar ao fundo, noite no negro do cosmos que caía por cima nós, noite por todos os lados. E até o monumento, mais antigo que a esperança, nos falava da noite!
Como não haveria o Carmo Jovem de acender uma fogueira em tão alto monte e tão dura noite?
Cumprimentadas os representantes das autoridades locais, e entregues aos jovens da comunidade o Cajado e a Cruz que sempre nos acompanham, iniciámos, por fim, a Vigília de Oração proclamando o louvor da Luz terna e suave, no meio da noite, pois aspirávamos chegar mais longe. 




Acendemos o Círio Pascal, nossa luz invicta, que, noite fora, nos acompanharia até à Igreja de S. Pedro das Alhadas. Sim era noite densa, mas não tão densa que se não deixasse penetrar por nossos cânticos e pela Luz. E noite dentro, como Círio aceso à chuva lá fomos cantando pausada e repetidamente: P´ra te adorar é que eu nasci, / para te exaltar a Ti, Senhor. / A minha alma tem sede de Ti, / O meu espírito necessita de Ti!
Para louvar e adorar subíramos ao monte. Aceso o Círio ali, rezamos e cantámos noite fora. Depois partimos acompanhados pela chuva miudinha que nos batia no corpo e por algumas estrelas que desciam do céu e fendiam as nuvens. Pelo caminho perturbamos alguns poucos patuscos animais que já iniciavam o segundo soninho! E testemunhámos a fuga para as discotecas. Nós, porém, carminhávamos confiantes, pois sabíamos que Tu, Senhor, és a Luz que ilumina a terra inteira.
À porta da Igreja de São Pedro entoámos já se ouvem nossos passos a chegar e recebemos uma pequenina vela que acendemos no Círio e fomos penetrando no espaço sagrado, confiantes que esta luz pequenina, iremos sempre deixá-la brilhar. Uma igreja dos finais do século XVIII, com S. Pedro como padroeiro, recebeu-nos nesta noite escura, agora iluminada pela Luz de Cristo que nos fitava com um olhar penetrante e vivo. Estava ELE em todo o lugar e estava também num belo quadro delicadamente envolto em pano azul celeste, olhando-nos e convidando-nos ao silêncio. Depois de colocarmos as pequenas velas aos pés de Cristo Ressuscitado, ouvimos atentamente as palavras de S. João da Cruz e de Santa Teresa, nossos pais, que sempre nos acompanham. De seguida, a Coordenação do Movimento convidou-nos a confiarmos um segredo muito secreto num coração de papel que posteriormente foi depositado numa caixa, a caixa dos segredos que levaríamos pela noite dentro e confiaríamos a Jesus Eucaristia. Assumimos no papel o segredo mais cor-de-rosa ou o mais negro, aquele que depositamos por baixo da almofada ao dormir ou até o que abafamos constantemente no último reduto da nossa alma, com uma esperança vã de que desapareça.
Confiado o segredo no pequeno baú encerrámos a Vigília. Depois aconchegamos o corpo num chá quentinho e fumegante e continuamos rumo ao desconhecido, por secretos caminhos de Alhadas, por secretos caminhos do nosso coração.
Era bem noite. Chovia e nós sem medo. O Rogo ardia verdadeiramente em nossos corações!
A próxima paragem seria na Capela de Nossa Senhora da Guadalupe. A guardiã esperava-nos, qual esfinge faraónica. Um grupo de jograis animou a oração e os cantores deliciaram-nos com um cântico à Mais Linda do Mundo, a Mais Linda desta terra, Maria. Do altar-mor, a vetusta Senhora da Guadalupe nos abençoava e amaciava as primeiras dores que, entretanto, começavam a surgir. Compreendam! Não temos todos vinte anos e os ossos já não são o que eram, não gostam nada nem de chuva, mesmo que miudinha, nem de frio, nem de caminhos duros. Mas a Equipa Organizadora em tudo pensou e mais uma dose de chá foi o suficiente para a máquina reiniciar a sua engrenagem. Avançamos agora rumo à Capela de Santana.
