terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Oração dos seminários

Palavra incriada e criadora,
Palavra incarnada e reveladora,
Palavra do Pai, salvadora,
Palavra no Espírito Presente,
Palavra que convoca e provoca,
Palavra que chama e envia.
És Tu, Senhor Jesus, a Palavra definitiva da História;
És Tu, Senhor Jesus, a Palavra do Pai
que se faz ouvir pela força do Espírito Santo;
És Tu, Senhor Jesus, a Palavra que toda a humanidade espera.
Faz de nós instrumentos audazes e fortes
Para que a tua Palavra se faça ouvir
Na autenticidade do nosso testemunho,
Na coerência da nossa vida.
Faz de nós mensageiros fiéis e credíveis
Para que a tua Palavra seja recebida
Nos corações de tantos jovens
Que querem construir um mundo melhor,
Que querem colaborar na edificação do Reino,
Que querem encontrar o seu lugar na Igreja.
Faz, Senhor, que estejamos atentos à tua voz
Para que à primeira Palavra nos levantemos sem demora
E avancemos de imediato para a missão.
Faz, Senhor, que o nosso testemunho seja a nossa oração
Pelos Seminários e pelos seminaristas
E por todos os jovens a quem a tua Palavra chama e envia.
Ámen.

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

NOTAS FINAIS | Carminhada – Vila Nova de Cerveira – 7NOV´09

Quando, parados, se abre uma porta no cimo dum monte!
Outono. Rijo. Os céus da cor do chumbo, o vento batendo forte contra as persianas, o despertador renhindo, lá fora o dia frescote e de cara feia. Tínhamos, apesar de tudo, de carminhar. Em cada uma das casas dos jovens carmelitas, acendiam-se as luzes no bréu da manhã. E porque o amor não muda mesmo quando encontra mudança, Vila Nova de Cerveira era o destino para a carminhada deste dia, a décima segunda, na companhia de velhos e novos amigos. Os jovens leigos carmelitas, estavam novamente em movimento, desta vez inspirados na frase do Padre João Maria Vianney, «Um jardineiro nunca acaba de trabalhar a terra». Dizem que não há sábado sem sol, domingo sem missa e segunda sem preguiça. Dizem. Mas iremos ver se a primeira e a última são verdade. Já que a segunda quase não é. Não apra nós, claro. Fomos convidados neste dia a colocar os pés e a alma, as dúvidas e os medos, o coração e a alegria ao carminho. (Bem: aquilo não era bem um carminho. Era uma escalada subidosa, quatro quilómetros quase só a subir.) E porque jamais carminhamos sós, cem (100!, em tempo de incertezas e de inverno!) corações e duzentos pés congregaram-se a horas na Igreja Matriz de Vila Nova de Cerveira. Cem corações vindos de Alhadas, Avessadas, Aveiro, Braga, Caíde de Rei, Moinhos da Gândara, Paços de Gaiolo, Rosém, e Viana do Castelo. O Sr. Martinho, sacristão da Matriz, pontual e bem cedo, lá se encontrava para nos receber. Fomos acolhidos da melhor forma. Fraternal e delicadamente. Entretanto, a Joana encarregava-se das faixas. Uma novidade o grande grupo de Paços de Gaiolo (Marco de Canavezes) trazia os seus brandões engalanados, sinal da caminhada da fé percorrida e sinal ainda que carminhar como povo de fé é uma alegria!

