sábado, 14 de maio de 2016

DOMINGO DE PENTECOSTES



Evangelho segundo São João 

Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos».

terça-feira, 3 de maio de 2016

SUBIDA 2.1 - 14 de MAIO



A Subida 2.1 será já no próximo dia 14 de Maio (sábado), em Guimarães, por trilhos espectaculares e com um toque carmelita à mistura... Vai ser um dia fantástico e mais ainda com a tua presença! Inscreve-te já neste formulário.

Aqui te deixamos algumas indicações a ter em conta:

- O ponto de encontro será na Igreja de Nª Sª da Consolação e Santos Passos (Guimarães) às 10h00. E terminaremos  no mesmo local, às 17h00.
- O almoço e o lanche serão partilhados. Leva uma mochila para os transportares (não te esqueças de levar água) e também calçado e roupa apropriados para caminhar.
- Não te esqueças de trazer o cancioneiro do Carmo Jovem, para cantarmos juntos.

Contamos contigo nesta aventura!

domingo, 24 de abril de 2016

DOMINGO V DA PÁSCOA


Evangelho segundo São João 

Quando Judas saiu do Cenáculo, disse Jesus aos seus discípulos: «Agora foi glorificado o Filho do homem e Deus foi glorificado n’Ele. Se Deus foi glorificado n’Ele, Deus também O glorificará em Si mesmo e glorificá-l’O-á sem demora. Meus filhos, é por pouco tempo que ainda estou convosco. Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros».

A felicidade não é uma ‘app’ que se descarrega no telemóvel, diz o Papa Francisco

O Papa presidiu hoje à Missa do Jubileu dos adolescentes, que levou dezenas de milhares de pessoas ao Vaticano, e afirmou que a felicidade não é uma ‘app’, mas liberdade e amor responsáveis, com respeito pelo outro.

“A vossa felicidade não tem preço, nem se comercializa; não é uma ‘app’ que se descarrega no telemóvel: nem a versão mais atualizada vos poderá ajudar a tornar-vos livres e grandes no amor”, assinalou, numa intervenção em tom coloquial.

Na celebração que encerrou a celebração destinada aos adolescentes no ano santo da Misericórdia (dezembro 2015-novembro 2016), iniciativa promovida pelo Papa, Francisco apresentou uma reflexão sobre a liberdade, sublinhando que esta implica “saber dizer não”.

“A liberdade não é poder fazer sempre aquilo que me apetece: isto torna-nos fechados, distantes, impede-nos de ser amigos abertos e sinceros”, advertiu.

O pontífice argentino contestou uma mentalidade consumista, que avalia as pessoas pela roupa ou pelas suas posses, e convidou os jovens a fazer “corajosas e fortes” para concretizarem os seus sonhos e darem sentido à vida.

“Não vos contenteis com a mediocridade, com o ‘deixa andar’”, pediu.

Francisco falou ainda do desejo de “afeto e ternura” na adolescência, aconselhando os presentes na Praça de São Pedro a viver estes sentimentos sem querer “possuir”, respeitando a liberdade do outro, “porque o amor é livre”.

“Se ouvirdes a voz do Senhor, revelar-vos-á o segredo da ternura: cuidar da outra pessoa, o que significa respeitá-la, protegê-la e esperar por ela”, realçou.

O amor, prosseguiu, é uma “responsabilidade” para toda a vida e um “compromisso diário” de quem sabe “realizar grandes sonhos”.

“Ai dos jovens que não sabem, não ousam sonhar. Se um jovem da vossa idade não é capaz de sonhar, já está reformado”, observou, num improviso que gerou gargalhadas entre os participantes.

Francisco sublinhou por diversas vezes a importância da oração e da espiritualidade, atenta à presença de Jesus que espera “pacientemente” por cada pessoa.

A homilia começou por apresentar o amor como “o cartão de cidadão do cristão”, que exige gestos concretos.

O Papa apresentou como exemplo os campeões desportivos, que se treinam “duramente”, todos os dias.

“Que o vosso programa diário sejam as obras de misericórdia: treinai-vos com entusiasmo nelas, para vos tornardes campeões de vida, campeões de amor”, apelou.

“Assim sereis reconhecidos como discípulos de Jesus, tereis o cartão de cidadão de cristão, e asseguro-vos, dou-vos a certeza de que a vossa alegria será plena”, concluiu.

O Jubileu dos adolescentes começou a ser celebrado no sábado, com a celebração do sacramento da Reconciliação na Praça de São Pedro, ocasião em que o Papa se uniu aos outros sacerdotes presentes no local, para confessar.