A meio caminho, numa singela homenagem. Santa Teresa adiantou-se e veio ao nosso encontro. Ainda não faz 500 anos, mas não quis deixar de nos falar, embora fosse noite, embora chovesse.
Na Capela de Santana esperava-nos a Padroeira e outro alguém muito especial: S. João da Cruz, uma vez que esta paragem lhe era dedicada, ou não fora ele o Padroeiro do Grupo de Acólitos local! Incitado, o Frei João Costa partilhou connosco alguns aspetos da marcante vida do nosso Pai, Frei João da Cruz. E nós ouvimos como podemos, que ele só se calou quando quase todos dormíamos! (Eram quatro horas da manhã!) Depois, ajoelhados, rezámos-lhe uma oração de louvor e ação de graças.
O avançado da hora, a privação do sono, o cansaço e o frio que se entranhavam nos esqueletos, começavam agora a pesar brutalmente. Esta última fase da clarminhada teria sido ainda mais dura e mais amarga se não nos contagiasse o fogo da alegria dos amigos fortes de Deus que nos acompanhavam. Desta feita, aprendi então que sendo possível medir um campo de futebol com um fósforo, é também possível medir um fósforo com um campo de futebol! Sim, é verdade! Quem o afirmou, fê-lo com grande convicção. Também descobri nesta hora derradeira de carminho, que a Igreja onde rezaríamos missa era já ali! Mas o já ali era bem mais à frente, muito mais à frente. Um mais à frente a que nunca mais chegávamos! Eram os amigos a animar-me para o carminho. E percebendo a minha impertinência, e talvez a de outros, a Organização, durante mais uma oportuna paragem, presenteou-nos com umas surpresas maravilhosas: uma projeção de fotografias de outras atividades realizadas, uma melodia ao vivo e a cores por entre a noite mais escura. Assim se animam os carminheiros, assim se amenizam as dores, assim se fortalece a alma, assim se mantém viva a fogueira, assim, por fim, chegámos à tão desejada Capela de Nossa Senhora da Saúde, em Moinhos da Gândara. Os pardais anunciavam já o nascer do dia e os galos impunham a alvorada. Os primeiros raios de luz apareciam.
Eram quase seis horas da matina, era o novo dia!
Após um breve descanso, rezámos missa. A Eucaristia é o banquete sagrado no qual recebemos Jesus Cristo como alimento da nossa alma. Um momento de união íntima com o Pai, onde ganhamos força para continuar a carminhar. A ELE oferecemos as nossas fraquezas, as nossas falhas, as nossas vitórias, as nossas lágrimas e sorrisos, com a confiança no seu perdão e na sua infinita misericórdia. A ELE pedimos por nós, pelas nossas famílias, pelos que estão afastados e pelos que estão ao nosso lado, para que nos ilumine com a sua Luz, que nos abençoe com a sua mão amiga com a certeza de que na TUA palavra eu carminharei até que a TUA graça me deixe viver!
Enfim, o novo dia iniciava-se da melhor maneira possível, entre amigos fortes e com o Amigo que sempre está connosco. E o fogo não se apagara, antes revivescera!
Findo o pequeno-almoço vieram as despedidas, sempre tão difíceis! Porque é que o que é bom acaba depressa? Bem, tenho a consolação de que, como alguém dizia durante a noite, só falta um mês para acabar a semana e por isso a próxima atividade do Carmo Jovem não tarda a chegar.
À Equipa Organizadora, a Sofia, a Célia, o André, o Paulo e a todos os que colaboraram diretamente com eles na preparação desta atividade do Movimento do Carmo Jovem, o mais sincero obrigado. Muito obrigado pela forma como nos receberam, pelos pormenores com que nos deliciaram, pelos sorrisos e abraços, por serem Carmo Jovem nas vossas comunidades.
Até sempre! Até Já!