Entravamos na Igreja Matriz e com a chegada de todos os grupos tudo começava assim: «Caros Amigos que levais o Carmo no coração, sede bem-vindos a Vila Nova de Cerveira…», eram as boas-vindas dadas pela Maria João Brito e Tiago Gonçalves, coordenadores do Movimento Carmo Jovem. Após as boas-vindas e porque o tempo ainda permanecia incerto e nublado, fomos convocados a separarmo-nos por proveniências e em grupo descobrirmos uma forma para nos apresentarmos e darmos a conhecer. Não interessava a parte artística, mas que todos mostrássemos o gosto de ser família de Deus e de carminharmos juntos. Iniciámos a apresentação dos grupos enunciando, primeiro, o Movimento Carmo Jovem. Assim o fez e bem o Tiago Gonçalves. E porque estávamos nas apresentações apresentámos também o Padre António Pires Esteves, pároco de Cerveira e pastor do Carmo Jovem por um dia. Com uma grande salva de palmas terminámos esta apresentação, fazendo votos que o seu apostolado continue a ser fecundo e que fiquem mais perto de Deus todos os que dele se aproximem. Após a apresentação do nosso pastor por um dia, cada grupo se apresentou. Foram cânticos, foram prosas. Acolhíamos com alegria e simplicidade formas de amar, de estar e vivenciar a nossa fé em muitos lugares diferentes! E como a luz do sol envergonhado começou a brincar nos vidros das janelas da igreja, fomos, por fim, cativados a carminhar. A subir. A escalar. Antes de partirmos o Tiago deu as instruções de segurança como sempre entre nós se faz, mas quase não serviram de nada, porque duzentos metros à frente — embora a Vila seja pacífica, peatonal e quase sem trânsito — a parte mais inexperiente dos calcantes provava não saber o que era uma passadeira. Mas, nada de maior se passou: em menos de um minuto surge do nada um xerife que a todos nos pôs em sentido. Ah, xerife! (Enfim, o que queríamos era monte, esticar as pernas e correr, ar puro e desafio!) Começámos, pois, a carminhar… passámos a porta da igreja, reunimo-nos num pátio da mesma e iniciámos os nossos passos em oração. Uma oração breve e simples com guarda-chuvas abertos. Serpenteámos por Cerveira, começara a subida ao monte. Éramos 98 a carminhar, 2 em carros de apoio. E antes que terminemos hão-de chegar mais dois. Ela, grávida. Subimos, subimos, subimos… e paramos aos pés da Senhora da Encarnação. O Frei João Costa, afirmativo, convicto e puxando a nota como quem puxa o lustre, convidava-nos a ouvir, a silenciar, a rezar e a aprender. A aprender mais do que a ouvir! E ouvimos em vários tons e de diversas formas. Ouvimos e apreendemos com a mente e com o coração. Fixamos em nós a data do dia mais feliz da história da Humanidade! Porventura, sabem qual é? Olhem que podemos sempre chamar o Frei!

Aquela ermidazinha branca que mira a Galiza isso nos convidou a comemorar. Foi o que fizemos nos instantes que ali descansamos.

Partimos, frescos, em direcção ao Veado. Continuamos a subir, a subir, a subir um monte bem definindo. Chegámos. Junto ao Veado, estávamos no ponto de maior altitude de toda a XII Carminhada e pela frente, mesmo num cinzento dia, tínhamos diante do nosso olhar, uma das mais belas paisagens de Portugal. E foi dar ao dedo: Chjiik, foto ao penedo! Chjiik, foto a outro penedo! Chjiik, foto a mais um penedo! Chjiik, Chjiik, Chjiik, que os penedos são mais de mil!!! Chjiik, foto ao veado! Chjiik, foto à paisagem! Chjiik, foto a San Cámpio! Chjiik, foto a Tomiño! Chjiik, foto à Galiza! Chjiik, foto ao rio! Chjiik, foto à Ilha dos amores-em-forma-de-coração! Chjiik, foto ao grupo! Chjiik, foto contigo! Chjiik, foto comigo! Chjiik, foto do meu grupo! Chjiik, foto de grupo! Chjiik, foto de família! Chjiik! Chjiik! Chjiik! Chjiik! Chjiik! E 32 máquinas ficaram sem memória no cartão! De tudo que havia para fotografar ninguém fotografou o vento frio! Mas juntos, dasafiámo-lo e cantámos a bom cantar o Veado. Recordámos São João da Cruz, cantámos o Cântico Espiritual, entrámos no templo da nossa alma e encontrámos Deus, real e verdadeiramente presente naquela paisagem agreste, que, só de Verão deve ser linda! Após a «foto de família», reunimos em Assembleia Geral. Era preciso decidir: Almoçar e ir ao Convento de SanPayo ou almoçar e regressar a Vila Nova de Cerveira? Em uníssono saiu a decisão, e SanPayo venceu S. Cipriano. E o decidido está decidido. Descemos do promontoriozinho onde o Cervo se mostra a Cerveira e a quem passa, e refugiamo-nos numa cova a céu aberto, porque ali, reparáramos, nos defendíamos melhor do vento. Ou melhor, não fazia vento! Abancámos por ali: e à falta de mesas e bancos sentamo-nos no asfalto da estrada. Ah! Belos caminhos de Portugal, que nos chamais a carminhar e nos dais banco e mesa para comer!

Mas ainda não tinham terminado os 30 minutos do almoço e já um chuvasqueiro que ameaçava ser maior molhava os pés do Veado! A chuva e o frio desabavam abruptamente sobre nós e fomos forçados a descer e a regressar à Igreja Matriz de Cerveira. São Cipriano vencia SanPayo. E nós perdemos uma parte do caminho, mas aforramos carminhada. Fica para a próxima, como sói dizer-se. E porque Deus se revela na simplicidade das pequenas coisas, com simplicidade e muito amor terminávamos a XII carminhada. Bem, terminávamos a parte física; faltaria a do Alimento.