Mais tarde, decorreu uma vigília de festa e oração no Estádio Olímpico de Roma.

No final da Missa, esta manhã, Francisco pediu aos jovens que, depois de terem celebrado o seu jubileu no Vaticano, voltem a casa "com a alegria da identidade cristã, de pé, com a cabeça levantada".

"Que o Senhor vos acompanhe e, por favor, rezai também por mim", disse, ao despedir-se dos participantes. (Agência Ecclesia)

sábado, 9 de abril de 2016

DOMINGO III DA PÁSCOA






Evangelho segundo São João 

Naquele tempo, Jesus manifestou-Se outra vez aos seus discípulos, junto ao mar de Tiberíades. Manifestou-Se deste modo: Estavam juntos Simão Pedro e Tomé, chamado Dídimo, Natanael, que era de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e mais dois discípulos de Jesus. Disse-lhes Simão Pedro: «Vou pescar». Eles responderam-lhe: «Nós vamos contigo». Saíram de casa e subiram para o barco, mas naquela noite não apanharam nada. Ao romper da manhã, Jesus apresentou-Se na margem, mas os discípulos não sabiam que era Ele. Disse-lhes Jesus: «Rapazes, tendes alguma coisa de comer?». Eles responderam: «Não». Disse-lhes Jesus: «Lançai a rede para a direita do barco e encontrareis». Eles lançaram a rede e já mal a podiam arrastar por causa da abundância de peixes. O discípulo predilecto de Jesus disse a Pedro: «É o Senhor». Simão Pedro, quando ouviu dizer que era o Senhor, vestiu a túnica que tinha tirado e lançou-se ao mar. Os outros discípulos, que estavam apenas a uns duzentos côvados da margem, vieram no barco, puxando a rede com os peixes. Quando saltaram em terra, viram brasas acesas com peixe em cima, e pão. Disse-lhes Jesus: «Trazei alguns dos peixes que apanhastes agora». Simão Pedro subiu ao barco e puxou a rede para terra cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, apesar de serem tantos, não se rompeu a rede. Disse-lhes Jesus: «Vinde comer». Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar: «Quem és Tu?», porque bem sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com os peixes. Esta foi a terceira vez que Jesus Se manifestou aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.

domingo, 3 de abril de 2016

DOMINGO II DA PÁSCOA




Evangelho segundo São João 

Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.

sábado, 19 de março de 2016

DOMINGO DE RAMOS







Evangelho segundo São Lucas 

Naquele tempo, levantaram-se os anciãos do povo,
os príncipes dos sacerdotes e os escribas, levaram Jesus a Pilatos e começaram a acusá-l’O, dizendo:
«Encontrámos este homem a sublevar o nosso povo,
a impedir que se pagasse o tributo a César e dizendo ser o Messias-Rei».

Pilatos perguntou a Jesus: «Tu és o Rei dos judeus?». Jesus respondeu: «Tu o dizes».

Pilatos disse aos príncipes dos sacerdotes e à multidão: «Não encontro nada de culpável neste homem». Mas eles insistiam: «Amotina o povo, ensinando por toda a Judeia, desde a Galileia, onde começou, até aqui». Ao ouvir isto, Pilatos perguntou se o homem era galileu; e, ao saber que era da jurisdição de Herodes, enviou-O a Herodes,
que também estava nesses dias em Jerusalém.
Ao ver Jesus, Herodes ficou muito satisfeito. Havia bastante tempo que O queria ver, pelo que ouvia dizer d’Ele, e esperava que fizesse algum milagre na sua presença. Fez-Lhe muitas perguntas; mas Ele nada respondeu.

Os príncipes dos sacerdotes e os escribas que lá estavam acusavam-n’O com insistência. Herodes, com os seus oficiais, tratou-O com desprezo e, por troça, mandou-O cobrir com um manto magnífico e remeteu-O a Pilatos. Herodes e Pilatos, que eram inimigos, ficaram amigos nesse dia. Pilatos convocou os príncipes dos sacerdotes, os chefes e o povo, e disse-lhes:
«Trouxestes este homem à minha presença como agitador do povo. Interroguei-O diante de vós e não encontrei n’Ele nenhum dos crimes de que O acusais. Herodes também não, uma vez que no-l’O mandou de novo. Como vedes, não praticou nada que mereça a morte. Vou, portanto, soltá-l’O, depois de O mandar castigar».