Ana Margarida Caramez

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Assim foi o Dia da família Carmelita




As carmelitas e os carmelitas descalços tiveram um dia em pleno no Carmo de Aveiro, onde se reuniram para cima de 400 pessoas, entre leigos das diferentes comunidades, espalhadas pelo país, as fraternidades do Carmelo Secular, os padres e também as irmãs carmelitas, que desde a clausura dos seus mosteiros de vida contemplativa se fizeram presentes, com lindas mensagens dirigidas a todos os presentes, dizendo-nos assim que nesta grande família do Carmelo não há nada que nos separe porque a centralidade de Cristo e o amor à Virgem Maria, a Senhora do Carmo, criam os laços mais consistentes de unidade e comunhão.
Vamos recordar para sempre os encontros, os abraços, a partilha do que se é e faz nas comunidades e nos grupos, o convívio, a festa, a alegria das crianças e dos jovens, a ternura dos adultos, a eucaristia, o encontro com as Irmãs Carmelitas do Carmelo de Aveiro... Todos temos muito a agradecer à comunidade carmelita descalça de Aveiro que tão bem soube acolher e organizar este evento.
No dia 10 de Junho de 2013, se Deus quiser, repetimos a experiência. Entretanto caminhamos ao mesmo ritmo desta família fundada por Santa Teresa de Jesus e S. João da Cruz.
Ficou nos nossos ouvidos o Hino deste Dia que continuamos a entoar no regresso às nossas casas:
Maria, Mãe, Senhora do Carmo
cobre com teu manto,
ó Mãe Amada, esta família
a Ti consagrada!
(Fonte: http://www.carmelitas.pt/site/noticias/noticias_ver.php?cod_noticia=245)

Acampaki Júnior

Olá a todos!
A escola está a terminar!
As férias estão à porta e a coordenação do Carmo Jovem já está a trabalhar intensivamente para o próximo Acampaki!
Este ano muitas surpresas te esperam. Finalmente ouvimos os vossos pedidos e alargamos o prazo: temos mais um dia de actividades fantabulásticas.
Porque esperas? Contacta-nos!
Contamos com a tua presença!

sábado, 2 de junho de 2012

DOMINGO X DO TEMPO COMUM


Naquele tempo, Jesus chegou a casa com os seus discípulos. E de novo acorreu tanta gente, que eles nem sequer podiam comer. Ao saberem disto, os parentes de Jesus puseram-se a caminho para O deter, pois diziam: «Está fora de Si». Os escribas que tinham descido de Jerusalém diziam: «Está possesso de Belzebu», e ainda: «É pelo chefe dos demónios que Ele expulsa os demónios». Mas Jesus chamou-os e começou a falar-lhes em parábolas: «Como pode Satanás expulsar Satanás? Se um reino estiver dividido contra si mesmo, tal reino não pode aguentar-se. E se uma casa estiver dividida contra si mesma, essa casa não pode durar. Portanto, se Satanás se levanta contra si mesmo e se divide, não pode subsistir: está perdido. Ninguém pode entrar em casa de um homem forte e roubar-lhe os bens, sem primeiro o amarrar: só então poderá saquear a casa. Em verdade vos digo: Tudo será perdoado aos filhos dos homens: os pecados e blasfémias que tiverem proferido; mas quem blasfemar contra o Espírito Santo nunca terá perdão: será réu de pecado para sempre». Referia-Se aos que diziam: «Está possesso dum espírito impuro». Entretanto, chegaram sua Mãe e seus irmãos, que, ficando fora, O mandaram chamar. A multidão estava sentada em volta d’Ele, quando Lhe disseram: «Tua Mãe e teus irmãos estão lá fora à tua procura». Mas Jesus respondeu-lhes: «Quem é minha Mãe e meus irmãos?». E, olhando para aqueles que estavam à sua volta, disse: «Eis minha Mãe e meus irmãos. Quem fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe». [Mc 3, 20-35]