15:15h anunciava o relógio, quando se iniciava a nossa Eucaristia do XXXII Domingo do Tempo Comum, na Igreja Matriz de S. Cipriano. Uma Eucaristia cheia de solene simplicidade, tão ao jeito carmelita. Ai de nós se se acabarem as nascentes! Como faremos festa de lábios ressequidos?! «Que bem eu sei a fonte que mana e corre, mesmo de noite!» Fazíamos festa! E a festa, vivida em família jovem, tem sempre um brilho muito especial. Entrámos em procissão, cantando. O nosso coração exultava na alegria do Amor de Deus que se revela na beleza das pequenas coisas!

Tendo sido este ano proclamado como Ano Sacerdotal, os Sementinhas, grupo de Caíde de Rei, deu seguimento à nossa actividade de dar visibilidade aos nossos sacerdotes (santos) e apresentou a biografia do padre João Maria Vianney, ilustrando-a com cartazes. O Santo Cura d’Ars, a quem o Papa Bento XVI nomeou para assinalar o ano sacerdotal estava apresentado. E como será fácil de imaginar outros se seguirão, de acordo com o programa do Movimento. A Palavra de Deus ecoou fresca aos nossos ouvidos. Depois ecoaram os testemunhos nas palavras de alguns jovens chamados pela voz de Frei João, que os foi chamando ao presbitério. E foi assim que subiu o Rafael, que se queixa das homilias grandes do Frei João; e subiu o Zé, que a seu tempo foi o despertador matutino do Ricardo Luis; e subiu o Fábio de Passos de Gaiolo, para contar como foi carminhar connosco pela primeira vez; e subiu a Susana, grávida, para contar como é carminhar a três no Movimento! Depois o Frei João continuou a solo. Disse-nos que após termos escutado a Palavra de Deus, tinha ele concluído que Deus vê mais facilmente o que é pequenino que o grande. (Ao contrário dos homens!) E desafiou-nos a que se não compreendêssemos como é que Deus vê melhor o pequenino que o grande, lhe poderíamos ligar para o telemóvel 9694…… E disse ainda que é verdade o que São João Maria ensina: «um jardineiro nunca acaba de trabalhar a terra». Disse-nos que éramos tão novos, tão novos que talvez não soubéssemos o que era um jardim. Por isso, nos desafiou a aprender, a crescer e a trabalhar, porque, cada um de nós, é uma flor ou uma planta no jardim do Carmo. E somos por isso, simultaneamente, trabalhados e trabalhadores. Plantas que se deixam cuidar e cuidadores que cuidam dos outros. Há palavras assim, que nos tocam.

Depois a Eucaristia terminou. Houve tempo ainda para ler uma mensagem do Frei Ricardo Luis, que não podendo subir connosco ao Veado, subiu, lá longe, em Castellón, ao Monte Bártolo, porque, dizia ele, não se esqueceu de nós e quer levar como nós o Carmo Jovem no coração até o cimo do monte mais alto. Houve tempo ainda do Frei João apresentar a Sónia Ferraz, último elemento da Coordenação que faltava relevar; de chamar os Coordenadores presentes e lembrar os ausentes por doença e impossibilidades laborais; de agradecer aos organizadores e aos catequistas presentes (e eram muitos!) a sua colaboração animada. Por fim, ao terminar, foi-nos entregue uma semente e um vaso com terra, assinalando-se assim o fim da XII Carminhada. Afinal, também seremos jardineiros duma semente pelo menos! Havemos de semear e cuidar a terra! E não faltou quem prometesse, no regresso às carminhadas trazer os frutos da sementeira! Bora lá! Bute lá! Também agradecemos a amabilidade do acolhimento e ao Sr. Martinho oferecendo-lhe um vaso de flores, sinal que já vamos dando algo à Igreja! O relógio avançara bem para lá das 17H30, e já as gentes da terra entravam na igreja, entravam na sua vinha santa, no palácio onde Deus habita e onde trabalham a terra com muito carinho para que possam produzir frutos. Gentes da terra, que entravam na sua casa, unidos na mesma fé! E nós saíamos reconfortados e agradecidos… Terminávamos aos abraços e aos beijos, acendendo em nossos corações a esperança do próximo encontro, da próxima carminhada! Que vai ser um Kerit, retiro de silêncio! Alguns, menos apressados, e com sentido das responsabilidades, sentados num passeio, debaixo de uma tília, trocavam alguns apontamentos e palavras sobre o belo dia decorrido, quando alguém ergueu, silencioso, o calado olhar para o alto da montanha verdejante e disse: — Sabeis que só hoje comecei a ver? Apesar passar por aqui de muitas vezes, só agora me apercebi da janela que se encontra no alto do monte? … Só hoje! E o Frei João, sempre (— Sempre?) paciente com as nossas falhas de visão, explicou que não se tratava de uma janela, mas da porta duma capela dedicada ao Espírito Santo. Capela nunca concluída nem deixada concluir pelas gentes, pronuncio de que o Espírito Santo escapa a todas as paredes e grades onde O queiram engaiolar…