Pilatos tinha obrigação de lhes soltar um preso
por ocasião da festa. E todos se puseram a gritar: «Mata Esse e solta-nos Barrabás». Barrabás tinha sido metido na cadeia por causa de uma insurreição desencadeada na cidade e por assassínio. De novo Pilatos lhes dirigiu a palavra,
querendo libertar Jesus. Mas eles gritavam:
«Crucifica-O! Crucifica-O!».

Pilatos falou-lhes pela terceira vez:
«Mas que mal fez este homem? Não encontrei n’Ele nenhum motivo de morte. Por isso vou soltá-l’O, depois de O mandar castigar». Mas eles continuavam a gritar, pedindo que fosse crucificado, e os seus clamores aumentavam de violência. Então Pilatos decidiu fazer o que eles pediam: soltou aquele que tinha sido metido na cadeia por insurreição e assassínio, como eles reclamavam, e entregou-lhes Jesus para o que eles queriam.

Quando O conduziam, lançaram mão de um certo Simão de Cirene, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para a levar atrás de Jesus. Seguia-O grande multidão de povo e mulheres que batiam no peito e se lamentavam, chorando por Ele. Mas Jesus voltou-Se para elas e disse-lhes:

«Filhas de Jerusalém, não choreis por Mim; chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos. Pois dias virão em que se dirá: ‘Felizes as estéreis, os ventres que não geraram e os peitos que não mamentaram’.
Começarão a dizer aos montes: ‘Caí sobre nós’;
e às colinas: ‘Cobri-nos’. Porque se tratam assim a madeira verde, que acontecerá à seca?».
Levavam ainda dois malfeitores para serem executados com Jesus.

Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, crucificaram-n’O a Ele e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda. Jesus dizia:

«Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem».
Depois deitaram sortes, para repartirem entre si as vestes de Jesus. O povo permanecia ali a observar.
Por sua vez, os chefes zombavam e diziam:
«Salvou os outros: salve-Se a Si mesmo, se é o Messias de Deus, o Eleito».

Também os soldados troçavam d’Ele; aproximando-se para Lhe oferecerem vinagre, diziam:

«Se és o Rei dos judeus, salva-Te a Ti mesmo».

Por cima d’Ele havia um letreiro:
«Este é o Rei dos judeus».
Entretanto, um dos malfeitores que tinham sido crucificados insultava-O, dizendo:
«Não és Tu o Messias? Salva-Te a Ti mesmo e a nós também». Mas o outro, tomando a palavra, repreendeu-o:
«Não temes a Deus, tu que sofres o mesmo suplício? Quanto a nós, fez-se justiça, pois recebemos o castigo das nossas más acções. Mas Ele nada praticou de condenável».
E acrescentou:
«Jesus, lembra-Te de mim, quando vieres com a tua realeza».
Jesus respondeu-lhe:
«Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no Paraíso».
Era já quase meio-dia, quando as trevas cobriram toda a terra, até às três horas da tarde, porque o sol se tinha eclipsado. O véu do templo rasgou-se ao meio. E Jesus exclamou com voz forte:
«Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito».
Dito isto, expirou.

Vendo o que sucedera, o centurião deu glória a Deus, dizendo: «Realmente este homem era justo».
E toda a multidão que tinha assistido àquele espectáculo, ao ver o que se passava, regressava batendo no peito. Todos os conhecidos de Jesus,
bem como as mulheres que O acompanhavam
desde a Galileia, mantinham-se à distância, observando estas coisas.

Cuca Roseta: Nunca subo a um palco sem falar com Deus

«Foi Deus que me apontou o caminho»: em entrevista publicada na mais recente edição do semanário digital “Igreja Viva”, Cuca Roseta fala da relação entre a espiritualidade e o fado e recorda a “Avé-Maria” que interpretou diante do papa Bento XVI.

«Nunca subo a um palco sem falar uns segundos com Deus. Fico sozinha e peço apenas ajuda para ser um bom instrumento de amor e de paz através da minha voz», afirmou a cantora de 34 anos.

Formada em Psicologia Clínica, que não seguiu para se dedicar ao fado, Cuca Roseta considera que os artistas têm «a responsabilidade de fazer as pessoas parar»: «Esse também é um pouco o papel que a religião tem na nossa vida. Precisamos de parar, de respirar e pensar sobre aquilo que vivemos, aquilo que queremos fazer».

A preparar o quarto disco, Cuca Roseta está convicta de que as expressões artísticas podem transformar a existência: «Acho que a arte também é uma forma de nos encontrarmos com os nossos sentimentos e de repensarmos a nossa vida. Seja com lágrimas ou com um sorriso, a arte desperta e acorda estas emoções nas pessoas».