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Fotos da VI Clarminhada - Figueira da Foz - 18MAI'12

Foi há uma semana. O Carmo Jovem carminhou na noite em terras da Figueira da Foz. Parabéns a Alhadas, Santana e Moinhos da Gândara que nos preparam uma noite de oração, convívio, carminho, encontro e, sobretudo, amizade (com Deus, com os outros e com Santa Teresa de Jesus). Para já ficam as fotos. Brevemente a crónica falar-nos-á desta VI Clarminhada da Gotinha.














sábado, 26 de maio de 2012

Nova Coordenadora do Movimento

É a Ana.
A Ana é a nova Coordenadora do Movimento do Carmo Jovem. Na Crónica ou Notas Finais do I Carmicoque ela escreveu «Seguiu-se o lanche e o regresso a casa. E despedidas calorosas com a promessa de regressar ao Carmo rapidamente. E ainda lá estávamos e já sentíamos saudades porque no Carmo é assim. Depois de se chegar não se quer sair, depois de se conhecer só se quer aprender mais. Digo-vos eu que sou recém-chegada. Depois do I Carmicoque só penso no segundo!»
Está feita a apresentação: ela é do Carmo onde o amor ata! Não lhe faltarão canseiras e quem a ajude a cansar-se e a recompôr-se dos seus trabalhos pelo Carmo de Jesus.
Sucede à Maria João Brito que faz parte duma ínclita geração que ama o carmo jovem e o vem servindo guiando-o pelos caminhos de Jesus. Alegra-me a mim e a nós que a João seja desde já o braço direito e a perna esquerda da Ana.
É hoje a vigília do Pentecostes. Foi uma reunião violento como um tremor, forte como um fogo, inspirada como uma brisa. Obrigado a ambas e ao Tiago Gonçalves, amigo de quem continuamos a depender.
O Espírito Santo que nos inspirou não nos há-de falhar nem nas curvas nem nas subidas.
Frei João Costa

DOMINGO DE PENTECOSTES


Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos». [Jo 20, 19-23]

terça-feira, 15 de maio de 2012

Dia Internacional da Família





Hoje celebra-se o Dia Internacional da Família e o Carmo Jovem une-se em oração por todas as famílias do mundo, em particular por aquelas que estarão no VII Encontro Mundial das Famílias, que se realizará na cidade italiana de Milão, de 30 de Maio a 3 de Junho; pelas familias carmelitas e muito em especial pelas famílias que levam o Carmo (Jovem) no coração!
A todas, que a Sagrada Família de Nazaré as abençoe e proteja.


ORAÇÃO PARA O VII ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS

Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, e nosso Pai,
nós Te adoramos, Fonte de toda comunhão;
proteja e abençoa as nossas famílias
para que nelas haja comunhão e doação mútua entre os esposos,
entre pais e filhos.

Nos te contemplamos
Artífices de toda perfeição e de toda beleza;
conceda a cada família um trabalho digno e justo,
para podermos ter o necessário sustento
e gozar do privilégio de sermos teus colaboradores
na edificação do mundo.

Nós te glorificamos,
Motivo de júbilo e de festa;
abre também às nossas famílias o caminho da alegria e do repouso
para podermos gozar, desde então, daquela alegria perfeita
que nos doaste em Cristo Ressuscitado.

Assim os nossos dias, laboriosos e fraternos,
são frestas abertas sobre o teu mistério de amor e de luz,
que o Cristo teu Filho nos revelou
e o Espírito vivificador nos antecipou.
E nós viveremos satisfeitos de sermos a tua família,
no caminho para Ti, Deus bendito para sempre.

Amém




sábado, 12 de maio de 2012

DOMINGO VI DA PÁSCOA


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa. É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai. Não fostes vós que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça. E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros». [Jo 15, 9-17]