Assim é o Espírito Santo! Ilumina e aquece quando quer, tal como o vento sopra onde quer e como quer. É acção nunca terminada em que se deixa enamorar! No mistério do Amor, só de olhos e coração bem abertos O poderemos ver trabalhando-nos, qual jardineiro que pacientemente rega e cuida a terra árida. E se o jardineiro não semeia com amor e não trabalha com amor, como há-de querer colher o que não semeou nem cuidou? Enfim, há sempre uma lição que, fora d’horas, vem ao nosso encontro! Termina aqui a crónica encomendada, porque o dia também terminou. Ao longo de todo o dia tínhamos caminhado com o Carmo plantando no coração. E alguns tinham carminhado esse dia intensamente, mesmo antes desse dia ser dia! Terminara. Caminhámos na certeza de andarmos na presença do Espírito Divino, o doce hóspede da alma. Entramos nos carros, as costelas afeiçoaram-se aos bancos e os corpos gemeram por um duche. Era noite e o Espírito regressava connosco montanha acima. Outra montanha, que as famílias nos esperam. A noite caíra, descia o silêncio. Em nós crescia o espaço aberto duma porta no alto dum monte. E se a felicidade do céu consiste no enlevo da intimidade divina, que continuemos a ser na terra jardineiros que cuidam e sentem esta brisa que passa e não nos deixa iguais… Nesta comunhão de amor encontraremos sempre a nossa identidade n´Ele. E Ele estará sempre em nós, em todos aqueles que nos dispusemos a carminhar a XII carminhada. Obrigado por terem vindo, mesmo se porta alguma se abriu em vós.

domingo, 8 de Novembro de 2009

XXXII Domingo do Tempo Comum

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos [Mc 12, 38-44]
Naquele tempo, Jesus ensinava a multidão, dizendo: «Acautelai-vos dos escribas, que gostam de exibir longas vestes, de receber cumprimentos nas praças, de ocupar os primeiros assentos nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes. Devoram as casas das viúvas com pretexto de fazerem longas rezas. Estes receberão uma sentença mais severa». Jesus sentou-Se em frente da arca do tesouro a observar como a multidão deitava o dinheiro na caixa. Muitos ricos deitavam quantias avultadas. Veio uma pobre viúva e deitou duas pequenas moedas, isto é, um quadrante. Jesus chamou os discípulos e disse-lhes: «Em verdade vos digo: Esta pobre viúva deitou na caixa mais do que todos os outros. Eles deitaram do que lhes sobrava, mas ela, na sua pobreza, ofereceu tudo o que tinha, tudo o que possuía para viver».

sábado, 7 de Novembro de 2009

O nosso pastor por um dia

P. ANTÓNIO PIRES ESTEVES
O Pároco de Cerveira é o pastor do Carmo Jovem por um dia. Atravessamos a sua terra peregrinando como peregrinos e como fiéis da Igreja, que seguem a voz do Bom Pastor.
O P. António Pires Esteves tem 53 anos de idade e quase 27 de sacerdote. Durante 13 anos foi pároco de Anais, Ponte de Lima; e é há 13 anos o pároco de S. Cipriano de Vila Nova de Cerveira. Os seus pais ainda vivem: a mãe Elisa Pires tem 92 anos e o Pai José Esteves tem 87. É natural de Monção. Fez o seu percurso académico e teológico nos Seminários da Diocese de Braga. O primeiro sinal da vocação para o sacerdócio veio-lhe do contacto com o seu pároco, Pe Manuel Bernardo. Vendo o seu jeito de pastor e como celebrava os mistérios de Deus, um dia disse de si para si: «Um dia serei padre»! E foi. Hoje é Padre. Os tempos não são fáceis, o ambiente chama mais ao descomprometimento que à adesão, ao empenho e apoio. Mas o P. Esteves não desiste. Tem 80 crianças e adolescentes na catequese, por quem se desvela. Neste ano baptizou 12 crianças e presidiu a 2 casamentos, ambos de fora de Cerveira! Vila Nova de Cerveira é apreciada pelo seu sossego, pelo verde da sua terra, pelo silêncio que ali canta. É uma terra apreciada pelos filhos da terra, mas também pelos que de longe dela ouvem falar. Apreciam-na os citadinos por causa da serenidade e do bucolismo, e os galegos com sentido de fraternidade. O Concelho é formado por 15 freguesias, algumas das quais com dificuldades para chegar à centena de habitantes. A sede concelhia — a paróquia de Cerveira — ronda os 2000 habitantes! Pelo sacerdócio dum padre é sempre preciso rezar, e pelas suas gentes também: para que permaneçam fiéis ao Senhor e caminhem juntos, como povo bem disposto ao encontro do Senhor. Ousemos rezar por eles na nossa XII Carminhada do Carmo Jovem, com a intercessão do santo bispo Cipriano de Cartago.