«Por isso, sem dúvida que é a minha missão, acho que é como a parábola dos talentos... Deus não nos dá os talentos sem nenhum sentido: se temos um, temos de o pôr em prática e este meu talento é realmente lindíssimo porque é apenas para dar. É muito gratificante ver como a nossa música muda a vida das pessoas», salientou.

A ligação à religião, recorda, começou na infância: «Eu sempre fui muito espiritual, desde pequenina sempre dediquei muito tempo à religião. Sempre gostei de estar muitas horas em silêncio, de rezar, de meditar, de estar sozinha numa igreja, na natureza, na praia... Acho que preciso muito disso, desse silêncio em mim».

«Preciso muito deste Divino, de dar um sentido àquilo que faço e à minha vida. E o fado é outra forma de eu me encontrar com Deus. Realmente é outro momento íntimo em que eu me sinto como um instrumento de Deus e que através de mim consigo dar alguma coisa aos outros», destacou.

A interpretação da “Avé-Maria fadista”, aquando da visita a Portugal do papa Bento XVI, em maio de 2010, no Terreiro do Paço, em Lisboa, foi um «dos momentos mais bonitos» da vida de Cuca Roseta, «não só pelo cenário lindíssimo, mas pela força que teve. É quase como cantar em Fátima, é lindíssimo quando os católicos se juntam, com esta espiritualidade, todos juntos».

«A Igreja católica é o meu porto seguro, é onde me sinto mais em paz, foi e é sempre lindo ver os católicos todos juntos e a força que tem a religião. Quando subi ao palco senti realmente uma emoção enorme para além do cenário lindíssimo que me rodeava, com os barcos e o rio atrás, os milhares e milhares de pessoas... E o Papa... ver o Papa era um sonho! Um sonho realizado», referiu.

A edição desta quinta-feira do semanário “Igreja Viva”, suplemento do jornal “Diário do Minho”, da arquidiocese de Braga, é a terceira consecutiva em que o tema de capa privilegia entrevistas a intérpretes jovens, depois de Miguel Araújo e Inês Herédia. (www.snpcultura.org)

domingo, 6 de março de 2016

DOMINGO IV DA QUARESMA





Evangelho segundo São Lucas


Naquele tempo, os publicanos e os pecadores aproximavam-se todos de Jesus, para O ouvirem. Mas os fariseus e os escribas murmuravam entre si, dizendo: «Este homem acolhe os pecadores e come com eles». Jesus disse-lhes então a seguinte parábola: «Um homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me toca’. O pai repartiu os bens pelos filhos. Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todos os seus haveres, partiu para um país distante e por lá esbanjou quanto possuía, numa vida dissoluta. Tendo gasto tudo, houve uma grande fome naquela região e ele começou a passar privações. Entrou então ao serviço de um dos habitantes daquela terra, que o mandou para os seus campos guardar porcos. Bem desejava ele matar a fome com as alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava. Então, caindo em si, disse: ‘Quantos trabalhadores de meu pai têm pão em abundância, e eu aqui a morrer de fome! Vou-me embora, vou ter com meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho, mas trata-me como um dos teus trabalhadores’. Pôs-se a caminho e foi ter com o pai. Ainda ele estava longe, quando o pai o viu: encheu-se de compaixão e correu a lançar-se-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos. Disse-lhe o filho: ‘Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos servos: ‘Trazei depressa a melhor túnica e vesti-lha. Ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei o vitelo gordo e matai-o. Comamos e festejemos, porque este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado’. E começou a festa. Ora o filho mais velho estava no campo. Quando regressou, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos servos e perguntou-lhe o que era aquilo. O servo respondeu-lhe: ‘O teu irmão voltou e teu pai mandou matar o vitelo gordo, porque ele chegou são e salvo’. Ele ficou ressentido e não queria entrar. Então o pai veio cá fora instar com ele. Mas ele respondeu ao pai: ‘Há tantos anos que eu te sirvo, sem nunca transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito para fazer uma festa com os meus amigos. E agora, quando chegou esse teu filho, que consumiu os teus bens com mulheres de má vida, mataste-lhe o vitelo gordo’. Disse-lhe o pai: ‘Filho, tu estás sempre comigo e tudo o que é meu é teu. Mas tínhamos de fazer uma festa e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado’».