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

É já amanhã!

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

A presença do Carmo Jovem em terras de Missão!

A missionária carmelita Laura Vaz, de Aveiro, que se encontra na Missão de S. Roque a ajudar o Orfanato desta missão, mandou notícias e fotografias. Notícias que demonstram o júbilo de ser discípula e missionária. Em uma das fotografias encontrava-se o lenço castanho com a gotinha do Carmo Jovem. O nosso lenço. O lenço que ela levou com muito carinho e que a nós jovens carmelitas, nos impulsiona a fortalecer o nosso espírito carmelita missionário. Obrigada Laura pela partilha, pelo encontro…
Que nós jovens carmelitas, a carminho, tenhamos presente os ensinamentos de Santa Teresinha e busquemos a segunda via de se ser missionário, com o coração, pela oração… «Quando rezo pelos meus irmãos missionários, não ofereço os meus sofrimentos, digo simplesmente: Meu Deus, dai-lhe tudo o que desejo para mim».

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

XII Carminhada - 7 | Novembro |09

NÓS VAMOS LÁ CHEGAR...

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

XII Carminhada - 7 | Novembro |09

A melodia que ecoa no alto deste monte….
tem um brilho especial…
brilho que nos convida a carminhar.
Porque esperas!
Carminha até Ele!

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Comemoração de todos os fiéis defuntos

«Cristo morreu e ressuscitou e abriu-nos a passagem para a casa do Pai, o Reino da vida e da paz. Quem segue Jesus neste caminho é acolhido onde Ele nos precedeu» [Bento XVI]

domingo, 1 de Novembro de 2009

XII Carminhada - 7 | Novembro |09

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Eis a paisagem…
em que Juntos carminharemos, deixando transparecer o eco que grita connosco no alto do monte!
Esperamos por ti!

Um só caminho, num ponto de luz!

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Oh preciosas lágrimas de olhares alteados,

nas quais contemplamos todos os nossos «heróis»…

Santos, ditosos e elegidos,

imersos de fé, esperança e caridade

ornados guerreiros de Deus!

Alegrai-nos!

Alegrai-nos, neste luminoso só caminho…

no qual aguardamos o dia, em que também nós,

caminharemos serenamente num ponto de luz!

Subiremos ao mais alto dos montes,

e O veremos «face a face»…

Oh monte da mais bela essência da nossa identidade espiritual!

Oh destino universal, fonte de toda a Santidade,

que mais belos segredos acendes e guardas em Ti?…

Que jamais nos cansemos de Vos amar,

que não consumamos de vista a meta definitiva do Vosso doce e eterno olhar…

Oh! Trindade de amor, Pai, Filho e Espírito Santo,

fixa-nos em Vós… e que desta fé viva que nos protege

cintile sobre o nosso Mundo,

um só caminho, num ponto de luz!

Amén.

Solenidade de Todos os Santos

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
[Mt 5, 1-12a]
Naquele tempo, ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte e sentou-Se. Rodearam-n’O os discípulos e Ele começou a ensiná-los, dizendo: «Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus. Bem-aventurados os humildes, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o reino dos Céus. Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós. Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa».

sábado, 31 de Outubro de 2009

Um jardineiro...

Um jardineiro, todas as manhãs tratava do seu jardim. O seu jardim era o mais belo dos jardins. Um jardim provido de uma extraordinária beleza, nele se refugiava e com ele conversava e crescia em cada novo dia. Guardava e (re)encontrava alegria para viver, um olhar especial o inundava de graça ao saber-se nele... Durante todo o ano, o visitava e trazia presente no seu pensamento. Nenhuma estação do ano o derrubava, nem mesmo o rigoroso e gélido Inverno. Neste jardim as distintas flores cresciam, os pássaros e todos os animais do campo cursavam cada recanto, conheciam o seu jardineiro e ele entregava-se a eles enraizando-se. Em cada lugar vazio, brotava a vida! Certo Inverno, o jardineiro deixou de vistoriar, percorrer o seu jardim, descuidou o amor que lhe tinha, hospedou-se em outros que não ele… E o jardim? O especial jardim? O seu jardim? Ele não cuidou dele. Ninguém mais cuidou dele. As flores murcharam, não eram regadas, o verde perdera a cor, a relva não era aparada, os pássaros deixaram de chilrear, não apareciam, não alimentava os animais, não conversava com as flores…nada, nada, nada… Nada nem ninguém tinha vida? O que teria acontecido ao jardineiro? Acabara de trabalhar a terra, estaria concluído o seu trabalho? Deixara de amar? Deixara de ver nas criaturas meios para o auxiliarem a conseguir o fim. Como poderia ficar indiferente? O jardineiro, deixara de cuidar do seu jardim, perdera o encanto... Ao redor do seu jardim via que o mais belo dos jardins de outrora, o seu, tinha perdido a beleza. Quem o despertaria para a realidade? Ao redor, os outros jardins cresciam com um especial brilho, o brilho que cada um dos jardineiros depositara... mas, o seu, o especial jardim de que o conto conta, o mais belo dos jardins morria, por não encontrar a vida! O jardineiro desfalecia ao ver como tinha deixado desfalecer o seu jardim! A ausência do seu «prestador de cuidados», o jardineiro, a ausência das suas sinceras palavras que germinavam da humildade do seu coração, originara a morte do jardim… As lágrimas silenciosas que corriam em seu olhar eram a linguagem presente de tempos ausentes, eram a linguagem do seu coração que sangrava, por ter originado a morte do seu jardim. O jardineiro, não cuidará do seu jardim e o seu jardim morrera!
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Desafio: Como andas a cuidar do teu jardim? Cuidas dele ou deixas que ele morra em ti?… Jamais podes deixar de trabalhar a terra iniciada que em ti se encontra plantada. Que permaneças a Carminho, descobrindo «o jardineiro» que existe em ti. Que sejas jardineiro do mais belo dos jardins! Ser jardineiro é mais que um privilégio é uma bênção. Dê-mos graças a Deus pelos jardineiros que somos, por sermos estes «fortes amigos de Deus» de que nos fala Santa Teresa de Jesus e S. João da Cruz. Que este sentir carmelitano que nos move e incita a carminhar, jamais desfaleça, para que nunca deixemos de trabalhar a terra!...

XII Carminhada - 7 | Novembro |09

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

XII Carminhada - 7 | Novembro |09

Aspectos a ter em atenção:

*As carminhadas são abertas a todos os jovens;

*Acolhimento às 9H00, na Igreja Matriz de Vila Nova de Cerveira;

*Início da Carminhada 9H30;

*A carminhada tem 15 km;

*A carminhada termina após a Eucaristia;

*O almoço será partilhado, devendo cada participante levar de casa;

*Procura levar calçado confortável e já usado; roupa conveniente (um impermeável…);

*Haverá um carro vassoura (podem lá deixar ficar as mochilas com a comida), mas a maior honra dos condutores de carros vassoura é chegar ao fim vazios;

*Carminha ligeiro de equipagem. Nem tudo é necessário para carminhar.

*Quem participou já em outras Carminhadas já tem a faixa «Levamos o Carmo Jovem no coração». Devem levá-la.

CONFIRMAÇÃO

A confirmação de participação na Carminhada deverá ser efectuada até ao dia 1 de Novembro para:

Carmo Jovem carmojovem@gmail.com

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

XII Carminhada - 7 | Novembro |09

quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Crónica do XVI Horeb - São Paulo e os jovens

No fim-de-semana de 02 a 04 de Outubro decorreu o XVI HOREB no Convento do Carmo em Viana do Castelo. Na sexta-feira dia 02 de Outubro, ao final da tarde os jovens preparavam-se para um encontro com São Paulo, pois o tema deste HOREB era “São Paulo e os jovens”. O grupo que de inicio se voluntariou para embarcar nesta aventura, no momento da partida demonstrava vários receios e comentava: “Quem me dera que já fosse Domingo à tarde!” ou “ Já estou arrependido de ter vindo!”. O facto de, alguns dos jovens, participarem pela primeira vez, intimidava-os um pouco. O desconhecido por vezes assusta-nos… Mas, durante a viagem que durou quase três horas tivemos a possibilidade de falar sobre certos aspectos que os incomodavam e alguns receios foram minimizados. A nossa chegada já era esperada, e da melhor maneira possível, com bolachinhas, sumo e chá quentinho. Depois de matar saudades de quem já não se via há muito tempo, combinou-se muito rapidamente o horário para começar o programa de sábado de manhã. Logo de seguida iniciou-se a peregrinação até aos nossos quartos… As ordens eram explícitas, vestir o pijama e cama, porque o dia de sábado iria ser em cheio. Como se costuma dizer: deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer. Pelo menos uma das regras nós cumprimos, deitámo-nos cedo!… :D O sábado começou logo cedinho, às sete horas e meia da manhã, com alguém a bater às portas dos quartos e a gritar que não havia água quente!!! Quem terá sido???
Iniciámos o dia com uma oração matinal, seguida de um pequeno-almoço reforçado para depois passarmos à conferência sobre São Paulo, com o Sr. Padre Fernando Reis (Conselheiro Provincial para a Pastoral Juvenil). Para iniciar a sessão tivemos direito a alguns jogos de apresentação e de relacionamento. Um jogo era muito divertido, consistia em procurar na sala várias palavras para formar frases de São Paulo. Depois da exposição do Sr. Padre Fernando tivemos direito a um pequeno intervalo para repor energias e passar à fase seguinte, que era um trabalho de grupo. Regressámos à sala para apresentar as respostas de cada grupo e para esclarecer algumas dúvidas. Depois de um curto tempo de debate, agradeceu-se a presença e disponibilidade do Sr. Padre Fernando. De seguida, remámos em direcção ao refeitório. Escusado será dizer que fomos brindados com muito boa alimentação. Desde já fica o nosso agradecimento a quem estava responsável pela satisfação de uma das nossas necessidades primárias.
Depois do almoço formámos três grupos. Um dos grupos ficou no convento a alegrar um Baptizado. Os restantes tiveram como tarefa uma acção de rua, a qual consistia em distribuir panfletos informativos sobre o Carmo Jovem. Tarefa que não foi fácil, pois para além de alguns jovens não estarem no seu “habitat natural”, também é muito complicado, hoje em dia, entrar em diálogo com as pessoas. Mas… temos de ter em atenção os ensinamentos de São Paulo, em que ele nos diz “Faço tudo por causa do Evangelho”( 1ª Coríntios, 9, 23), mesmo que isso signifique ser maltratado ou mesmo ignorado. Podem acreditar que é verdade, foi quase isso que aconteceu a alguns membros de um dos grupos. Pelo menos foi o que eles apelaram para justificar a não entrega dos panfletos. Queixavam-se que as pessoas na rua eram mal-educadas, por vezes até agressivas. O facto de nós termos de entrar em diálogo com o outro desconhecido é muito complicado pois não sabemos qual vai ser a sua reacção e muito menos a nossa, quando por vezes somos rejeitados, maltratados ou simplesmente quando ouvimos o “não” e como depois ultrapassamos essas frustrações. Para conseguir terminar a tarefa que nos foi proposta, os dois grupos uniram esforços e entregaram os panfletos, num abrir e fechar de olhos. Não só por ser quase hora do lanche, mas também porque se começavam a avistar umas nuvens que prometiam chuva.
Estavam os dois grupos a chegar ao convento quando começou a “esgalhar” água. Que sorte a nossa!!! Depois de ter cumprido o nosso dever, pudemos saborear um lanche quentinho e bem merecido. No final, os três grupos tiveram a possibilidade de contar as suas experiências. Mesmo que não tenha corrido muito bem para alguns elementos, penso que é uma tarefa que se deve repetir nos próximos encontros do Carmo Jovem, pois é uma forma muito simples de dar a conhecer o nosso movimento. Sem deixar de mencionar novamente São Paulo, “Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo”(1ª Coríntios, 11,1), penso que a acção de rua foi uma pequena imitação do que era a vida de São Paulo, ir ao encontro das pessoas.
Depois do jantar tivemos a oportunidade de assistir a uma vigília em que nos foram apresentados vários símbolos que caracterizam a vida de São Paulo. O primeiro símbolo foi a cruz, que é considerada como um abraço de Amor no meio das tribulações e do martírio; o segundo símbolo foi a palavra que é usada como anúncio da Verdade ao longo dos tempos; em terceiro lugar apresentaram-nos a espada, representação de São Paulo como sendo um Soldado de Cristo pela Palavra de Deus; de seguida aparecem as correntes, como símbolo de Prisioneiro de Cristo / Prisioneiro do Espírito; e por fim, a Chama foi considerada um eterno fogo da caridade. Para finalizar, ouvimos um Cântico de Amor retirado da 1ª carta de São Paulo aos Coríntios, (13). Não tenho palavras para descrever o que senti na altura, pois com os olhos fechados temos de ter os nossos ouvidos bem abertos para interiorizar a verdadeira mensagem da carta. Espero poder repetir este acontecimento, talvez depois já tenha alguma ideia definida sobre o que senti. Nessa noite tivemos a oportunidade de passar um tempo no bar a conversar, debater ideias, a comer bolachinhas e a jogar às cartas. Foi um momento relaxado e de diversão.
Iniciámos o Domingo com uma oração matinal, seguida de pequeno-almoço. Depois, enquanto os elementos da coordenação se reuniam, os restantes jovens preparavam as leituras e os cânticos para a celebração da Eucaristia. Caso ainda não tenham reparado, a coordenação sofreu algumas alterações que podem consultar no site. A Eucaristia foi presidida pelo Sr. Padre Fernando e pelo Frei João e foi alegrada pelas vozes dos jovens carmelitas que se encontravam no HOREB. Depois da celebração, conseguimos eternizar o momento, através de uma fotografia do grupo de jovens que se movimentou até ao Convento do Carmo para participar no XVI HOREB. Também se juntaram a nós alguns “veteranos carmelitas”.
Chegámos ao refeitório famintos, pois pelo corredor já se podia sentir o cheirinho vindo da cozinha. Como sobremesa tivemos direito a não um mas, dois bolos de aniversário para festejar as 16 primaveras do HOREB. Depois de saborear os bolos, regressámos à sala para esclarecer algumas dúvidas, para saber a opinião dos jovens sobre este HOREB, conhecer novas propostas para futuros encontros, apresentar os novos coordenadores do Carmo ao grupo, para agradecer mais uma vez a disponibilidade do Sr. Padre Fernando e para receber a nossa fitinha para relembrar este acontecimento.
Como sempre, há um princípio e um fim e chegou a altura do fim, as despedidas. Não sei se ainda se lembram de eu referir no início que certos jovens já estavam arrependidos de participar no HOREB, pois bem, nesta altura, já ouvia comentários do género: “Eu ainda não quero ir para casa!”, “Eu quero voltar para o Convento”. Isto é verdade, pelo caminho os jovens foram mostrando a vontade de regressar e prometeram que para o próximo ano estariam presentes. Espero bem que as suas promessas se prolonguem por muito mais tempo. Por falta de lembrança não vão faltar ao compromisso, pois se Deus quiser, eu estarei presente para os relembrar. Não podemos deixar de agradecer especialmente ao Frei João por toda a dedicação e empenho que ele demonstra pelo Carmo e especialmente pelos jovens. A viagem de regresso nunca teria sido a mesma sem a sua presença. Graças a Deus chegámos bem a casa, e graças ao Frei João, os jovens terão uma história para contar sobre a viagem de regresso… Assim termino a minha crónica com mais uma citação de São Paulo: “Deus não está longe de cada um de nós. N´Ele vivemos, nos movemos e existimos. Somos verdadeiramente da Sua raça. Sendo nós raça de Deus, não devemos pensar que a Divindade é semelhante ao ouro, prata ou pedra lavrada por arte e indústria do homem”. (Actos, 17, 28-29).
Espero para o próximo ano reencontrar este grupo de jovens carmelitas empenhados na tarefa de “evangelizar” e que possa conhecer muitos mais, vindos de outras partes do país e arredores…
Um abraço carmelita Sofia Simões e o Grupo Jovem Somos Um

Parabéns a Você!

Algures era noite, mas uma chama brilhava.
Havia um cervo no monte que nos olhava.
E nós a chama. Não havia mais nada
além das vozes que cantavam
Parabéns a você, Zé
Henriques. Goza a vida porque só uma vez
é que se fazem trinta e três.

sábado, 24 de Outubro de 2009

XII Carminhada - 7 | Novembro |09

XXX Domingo do Tempo Comum

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos [Mc 10, 46-52]
Naquele tempo, quando Jesus ia a sair de Jericó com os discípulos e uma grande multidão,estava um cego, chamado Bartimeu, filho de Timeu, a pedir esmola à beira do caminho. Ao ouvir dizer que era Jesus de Nazaré que passava,começou a gritar:«Jesus, Filho de David, tem piedade de mim». Muitos repreendiam-no para que se calasse. Mas ele gritava cada vez mais:«Filho de David, tem piedade de mim». Jesus parou e disse: «Chamai-o».Chamaram então o cego e disseram-lhe:«Coragem! Levanta-te, que Ele está a chamar-te». O cego atirou fora a capa, deu um salto e foi ter com Jesus. Jesus perguntou-lhe:«Que queres que Eu te faça?» O cego respondeu-Lhe:«Mestre, que eu veja».Jesus disse-lhe:«Vai: a tua fé te salvou».Logo ele recuperou a vistae seguiu Jesus pelo caminho.