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

CARMO4TEENS - FOTOGALERIA

No fim-de-semana passado vivemos juntos um Carmo4Teens inesquecível! Aqui ficam algumas fotografias "para mais tarde recordar"...



















terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Carmo4Teens

Os Kids cresceram tão rápido que nem nos demos conta! E já são Teens! Por isso o Carmo4Kids III vai ser o primeiro Carmo4Teens! E claro, vai ser ainda mais espectacular! Inscreve-te já no formulário online.
Aqui te deixamos algumas indicações:

- Começa no sábado, dia 13 de Fevereiro, às 9h30, no nosso Convento de Avessadas.
- Termina no domingo com o almoço.
- No sábado o almoço é partilhado.
- Preço 35 euros (alojamento, refeições, etc.)



sábado, 23 de janeiro de 2016

DOMINGO III DO TEMPO COMUM




Evangelho segundo São Lucas

Já que muitos empreenderam narrar os factos que se realizaram entre nós, como no-los transmitiram os que, desde o início, foram testemunhas oculares e ministros da palavra, também eu resolvi, depois de ter investigado cuidadosamente tudo desde as origens, escrevê-las para ti, ilustre Teófilo, para que tenhas conhecimento seguro do que te foi ensinado. Naquele tempo, Jesus voltou da Galileia, com a força do Espírito, e a sua fama propagou-se por toda a região. Ensinava nas sinagogas e era elogiado por todos. Foi então a Nazaré, onde Se tinha criado. Segundo o seu costume, entrou na sinagoga a um sábado e levantou-Se para fazer a leitura. Entregaram-Lhe o livro do profeta Isaías e, ao abrir o livro, encontrou a passagem em que estava escrito: «O Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres. Ele me enviou a proclamar a redenção aos cativos e a vista aos cegos, a restituir a liberdade aos oprimidos e a proclamar o ano da graça do Senhor». Depois enrolou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-Se. Estavam fixos em Jesus os olhos de toda a sinagoga. Começou então a dizer-lhes: «Cumpriu-se hoje mesmo esta passagem da Escritura que acabais de ouvir».

sábado, 16 de janeiro de 2016

DOMINGO II DO TEMPO COMUM



Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João 


Naquele tempo, realizou-se um casamento em Caná da Galileia e estava lá a Mãe de Jesus. Jesus e os seus discípulos foram também convidados para o casamento. A certa altura faltou o vinho. Então a Mãe de Jesus disse-Lhe: «Não têm vinho». Jesus respondeu-Lhe: «Mulher, que temos nós com isso? Ainda não chegou a minha hora». Sua Mãe disse aos serventes: «Fazei tudo o que Ele vos disser». Havia ali seis talhas de pedra, destinadas à purificação dos judeus, levando cada uma de duas a três medidas. Disse-lhes Jesus: «Enchei essas talhas de água». Eles encheram-nas até acima. Depois disse-lhes: «Tirai agora e levai ao chefe de mesa». E eles levaram. Quando o chefe de mesa provou a água transformada em vinho, – ele não sabia de onde viera, pois só os serventes, que tinham tirado a água, sabiam – chamou o noivo e disse-lhe: «Toda a gente serve primeiro o vinho bom e, depois de os convidados terem bebido bem, serve o inferior. Mas tu guardaste o vinho bom até agora». Foi assim que, em Caná da Galileia, Jesus deu início aos seus milagres. Manifestou a sua glória e os discípulos acreditaram n’Ele.

sábado, 9 de janeiro de 2016

BAPTISMO DO SENHOR





Evangelho segundo São Lucas

Naquele tempo, o povo estava na expectativa e todos pensavam em seus corações se João não seria o Messias. João tomou a palavra e disse-lhes: «Eu baptizo-vos com água, mas vai chegar quem é mais forte do que eu, do qual não sou digno de desatar as correias das sandálias. Ele baptizar-vos-á com o Espírito Santo e com o fogo». Quando todo o povo recebeu o baptismo, Jesus também foi baptizado; e, enquanto orava, o céu abriu-se e o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma corporal, como uma pomba. E do céu fez-se ouvir uma voz: «Tu és o meu Filho muito amado: em Ti pus toda a minha complacência».

sábado, 19 de dezembro de 2015

DOMINGO IV DO ADVENTO



Evangelho segundo São Lucas

Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se apressadamente para a montanha, em direcção a uma cidade de Judá. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino exultou-lhe no seio. Isabel ficou cheia do Espírito Santo e exclamou em alta voz: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor? Na verdade, logo que chegou aos meus ouvidos a voz da tua saudação, o menino exultou de alegria no meu seio. Bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor».